13 de março de 2014

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Era aniversário de um amigo especial então decidi mandar fazer um bolo e uns croquetes para comemorar seu grande dia em minha própria casa. Convidei meia dúzia de amigos em comum e isso seria garantia de uma bela festa.

Fui trabalhar naquele dia ensolarado com um vestido rodado e relativamente comprido que chegava na altura dos meus joelhos. O dia foi tranquilo e isso era ótimo, pois eu pretendia sair cedo para buscar as encomendas da festa. Assim aconteceu. No caminho, percebi que o dia ensolarado terminaria com a chuva que uma terrível ventania anunciava.

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28 de fevereiro de 2014

Oscar 2014
Todo mundo que gosta de cinema sabe que os filmes e atores que concorrem ao prêmio não são necessariamente os melhores. Mas mesmo que nem sempre merecida, uma indicação, além de fama e prestígio (ui!) para todos os envolvidos na produção, significa MUITA grana. Os cachês dos atores e diretores aumentam consideravelmente e estúdios e distribuidoras lucram muito, pois todo mundo quer ver os filmes que estão concorrendo.

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31 de dezembro de 2011

Quem me conhece bem, e nem são tantas pessoas assim, sabe que eu posso ser um tanto quanto chata e pé no chão com essas comemorações e euforias coletivas que nunca me fizeram a cabeça. No entanto, por mais que 2011 tenha sido um meio uó, tenho sim que comemorar o final desse ano pelas várias coisas que me aconteceram de bom e por pessoas incríveis que acabaram cruzando meu caminho. Sem esquecer as pessoas incríveis que continuam em meu caminho há muito tempo…

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26 de maio de 2011
Game of Thrones: O inverno está chegando!
Esta nova série da HBO é bem diferente de tudo o que está no ar atualmente e com certeza vai conquistar milhares de fãs. Pelo menos esta é a aposta da emissora que só no primeiro episódio investiu cerca de 10 milhões de dólares – serão 10 episódios para a primeira temporada.
Quem bater os olhos sem se interar da série pode pensar que se trata de algo como The Tudors, por causa do figurino pomposo de reis e rainhas ou até imaginar que é uma versão para TV de Senhor dos Anéis devido ao cenário sombrio, mas não é absolutamente nada disso. Game of Thrones é baseada no primeiro livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo, uma série de fantasia escritos por George R. R. Martin. A história se passa em Sete Reinos de Westeros, um lugar onde as estações duram anos – um inverno rigorosíssimo pode durar décadas (e você aí reclamando de um friozinho em São Paulo).
Não  é uma trama real, não se passa num espaço definido na história, nem sequer num local em que conhecemos (apesar da semelhança com a Europa medieval) tampouco é uma fantasia de magos e fadas. A nova série é regada à violência das grandes (com direito a muito sangue e órgãos internos à mostra), traição, vingança, jogos de poder, muito sexo, corpos nus e é com tudo isso junto que o expectador se surpreende a cada segundo.
Taí o trailer para dar um gostinho

A nova série da HBO é bem diferente de tudo o que está no ar atualmente e com certeza vai conquistar milhares de fãs. Pelo menos esta é a aposta da emissora que só no primeiro episódio investiu cerca de 10 milhões de dólares – serão 10 episódios para a primeira temporada.

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26 de maio de 2011

Da última vez que escrevi nesta Casa, Lula ainda era o presidente, gays não podiam fazer união civil, Kate ainda era Middleton e as poucas matas restantes neste país não estavam ameaçadas por um código florestal idiota.

Estou de volta, é sério.


27 de dezembro de 2010

Existiu um tempo em que quando chegava o fim de ano eu ficava toda pensativa, contemplativa, fazia balanços de tudo que aconteceu de bom e de ruim e fazia as isuportáveis resoluções pro ano que estava para começar.

Daí um dia me dei conta que só no calendário é que algo acaba ou começa. Na vida real é tudo uma continuação. Muda a folhinha do calendário, mas tudo continua sempre de onde paramos na última vez em que nos demos conta.

Quando percebi isso (e já faz tempo) me senti menos tola e tudo foi mais simples. Não pulo porra nenhuma de sete ondas, não me visto com nenhuma cor específica, não fico deprimida se não for viajar pra algum lugar especial… Tudo é absurdamente normal… e simples… sempre e cada vez mais… Será que é isso o que chamam de maturidade?


13 de agosto de 2010

Passando para tirar o pó, espantar as bruxas e fantasmas e para deixar claro que ainda sou a dona desta Casa!

Já estamos em agosto e até agora este ano tem sido bastante exaustivo. Muitas mudanças, muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, muitas novidades no mundinho desta Tuka. Para contrabalancear, tenho aprendido muita coisa e aprender sempre teve bastante importância em minha vida.

No mais, a vida segue igual e o copo quase sempre é meio cheio pra mim. Nem sempre, mas quase.


6 de abril de 2010

Eu, meu marido, Gato Lolô e Nina, nos mudamos no dia 20 de março após sete felizes anos vivendo num apartamento charmoso, porém minúsculo, no delicioso bairro da Bela Vista em São Paulo.

Fomos para perto. A cerca de uns 50 metros para a esquerda, no mesmo lado da calçada, fica nossa nova morada.

Fizemos a mudança com a colaboração de dois homens que carregaram nossas coisas em carrinhos de transporte já que não valia a pena um carreto para tão perto. Impressionante como de um espaço tão diminuto, saíram quase 30 caixas de papelão abarrotadas de coisas. E isso porque nos livramos de roupas que já não usávamos, sapatos surrados, papeladas – inutilidades variadas que as pessoas acumulam com o passar dos anos.

San acompanhava os homens a cada “viagem”, enquanto eu seguia enfiando nossas vidas naquelas caixas de mudança. E lá se foi caixa após caixa, eletrodomésticos, badulaques… No chão muita sujeira e apenas vestígios da vida que ali vivemos.

Quando enfim acabou, pegamos os gatos, os colocamos numa enorme caixa de transporte. Eu bati a porta à nossa frente, San a trancou e andamos de mãos dadas até o elevador. Olhei para trás e veio uma sensação inexplicável, que eu jamais poderia prever até aquele momento. Caí em lágrimas. Ali ficaram sete anos de muita felicidade, compreensão, amizade… San me abraçou, sorriu, limpou minhas lágrimas e disse: “A parte mais importante desta mudança está indo agora”.

Entramos toda família naquele elevador do 13º andar pela última vez e fomos ali, para 50 metros de distância à esquerda. Chegando ao prédio, apertamos o 13º no elevador (mantivemos a rua e também o andar do antigo endereço) e entramos em nosso apartamento novo. Prontos para continuar a história: eu, San, Gato Lolô, Nina e quem mais chegar…


23 de fevereiro de 2010

Espero o elevador no hall do meu prédio novo. Seguro uma caixa de ventilador de teto. Uma senhora e um rapaz se refestelam no sofá do hall e me olham.

Estou de TPM.

O elevador parece que não chega nunca. Sorrio amarelo. Eles me olham.

- Comprou um ventilador de teto é? Pergunta a senhora.

(Não, moça. Comprei uma Barbie!)

- Comprei.

-  Calorão né? Constata a senhora.

(Esquenta menos quando não falamos.)

- É, calorão mesmo.

Geralmente até gosto de um papo furado com desconhecidos. “Será que vai chover?”, “Tá calor”, “Tá tudo tão caro”, “Que trânsito terrível”- todas essas frases são clássicos do papo furado e sei perfeitamente quando usufruir de cada uma delas. No entanto, quando estou com TPM viro uma pessoa incomunicável e evito até mesmo olhar para as pessoas para que não puxem assunto. Eu sei que é feio, mas eu sou assim.

Ela continuou:

- Vou ter que comprar um desses também, sabe?

(Nossa, agora que sei disso minha vida vai mudar!)

- Huuum, que legal.

Enfim, o elevador. Entro, sorrio e aceno.

Com certeza ela ainda me acha uma mocinha fofa. Que bom que a maioria das pessoas não consegue ler pensamentos.


2 de fevereiro de 2010

…voltaremos a apresentar a Casa da Tuka com sua programação normal.

Ieeeeeeeeeeeey!


27 de outubro de 2009
Se o mundo fosse um lugar ideal tudo começaria pelas pessoas, óbvio. Seriamos todos então cercados por pessoas que teríamos prazer e orgulho em ter por perto. Seres seguros, confiantes, capazes, felizes. Um mundo assim com toda certeza seria um lugar em que qualquer um gostaria de criar filhos e animais de estimação. Eu com certeza gostaria.

Num mundo em que pessoas estúpidas não habitassem, não existiria guerra, desmatamento, gente pedindo nas ruas, crianças passando fome, gente sem ter onde morar e toda e qualquer outra atrocidade que só os estúpidos são capazes de proporcionar a toda humanidade… Seria o mundo ideal.

Um lugar em que pensar no próximo não fosse circunstancial, mas rotineiro, um lugar em que valorizar o talento alheio não suscitasse insegurança, mas coragem, um lugar em que apostar em novas idéias não fosse tão assustador, mas excitante, um lugar em que pessoas inteligentes e com boa vontade não fossem vistas como uma ameaça a própria insignificância, mas como exemplos de como todos poderiam ser.

Seria maravilhoso o mundo ideal.


8 de setembro de 2009
Já cansei de escrever que com TPM nenhuma mulher deve sequer passar perto de um salão de cabeleireiro. Qualquer decisão de mudança de visual neste período pode ter conseqüências trágicas, como sair por aí parecida com o Bozo ou com o cabelo repicado no melhor estilo anos 80 – eu já fiz essas duas coisas com minhas pobres madeixas. Exatamente por ter experiência no assunto eu jamais cairia nessa cilada novamente, certo? ERRADO! Ou esta não seria a Casa da Tuka.

Neste sábado saí decidida a cortar meu cabelo. Queria voltar ao corte que já usei durante muito tempo, algo bem parecido com este cabelo da moça aí só que mais lindo, néaam? Afinal eu sou super mais bonitaam pra caramba que a Charlize Theron.

Fui ao salão, o mesmo que freqüento há sete anos e cortei com a mesma cabeleireira com quem corto há sete anos. Acontece que neste sábado, diferentemente dos outros sete anos, meu cabelo ficou uma bosta. Sim, senhoras e senhores, caguey na porra do cabelo. Caguey lindamente, aliás, a cabeleireira cagou.

Fiquei deprimida e pensei em assassiná-la, mas só a amaldiçoei e fui embora. Para as próximas TPMs tenho uma lista de coisas a fazer e caghar em meu cabelo não está incluído. Posso pintar minhas unhas de roxo com bolinhas azuis, usar sombra verde esmeralda, xingar algum ex namorado pelo MSN, comer até 04 pedaços de brownie e choramingar sobre como estou gorda.


17 de julho de 2009
Tá rolando por aí que o-mail abaixo é verdadeiro. Foi enviado por um fulano que trabalhava numa agência e quando resolver cair fora mandou um e-mail pra galera. Atira e primeira pedra quem nunca teve ou tem vontade de fazer isso!

“Subject: Vazei!

Bom galera, todo mundo já tá sabendo que eu pedi demissão. Sei que saí de um jeito meio estranho, mas é que eu não curti trampar com vocês… Tô falando na boa, mas achei meio escroto trabalhar aí. A galera é gente boa mas a quantidade de trabalho é exagerada e eu não queria isso pra mim. Pra falar a verdade nem se eu quisesse dar um gás de verdade eu trabalharia aí.

Pra não generalizar eu vou falar um pouco de cada um:

Diogo – Achei você um cuzão. Filho da puta pra caralho. Não falou comigo direito, quase não me chamou pra almoçar e demonstrou que não tava nem aí pra mim desde o começo. Quero que você se foda.

Márcio – Você só me fodeu. Me encheu de trampo e não viu qual era o meu potencial de verdade. Quero que você se foda também.

Barth – Não tô nem aí pra você.

Gigante – Você é gente boa. Não tenho nada de mal pra falar de você. Se a galera ficar puta comigo, eu espero que você não fique muito bravo…

Fróes – Você é careca.

Gabi – Não é porque você é filha do presidente que tem que se vestir assim.

Guaxupé – Caipira.

Daniel – Você promete não ficar chateado comigo?

Júlia – Na boa, você precisa parar de arrotar. Acho isso nojento.

Rafa – Vê se vira homem e fala grosso, porra!

Bosquê – Você é doido?

Juliano – Vai tomar no seu cu seu pagodeiro.

É isso. Não mandei esse email antes porque achei que vocês poderiam não gostar. Então mandei daqui de casa.

Estou mandando os meus contatos. Qualquer coisa, estamos aí. Valeu, pessoal!”


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Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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