Arquivo da Categoria ‘Tevê’



26 de maio de 2011

Game of Thrones: O inverno está chegando!


Game of Thrones: O inverno está chegando!
Esta nova série da HBO é bem diferente de tudo o que está no ar atualmente e com certeza vai conquistar milhares de fãs. Pelo menos esta é a aposta da emissora que só no primeiro episódio investiu cerca de 10 milhões de dólares – serão 10 episódios para a primeira temporada.
Quem bater os olhos sem se interar da série pode pensar que se trata de algo como The Tudors, por causa do figurino pomposo de reis e rainhas ou até imaginar que é uma versão para TV de Senhor dos Anéis devido ao cenário sombrio, mas não é absolutamente nada disso. Game of Thrones é baseada no primeiro livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo, uma série de fantasia escritos por George R. R. Martin. A história se passa em Sete Reinos de Westeros, um lugar onde as estações duram anos – um inverno rigorosíssimo pode durar décadas (e você aí reclamando de um friozinho em São Paulo).
Não  é uma trama real, não se passa num espaço definido na história, nem sequer num local em que conhecemos (apesar da semelhança com a Europa medieval) tampouco é uma fantasia de magos e fadas. A nova série é regada à violência das grandes (com direito a muito sangue e órgãos internos à mostra), traição, vingança, jogos de poder, muito sexo, corpos nus e é com tudo isso junto que o expectador se surpreende a cada segundo.
Taí o trailer para dar um gostinho

A nova série da HBO é bem diferente de tudo o que está no ar atualmente e com certeza vai conquistar milhares de fãs. Pelo menos esta é a aposta da emissora que só no primeiro episódio investiu cerca de 10 milhões de dólares – serão 10 episódios para a primeira temporada.

Quem bater os olhos sem se inteirar da série pode pensar que se trata de algo como The Tudors, por causa do figurino pomposo de reis e rainhas ou até imaginar que é uma versão para TV de Senhor dos Anéis devido ao cenário sombrio, mas não é absolutamente nada disso. Game of Thrones é baseada no primeiro livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo, uma série de fantasia escritos por George R. R. Martin. A história se passa em Sete Reinos de Westeros, um lugar onde as estações duram anos – um inverno rigorosíssimo pode durar décadas (e você aí reclamando de um friozinho em São Paulo).

Não  é uma trama real, não se passa num espaço definido na história, nem sequer num local em que conhecemos (apesar da semelhança com a Europa medieval) tampouco é uma fantasia de magos e fadas. A nova série é regada à violência das grandes (com direito a muito sangue e órgãos internos à mostra), traição, vingança, jogos de poder, muito sexo, corpos nus e é com tudo isso junto que o expectador se surpreende a cada segundo.

Taí o trailer para dar um gostinho:

 

 



17 de julho de 2008

Rapidinhas: o ator e o banqueiro


Acho que a única coisa de interessante que essa tal operação Satiagraha fez foi o fuá com o ator da Globo. Devido ao fato do ator possuir o mesmo nome do banqueiro Daniel Dantas, o jornal italiano “La Stampa” publicou fotos suas como sendo o antigo dono do Opportunity. O ator disse que processará a publicação.

Outro desavisado que publicou fotos do ator globento no lugar das do banqueiro foi o jornal baiano Diário do Sul, mas esses coitados ele não vai processar, não.

Mas sei lá, leitores. Eu, se fosse o ator ficaria feliz, garanto que assim como eu, a maioria das pessoas também não fazia idéia do nome dele antes desse bafafá todo.

Dani querido, aproveita pra aumentar o cachê! Quem sabe agora você vira protagonista, ou melhor, é contratado pela Record e faz papel de um mutante.



22 de abril de 2008

Por uma vida menos ordinária


Não interessa onde quer que estejamos, tudo o que ouvimos desde 29 de março é sobre a menina Isabella. A imprensa enlouquecida faz plantão em frente às residências dos pais do casal e do distrito policial onde o caso está sendo conduzido – muitos já nem fazem mais questão do tal compromisso com a imparcialidade. Ambulantes aproveitam o movimento para descolar uma graninha extra: “olha a água! Justiçaa! Olha o salgadinho! Assassiiiinos! Coca-cola!”. A população enfurecida grita frases clamando justiça e se confunde entoando cantigas mórbidas: “pega lá, pega lá, o casal pra nós linchá”. A famosa justiça com as próprias mãos sempre entra em voga quando se trata de um crime desta categoria: “olho por olho”, dizem.

A polícia concluiu que o casal é culpado. O casal nega veementemente e chora em entrevista na televisão. O Promotor estranha a atitude dos dois, bem diferente de quando estiveram 12 horas em depoimento na delegacia. A defesa insiste em afirmar que uma terceira pessoa esteve no apartamento com tempo suficiente para asfixiar a menina, feri-la na testa, cortar a tela do quarto, atirá-la pela janela e ainda limpar as manchas de sangue espalhadas no local.

A mídia se alimenta da curiosidade do povo e o povo se alimenta dos fatos incessantemente noticiados pela mídia. Um círculo vicioso macabro ao qual acabamos todos envolvidos, muitas vezes sem sequer nos darmos conta. Mas Isabella continuará morta. Faixas e cartazes indignados ainda estão sendo colados nos muros das casas que hospedam os supostos assassinos. Mas Isabella continuará morta. Jornalistas continuam se acotovelando na tentativa de noticiar em primeira mão cada novo fato – relevante ou não. Mas Isabella continuará morta. Os pais, amigos e pessoas que amavam a garotinha continuam sofrendo. Mas Isabella continuará morta…

A pequena Isabella, desde a triste noite de 29 de março transformou-se em “caso Isabella” e a culpa é toda nossa. Não a matamos, mas a assistimos cair daquela janela do sexto andar inúmeras vezes. Vezes suficientes para que tenhamos esquecido que antes de virar um terrível caso policial, ela era apenas uma menininha de cinco anos que era a razão de viver de pessoas que realmente estão sentido sua partida prematura. A culpa é toda nossa sim, pois todos os dias em nosso país, crianças são cruelmente assassinadas e não ficamos nem sabendo, pois não receberam destaque algum na mídia. Deixemos que a polícia faça seu trabalho, deixemos a justiça ser feita de maneira correta, e, principalmente, respeitemos a pequena e a deixemos em paz.



1 de novembro de 2007

Da série: Coisas que não interferem um milímetro sequer em minha vida ou na sua


A coisa mais divertida da televisão aberta ontem à noite não foi nenhum jogo de futebol, novela, ou filme, mas sim a “bombástica declaração” de Ronaldo Esper assumindo sua homossexualidade. Isso é exatamente o que costumo chamar de: ah-tio-não-fooode!

Sim, ele foi ao “respeitadíssimo” programa da “talentosa” apresentadora Luciana Gimenez e finalmente assumiu que é gay. Isso depois de jurar, espernear e se descabelar tooooda garantindo que era muito macho. De novo, mas agora todo mundo junto bem alto: Ah-tio-não-fooode!

Ninguém fazia a menor idéia disso, não é mesmo leitores? Aposto que todos vocês estão chocados, surpresos e consternados. A-pooooos-to!

Aiiimm, Tukaam, eu sabia que ele roubava cemitério, mas gaaaay? Ai, genteeem, tô bege!



16 de agosto de 2007

Estréia a versão tupiniquim de Desperate Housewives


Foi patética a estréia de Donas de Casa Desesperadas na noite de ontem pela Rede TV. Numa parceria com a Disney, que é dona dos direitos da série, a versão nacional foi gravada em Buenos Aires. Eu já imaginava que a idéia de uma adaptação não seria das melhores. Mas foi mesmo quando Sônia Braga começou a narrar a história do suicídio de sua personagem (Alice Monteiro) que eu tive certeza absoluta do grande rebosteio equívoco que estava por vir. Mal pude acreditar que interpretar um texto fazendo parecer que ele não está sendo lido seria algo tão sôfrego para alguém que em toda sua vida apenas atuou. Affe, Sônia Braga, até meu sobrinho de nove anos faria aquilo parecer mega espontâneo! A partir disso me preparei para qualquer coisa.
Numa cópia absoluta da série americana a versão nacional não identifica os telespectadores brasileiros. Começando pelo básico: Aqui os bairros de pessoas com maior poder aquisitivo (e até mesmo os de classe média), não possuem casas sem muros gigantescos. Não existem as clássicas cercas brancas e gramados verdes dos subúrbios americanos, mas cachorros, cerca elétrica ou cacos de vidro numa tentativa de afugentar assaltantes. E mais: aqui não fazemos velórios em nossas próprias casas e tampouco as mulheres abastadas cuidam das tarefas domésticas – elas passam o tempo em salões de beleza e em clínicas de estética. Já as que não tiveram a sorte de serem ricas, têm tripla jornada de trabalho.

E, por último, mas não menos importante: não tinha mesmo alguém menos gay para fazer o papel do encanador Mike Delfino aqui no Brasil? Pois convenhamos: nossos encanadores não são lindos como o ator James Denton e nem moram em bairros luxuosos, mas definitivamente são machos pra caramba. E das duas uma: ou o ator que faz Miguel (que realmente não sei o nome), está se esforçando muito para parecer gay (coisa que não faz o menor sentido já que Mike é hétero) ou ele é mesmo o maior dos micos da escolha do elenco da versão nacional. Até dava para tentar engolir Susana Mayer (Lucélia Santos), Lígia Salgado (Teresa Seiblitz), Gabriela Solis (Franciely Freduseski), Elisa Fernandes (Viétia Zangrandi) e Vera Marques (Isadora Ribeiro). Mas o personagem mais coço-o-caco-e-cuspo-na-porra-do-chão da série numa versão brasileira gay, é tão deprimente que chega a ser engraçado.

Rede TV, na boa, assim sem querer ser chata: no lugar de Donas de Casa Desesperadas reprise o Chaves, Pica-Pau, qualquer coisa, mas cancele logo essa droga.



13 de agosto de 2007

The Office: você vai se identificar


Pois a arte sempre imita a vida… Mesmo!

A equipe todaSabem o chefe babaca e engraçadinho que todo mundo acha um idiota e ele pensa que é super-ultra-mega respeitado e adorado por todos? Sabem o puxa-saco filho da puta que vive rindo das piadas imbecis do chefe e ferra todo mundo para ser promovido? Sabem aquela moça que trabalha a seu lado há anos, mas que você mal sabe o nome e quando ela falta ninguém se dá conta? Sabem a fulana moralista e preconceituosa que julga a tudo e a todos e se acha melhor que todo mundo? Sabem o cara que reclama de absolutamente tudo e faz questão de dizer que só trabalha ali porque precisa, mas que odeia o que faz? Sabem o carinha bonitinho e inteligente que todo mundo quer ficar perto e que só trabalha na empresa porque ainda não apareceu coisa melhor? Sabem a moça bonitinha, noiva há milênios sem data para casar, que está de saco cheio do relacionamento, mas não admite? Eu tenho certeza absoluta que vocês têm pelo menos um colega com essas características. Por isso é que quando assisti pela primeira vez a série The Office, nunca mais consegui parar, pois seus personagens me soam muito familiares.

The Office originalmente começou como uma séria britânica, mas seu sucesso foi tão arrebatador que ganhou versões americana, francesa, alemã e canadense. A versão americana é o foco deste post.

Michael ScottFilmada em forma de documentário, a série – que está prestes a estrear a sua 4ª temporada nos EUA – mostra a rotina de trabalho dos funcionários da Dundler-Mifflin, uma empresa distribuidora de papel em Scranton, Pensilvânia. No comando da pequena filial está Michael Scott, um chefe absolutamente sem nenhuma habilidade de liderança, que tenta motivar e inspirar a seus funcionários das maneiras mais bizarras e calamitosas. Michael pensa ser amado por todos, não tem noção de que não inspira respeito algum, não possui nenhum tato para lidar com as pessoas e foge de qualquer responsabilidade que possa fazer com que o odeiem (mais), como demitir funcionários ou diminuir benefícios. Ele se considera um chefe maravilhoso, ético e justo, no entanto é um desastre em todos os sentidos. Ele faz desde piadas sem graça que esculhambam mulheres, gays, raças e etnias a prometer coisas que jamais poderá cumprir.

A cada episódio nos perguntamos o que uma figura como aquela faz no cargo de chefe e daí nos lembramos que realmente a arte imita a vida, pois temos ou já tivemos um chefe exatamente como aquele. Michael, com o decorrer dos episódios, faz com que alternemos por ele os sentimentos de raiva e dó. E é também com o passar do tempo que percebemos que antes de ser o gerente incompetente, Michael era o melhor vendedor da empresa, por isso foi promovido e o cargo de chefia caiu em suas mãos. Coisas do mundo coorporativo, não é mesmo?

Jim de fora e Pam com o noivo RoyOs outros personagens, por mais que não tenham o mesmo enfoque do chefe, são igualmente ótimos. Jim Harper é um dos vendedores e Pam Beesly é a recepcionista. Jovens e bonitos, formam uma dupla dinâmica que inferniza a vida de Dwight, o braço direito do chefe. A dupla se empenha em pregar peças no coitado que variam de colocar seus objetos pessoais em gelatinas a criarem conspirações fictícias para darem risada às custas do dedicado funcionário. Pam é noiva de Roy, funcionário do estoque da empresa, e o relacionamento dos dois não parece ter muito futuro. Jim mantém por ela uma paixão platônica percebida por todos, e embora muitas vezes Pam pareça retribuir aos sentimentos do rapaz, ela sempre recua e se mostra determinada a ir adiante com Roy. DwightDwight Schrute é o típico puxa-saco: idolatra o chefe e se sente superior a todos quando Michael lhe delega alguma tarefa “importante”. Personagem absurdamente espetacular que rouba a cena em diversos episódios – isso para não dizer todos.

Fazem ainda parte da equipe Dundler-Mifflin: Ryan – o estagiário que em pouco tempo percebe se meteu numa furada indo trabalhar ali, Angela – a chata metida à certinha que julga todo mundo a seu redor, Stanley – odeia seu trabalho e seus colegas, mas não tem opção, pois precisa do dinheiro, Kevin Malone – bobão e tarado, vive dando risadinhas pelos cantos, Meredith – divorciada e alcoólatra, sempre uma das vítimas das brincadeiras insensíveis de Michael, Oscar – personagem de vários exemplos de “diversidade” do chefe, Phyllis – gordinha com cara de vó, é chamada de velha a todo instante pelo chefe, mas possui a mesma idade que ele, Kelly Kapoor – atendente de tele-marketing, sempre cansa a todos por falar demais, Jan Levinson – trabalha na matriz da empresa e é chefe de Michael, esconde por trás da mulher durona uma pessoa insegura e carente.

RyanAngelaStanleyKevinMeredith
OscarPhyllisKellyJan

The Office é uma paródia da vida real e é exatamente por isso que é tão viciante. Cada personagem pode ser uma cópia perfeita de muitos que trabalham ao nosso lado e se não fosse assim, um documentário numa empresa de papel não teria a menor graça. A série é sensacional e não tenho o menor receio de dizer que é de longe a melhor do momento. Corra até a locadora (ou para o site de torrent mais próximo – hohohoho…) e pegue as duas temporadas já disponíveis em DVD – diversão garantida.


7 de agosto de 2007

Simpsons, O Filme O Episódiozão


DuuuhEntão que ontem eu assisti o mais do que aguardado longa dos Simpsons que estreará em circuito nacional nesta sexta, dia 17 de agosto. Desde que foi anunciado que a família mais tosca do mundo viraria filme, dez entre dez nerds estão ansiosos e roendo todas as unhas das mãos e dos pés contando os dias para a estréia. Também, com toda a campanha de divulgação que fizeram quem é que não ficaria com vontade de ver (confessa, você também se “simpsonizou”, né??). Só nos Estados Unidos o rebuliço foi tão grande, que apenas no fim de semana da estréia, foi arrecadado US$ 71,9 milhões. Até eu, que nunca fui fã da série, fiquei animadinha para assistir. Afinal os criadores teriam que se esforçar para não cair na mesmice de fazer um filme com a cara de um episódio convencional, certo? Errado.

A trama se desenvolve focando a necessidade de preservação da natureza e mostrando as inúteis tentativas dos ambientalistas (entre eles, a sempre engajada Lisa) em conscientizar os alienados habitantes de Springfield. Até a banda Green Day entra em cena e é animadamente apedrejada e vaiada quando interrompe um show para falar sobre consciência ecológica. Mas tudo foge realmente de controle a partir de uma catástrofe ambiental ocasionada por Homer. E então o filme segue mostrando as conseqüências que isso gera a sua família e a todos os moradores da cidade. Tudo é cercado de muito humor negro e provocações anti-religiosas e anti-moralistas.

O que se vê é basicamente um episódio comum, com maior tempo de duração e, óbvio, tendo a tela de cinema no lugar na televisão da sala. Claro que isso não impede que a história seja divertida e cheia das deliciosas piadinhas político-sociais. Mesmo assim, eu tinha uma pequena ilusão de ver umas novidades ou ao menos de assistir a algo que não tivesse cara de um desenho normal com “To be continued” no final dos 30 minutos habituais.

Vai ver que um filme originado de uma série com mais de 400 episódios, 23 prêmios Emmy e o título de “melhor programa de TV do século 20″, precisa mesmo apenas ser o que todo mundo já conhece.

Portanto, se você que vai assistir ao Simpsons, O Filme, espera ver exatamente o que passa na Fox e na Globo, pode ficar tranqüilo, pois não se decepcionará. Vai encontrar absolutamente todos os ingredientes que tornaram o desenho um sucesso desde a primeira vez que foi ao ar há 18 anos. Já se está na expectativa de algo diferente, aguarde o DVD.


PS: Lamento muito não ter visto a versão dublada, pois as vozes em português são muuuuuuito melhores do que as originais.


24 de maio de 2007

Geléia Geral – décima edição


Chewbacca de cu é rôooula! Ninguém me avisou que uma das coisas ruins de se ter uma franja é que esse treco cresce igual mato. Para conseguir enxergar um palmo diante do meu nariz preciso aparar a cada 15 dias. E eu que já sou cega normalmente agora tenho a franja como a mais nova aliada da minha miopia. Mas vejam bem, apesar disso e do perigo de que eu acabe enfiando o carro em algum poste por aí, posso garantir a vocês que cabelos encobrindo parcialmente os olhos tem um certo charme, pois percebo que as pessoas me olham muito na rua. E das duas uma: Ou pensam que eu estou fantasiada de Chewbacca e me olham porque sentem medo ou estão mesmo me achando mega-lindonaam. Na foto estou tentando pagar de gatchinham e esqueci que a intenção era usá-la para ilustrar minha franja-mato. Ao lado Chewbacca em seu melhor ângulo. PS: No caso de terem alguma dúvida eu sou a da direita, a de lilás última moda. Ai, Tukaam, como você é retardadaam!

Update (26/05/2007)
Cortei a franja ontem à noite e mais curta que normalmente. Agora estou a cara do Willy Wonka… Oh Fuuuuuuuuuuuuuck!
***

EmpreendedoresEstou em crise de abstinência porque absolutamente todas as séries que eu assisto acabaram suas temporadas praticamente ao mesmo tempo. Só de ódziuuum vou contar o final de todas pra vocês. Em Grey’s Anatomy o Drº Burke acaba desistindo do casamento e abandona Cristina Yang na igreja. Meredith continua a drama queen de sempre e mantém o joguinho chato com o McDreamy – eu ia curtir muito mais se a série se chamasse Yang’s Anatomy. Em Desperate Housewives a Eddie se mata, Linette está com câncer e sua mãe chega para ajudá-la, Susan casa com Mike, Bree finge que está grávida para assumir o filho de Danielle e Gabrielle se casa com o político. Em Heroes, Hiro enfim mata Sylar e quando Peter Petrelli está prestes a explodir, seu irmão Nathan voa com ele para o espaço e então os outros heroes observam a explosão juntos. Ainda não vi os últimos episódios de Criminal Minds e nem de Lost, mas não passa deste fim de semana. Agora me resta esperar Weeds e Dexter que começam suas novas temporadas ainda este ano – falar nisso preciso postar sobre essas duas séries aqui na Casa.

***

Bundjinha + celulitche Então que algumas vezes por dia perco toda minha dignidade e me divirto horrores lendo fofocas sobre as celebridades. Mas pára benhê, não desço tão baixo a ponto de me interessar por celebridade de segundo escalão. Eu leio sobre os fuás de Hollywood que é muito mais chique. Aii também acho, Tukaaaaam! Descubro quem anda por ai sem calcinha, quem está transando com quem, quem está grávida, quem é a vaca da semana, quem está gorda e/ou velha e deu azar de ser fotografada e publicada sem photoshop – só coisas importantíssimas como vocês podem perceber. Ai, Tukaaam! É tão legal, néaam? Ô! Entretenimento garantido. Essa bunda aí ao lado é da Sharon Stone. Eu acho que o fato de uma senhora de quase cinqüenta anos ter celulite é uma coisa bem aceitável – aliás, é praticamente inevitável pra qualquer mulher – não sei porque esse povo tem que ficar gongando a tia. No mais, tem um monte de gatinha que nem 20 anos tem e já está muuuuuuuuito pior. Dá-lhe Sharon, você é a maior gataaam!


***

Update (25/05/2007)

Jack com o visual pós ilhaVi o final de Lost ontem à noite e aí vai: Charlie descobre que Naomi não foi mandada por Penny para resgatá-los e avisa Desmond antes de finalmente morrer. Vários do grupo dos “outros” morrem. O sinal do telefone de Naomi é estabilizado. Walt Aparece. Locke volta e tenta impedir que Jack fale com o barco que trouxe a forasteira, ameaçando-o com uma arma. Jack não cede e consegue fazer contato sob protestos também de Ben que foi capturado por eles. Alex descobre que Rosseau é sua mãe e a francesa fica comovida diante da filha. Apesar da tentativa de Sawyer e Juliet de ajudar Sayid, Jin e Bernard, quem salva a pátria é o fofíssimo Hurley ao volante da Kombi azul. A série acaba e todos estão felizes aguardando o resgate. Só que os já tradicionais flashbacks inseridos durante todos os episódios, desta vez mostram o futuro pós ilha de Jack – e ele está arrependido por ter siso resgatado. Será que Ben e Locke tinham razão em alertar que não entrassem em contato com o tal barco pois todos se arrependeriam?

E ah, Jorge! É tudo spoiller! Hohohohoho!


28 de fevereiro de 2007

Campeão do BBB7 já está definido


Ou: O Brasil e seus ídolos

E eis que ontem a Rede Globo abocanhou um “ibopão” por conta de Irislene Stelanelli e Diego Alemão. A mineirinha, uma das personagens mais queridas de todas as edições do Big Brother Brasil, foi eliminada com 57% de votos.

Siri deixa o programa

Mas porque afinal esse formato de programa atrai um número tão grandioso de público? Existem mil estudos por aí para embasar todo tipo de teoria, mas como eu sou uma mera espectadora como a maioria das pessoas, explico esse fenômeno de maneira bem simplória. Essa droga de programa fascina tanto porque simplesmente retrata uma micro-sociedade – ilustrando de uma forma ou de outra, pessoas como as que conhecemos no mundo real. Ali se confinam 12 sujeitos e passado o período de euforia pela novidade de estar em rede nacional cercados por 40 câmeras, o que acontece é que todos voltam a ser como realmente são. É então que podemos enxergar com nitidez os maus-caracteres, os sem personalidade, os influenciáveis, os neutros, os invejosos inveterados e aqueles que podem ser considerados dignos, apesar de seus defeitos.

Ok, vocês podem gritar aí que ninguém é espontâneo sabendo que está sendo filmado, ninguém age de maneira natural desta forma. Então posso dizer que se isso for verdade a coisa é ainda pior: se mesmo com a preocupação de estarem sendo observados agem de maneira que muitas vezes faz com que o público fique absorto com suas atitudes, imaginem então se não estivessem?

Quem é que já não conheceu alguém tão desleal como Alberto ou Airton? Quem é que já não teve o desprazer de se ver próximo de alguém tão arrogante como a tal Analy? Quem é que já não se viu diante de um ser tão invejoso quanto Carolinni? Quem é que já não sentiu raiva de uma pessoa tão maria-vai-com-as-outras quando a Fani? Com certeza todos nós. Por isso é que o programa e seus personagens arrebatam a milhões.

vilões?

Existem também os mocinhos que de perfeitos não tem nada e que também podem ser comparados com várias pessoas que conhecemos: Iris – uma mulher que não sabe a hora de calar, que irrita a todos por falar tudo o que lhe vem à cabeça sem medir as conseqüências. Alemão – um moleque mimado, brutamontes, estúpido e pretensioso, que trata as mulheres como lixo, mas sabe administrar como ninguém a arte de bater e assoprar. E Flávia – na minha opinião a mais inteligente de todas, ela observou o jogo todo e só tomou partido quando o bem e o mal tinham definido seus pares. Já Bruna não conta, a coitada não serviu nem para deixar claro suas diretrizes: escolheu o cafajeste mor para namorar e na hora que a coisa ficou feia ela caiu fora e ainda teve a cara de pau de falar em valores (leiam aqui).

Mocinhos?

O campeão deste jogo todos já sabem que será Alemão. E mais uma vez nosso país declara com todas as letras que é sim um país machista e de valores pra lá de duvidosos. Pois não interessa quantas um homem possa aprontar, se ao menos aparentar ser alguém de caráter, está valendo. Já tivemos Kléber Bambam – uma anta em forma de gente que sequer sabia formular uma frase sem erros homéricos. Rodrigo Caubói, o caipira que foi taxado de pegador por ficar com duas mulheres no programa enquanto namorava sério há mais de dois anos. Dhomini, o fala mansa dissimulado que conquistou Sabrina Sato enquanto sua namorada ia a todos os paredões para ser humilhada em rede nacional – imbecil. Depois disso tivemos Cida, Jean Willis e Mara – que fugiram do clichê “machões escrotos comandam”. Cada um usou a tática que achou mais conveniente para conquistar o público que foi desde a do “sou bonzinho demais” a “sou pobre, preciso do prêmio para viver!”.

Campeões das outras edições do BBB

Para para não esquecermos “nossa verdadeira natureza” aí está Diego Alemão que levará o milhão pra casa. Um herói completamente torto que faz com que as coisas sejam ainda mais lamuriosas quando percebemos que entre todos (exceto Flávia e antes Sirí – eu torcia por ela) ele é a melhor das opções. Ele vestiu como ninguém o personagem do guerreiro justiceiro e é com ele que levará o prêmio.

Acho que um país que cria ídolos tão equivocados quanto esses tem grande parte de seus problemas explicados, não acham? Não é realmente certa a frase que declara que cada um tem mesmo somente o que merece?

Update: Hoje dia 03 de abril de 2007, Alemão foi mesmo confirmado como campeão do BBB7. Aqui na Casa da Tuka você ficou sabendo disso com mais de um mês de antecedência. Mãe Diná pra quê? Hahahahahaha!



20 de fevereiro de 2006

Série-maníaca, eu?


Esse ano abri mão de assistir televisão aberta. Nem novelas, nem Big Brother, nem nada. Tá, nada também é mentira, assisto ao Bom Dia Brasil sempre, mesmo achando Renato Machado um entojo.

Não tem como negar aqui e falar que nunca assisti a nenhuma dessas porcarias pois já assumi em outros posts (como esse). Assumi até que realmente gostava de Big Brother e que era assídua diante da tevê nos horários do reality show, isso na edição passada. Só que nesse ano não tive saco. Nem pra novela, embora a tal “Chatíssima” pareça ser bem legal.

E não pensem vocês que faço parte da “elite” que a vida toda assistiu apenas canal a cabo e se orgulha disso. Não! Até mesmo porque só assino há uns dois anos e acho caro pra caramba. Mas convenhamos que poder escolher o que assistir e ter mais opções do que apenas as atrações “globíferas” é deveras muito bom. Aliás, eu acho ótimo.

Mas voltemos ao fato de que eu estou cada vez menos motivada a ver a grade de programação da televisão aberta – pra isso tenho que confessar outros vícios que adquiri: séries.

De segunda a sexta-feira ou sempre que não tenho algo que me impeça, assisto a “Law and Order – Especial Victim Unit” – pontualmente às 20h. A-DO-RO. A série mostra a cada episódio o passo a passo dos policiais que desvendam crimes sexuais: quem matou quem, quem estuprou quem, quando, onde, porquê e o julgamento. Entretanto estou chateada porque minha personagem favorita vivida por Mariska Hargitay vai sair da série por um período – a atriz está em licença maternidade.

Tem também American Idol toda quarta. Sim, é um reality show. Não, não tem nada a ver com o Big Brother. É algo como o nosso fracassado Fama só que infinitamente melhor. É o segundo ano em que assisto e me mato de rir com os bizarros candidatos a cantores que acreditam ter talento incontestável. É divertido, não tem como negar. Os juízes são Paula Abdul (sim aquela que cantava “Rush, Rush”), Simon Cowell e Randy Jackson — responsáveis em selecionar os melhores competidores para as fases finais. A graça do programa está em acompanhar as fases classificatórias e se deliciar com as pérolas que aparecem e têm certeza de que são estrelas da música ainda não descobertas.

E Lost. Lost é um absurdo. Na segunda temporada a série é uma das mais assistidas em todos os países em que é passa. A Globo começou a transmitir também e parece que tem feito sucesso mesmo apesar do horário em que vai ao ar. Lost conta a história de 48 sobreviventes de uma queda de avião em uma ilha que não se sabe exatamente onde fica mas que não se trata de um lugar qualquer: habitantes estranhos, acontecimentos bizarros.

E por último mas não menos importante: Desperate Housewives. Um misto de tragédia e comédia é a pitada especial dessa série que mostra de maneira atual o “felizes para sempre”, com muito humor negro, ao retratar as vidas secretas das mulheres casadas de um subúrbio, que não são exatamente o que aparentam ser. Aliás, não são quase nada do que aparentam ser. A segunda temporada acaba de começar.


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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