Arquivo da Categoria ‘Rapidinhas’



4 de setembro de 2006

Selinho de sucesso


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio!Pessoas, desde que eu coloquei o selinho anti-plágio hoje de manhã ali do lado direito, algumas pessoas já escreveram pedindo. Fiquei muito feliz. Óbvio que eu posso enviar, vou achar o máximo que todos se engajem nessa campanha contra vampiros de idéias.

Façam assim: quem estiver interessado em colocar o selo no blog, deixe um comentário pedindo com o e-mail para o qual posso mandar que envio o código em seguida. Certo?

Vamos todos dizer deixar bem claro que não toleramos esse tipo de atitude. Que o que contém em nossos sites e blogs são nossos e por mais que nos sintamos lisonjeados com a identificação das pessoas com o que escrevemos, isso não dá a ninguém o direito de nos roubarem.

E tenho dito!



2 de setembro de 2006

Bicho à toa


Gatô Lolô, não seja assim, meu filho!Eis que meu gato, que pensa – e ninguém o convence do contrário – que é gente, resolve querer ir passear na micro-quase-inexistente-sacadinha-da-janela-da-sala. Acontece que está frio, Gato Lolô, não vou abrir, eu digo. Ele responde que me odeia e corre. Passam mais dez minutos e ele volta. Abre, mãe, ele fala miando. Eu abro, afinal não resisto aos olhinhos redondos e carinha fofa de Gato Lolô. Caramba, não consigo dizer não nem ao meu gato! Mas vejam esse bicho sem-vergonha e me digam, vocês conseguiriam?


25 de agosto de 2006

Politicalha


Quando a gente pensa que está seguro tendo tevê a cabo ou colocando um CD na hora que o horário político começa no rádio, somos surpreendidos por outro tipo de campanha. Nesta semana ligaram em minha casa perguntando quantas pessoas da minha família votam em São Paulo e oferecendo GRATUITAMENTE o envio de material para conhecer o trabalho de um tal de professor Renato. Candidato a deputado, acho.

Eu, com todo meu bom humor e amabilidade, tão conhecidos pelos leitores desta Casa, disse que ele podia enviar sim, mas somente se me passasse o endereço da casa (não do comitê) do tal professor Renato para que eu também mandasse GRATUITAMENTE um material o qual considero muito interessante. O rapazinho do telemarketing, tadinho, não tinha no script o que falar diante dessa situação e disse que retornaria a ligação mais tarde.

***

PS1: Estranho, mas ele não ligou mais.

PS2: Esqueci de dizer pra ele que nem eu nem meu marido votamos aqui.


16 de agosto de 2006

Home sweet home…


Pela primeira vez na vida tenho um layout profissional. Feito por uma designER e um webmaster de verdade. Não está lindo?
Obrigada aos dois profissionais talentosíssimos, Lin Diniz e Fernando Boniotti e pela paciência absurda que tiveram comigo e com minhas constantes mudanças de como deveria ficar tudo isso aqui. Eu gostei muito mesmo. Acho que ficou com a minha cara – um mix de moleca e mulher fatal.
Daqui a pouco, além do blog, terão mais umas coisinhas para quem gosta de frequentar esta humilde Casa. Existirão outros links, coisas que o Fê está se encarregando de fazer. Dá pra dar uma bisbilhotada acessando www.tukapereira.com . Por enquando só a máquina de escrever é que funciona (aquela mesma máquina de outros tempos, alguns vão se lembrar).


12 de maio de 2006

Né?


Se vocês ainda não sabem o motivo do meu sumiço desta Casa:

Em plena sexta-feira, 20h31 – e eu ainda estou trabalhando. Tá pensando que é mole?

***

Eu volto, sempre volto.



24 de fevereiro de 2006

As crônicas de nada: o celular, o filme e a escola de samba


Ontem perdi a droga do meu celular. Coloquei o aparelho no bolso da frente da calça jeans e, poucos metros depois que saí de casa, dei pela falta do dito cujo. Voltei todo o caminho e perguntei a todos que via se haviam encontrado o tal aparelho. A resposta era sempre a mesma, claro: “não”. Fui a um orelhão e liguei: o espertinho que achou não perdeu tempo e já o havia desligado. Fiz todos os procedimentos na operadora para bloquear aparelho e chip e mesmo que a pessoa tente usá-lo com outro cartão de memória não irá funcionar. E o bom é que pelo menos o número consegui manter, óbvio que os contatos já eram.

O que mais me deixou puta nessa história toda é que em encontrei celulares em duas ocasiões diferentes: uma vez no banheiro de uma balada e depois em um caixa automático. Nas duas vezes os telefones eram infinitamente mais modernos e mais caros do que o que eu tinha na época e sem pestanejar liguei para os números da agenda e devolvi. Isso sem contar carteiras e blusas que já vi cair enquanto andava e sempre corri atrás dos respectivos donos para devolver. Mas, como disse um rapaz da operadora: “honestidade é questão de berço – quem tem, tem”.

No meu caso, é fato de que quem encontrou estava logo atrás de mim. A pessoa muito provavelmente viu que caiu, pegou o aparelho e seguiu caminho. Isso pra mim é o cúmulo da desonestidade – e não me venham com “achado não é roubado”. Pois se tivesse um mínimo de decência nessa pessoa ela não teria desligado o aparelho em seguida pois sabia que o dono procuraria por ele. Mas ok. Tudo o que vem fácil vai fácil. E praga de Tuka pega.

***

Finalmente, depois de uma longa espera, estréia hoje “Uma Mulher Contra Hitler” (Sophie Scholl – Die Letzten Tage). Já falei de Sophie Scholl na Casa neste post aqui e desde que soube que fariam um filme a respeito dessa história fiquei ansiosa. Fala sobre um grupo de jovens universitários que em 1943 apela para a resistência pacífica como forma de conter o nazismo – assim, nasce o Rosa Branca. A única mulher que participa do grupo é Sophie Scholl (Julia Jentsch) e enquanto distribuíam panfletos Sophie e seu irmão, Hans (Fabian Hinrichs), são presos e condenados a morte.

Mais do que isso só irei saber depois de assistir. Mas já li em tudo quanto é site especializado em cinema que se trata de um puta filme. Veremos. Só o fato de ter Julia Jentsh – que fez Edukators – como a protagonista já conta muitos pontos.

***

Do Carnaval de São Paulo só espero por tudo quanto é mais sagrado que a Vai-Vai não ganhe. E esse meu interesse em nada tem a ver com nenhum critério carnavalesco e nem ao fato de eu torcer por alguma rival. Na verdade quero que todas vão pra PQP. Mas minha desafeição principalmente pela Vai-Vai (…pro diabo que te carregue) é devido à proximidade do meu prédio com a quadra desta escola. Imaginem portanto, que se ela ganhar, vai ser difícil ficar incólume a todo fuá que vai haver.

***
Feriado prolongado – check

Casa limpinha e cheirando a essência de rechaud da Imaginarium – check
Estoque de comida renovado – check
Filmes bons para assistir – check
Dias de luxúria e amor pela frente – check


2 de fevereiro de 2006

Na locadora…


…surrupio o seguinte diálogo:

- Odeio esse, não quero ver.
- Odeia como?
- Tudo. Desde o ator até a história. Tudo horrível.
- Mas você nem viu!
- Mas odeio assim mesmo. Tem coisas que a gente odeia sem precisar ver.
- Hum, mas vou levar.
- Tá, leve então. Vou alugar uns pornôs em represália.

(Tenho cá para mim que essa pessoa só precisava de uma bela desculpa para alugar os tais filmes de adultos).


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
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