Arquivo da Categoria ‘Mídia’



19 de outubro de 2006

Geléia geral


Estão vendo esta camerazinha? Ela está ali na coluna da direita faz um tempão. Estava ali, coitadinha, de boba – não servia pra nada. Mas agora ela funciona. Podem clicar lá e conferir. Não é um fotolog totally ego descontrol, mas nem por isso vocês estarão livres de ver a minha carranca.

Até o momento existem oito álbuns separados por categorias e pretendo abastecê-los com fotos novas sempre que possível. Então, por mais que com o passar do tempo pareça que tudo continua igual, o número de fotos de cada um deles sempre aumentará. Podem botar reparo. Vão dar uma olhada e voltem aqui pra dizer o que acharam, certo?

***

Então que Raquel Pacheco (vulga Bruna Surfistinha) vai lançar mais um livro: “O Que Aprendi Com Bruna Surfistinha – Lições de uma vida nada fácil” (Panda Books/R$ 27,90 /272 págs). Segundo a matéria da Folha Online o livro abordará suas experiências sexuais com famosos, como um apresentador de TV, um galã e um jogador de futebol. Mas a ex-prostituta vai evitar nomear os ex-clientes, com medo de ser processada.

Pois é, agora que ela achou mais fácil ser escritora do que puta, ganho uma concorrente de peso – hahahahaha. E detalhe: o livro dela é mais caro que o meu.

***
Hoje só se falou na tal bomba que a Revista Veja está preparando para a edição deste domingo. Algo que irá acabar de uma vez por todas com a reeleição de Lula. Dizem à meia boca também, que tudo não passará de uma grande armação. Mas eu não sei de nada, portanto aguardemos cenas do próximo capítulo.

Eu abomino essa parcialidade descarada dos meios de comunicação em prol da eleição de Geraldo Alckmin. Eu simplesmente desprezo esse desespero em manipular a opinião pública como se todos fossem incapazes de tomar decisões sensatas sem serem doutrinados pelo que assistem ou lêem.

Em contrapartida tenho pena de quem se deixa envolver por joguetes, principalmente dos de época de eleição. Eu não sou PT, eu não sou PSD e nem sou PFL. Eu não sou porra nenhuma! Toda vida concordei com Montesquieu e com Lord Acton. E se você ainda não sabe quem são eles, procure saber. Antes que seja tarde e você saia por aí repetindo aos quatro cantos todas as “verdades absolutas” que vê na mídia.

Segredinho de bastidores: A mídia ri da sua cara.



2 de outubro de 2006

Cada povo…


…tem o governo que merece – MESMO!

Embora futebol, religião e política sejam coisas das quais raramente eu fale a respeito aqui na Casa, não posso deixar de dizer: que sou brasileira e não desisto nunca PUTAQUEOPARIU! Vejam apenas três fatos que certificam que o brasileiro é bicho burro, sim senhor:

  • Fernando Collor foi eleito senador pelo Alagoas.
  • Paulo Maluf foi o deputado federal eleito em São Paulo com o maior número de votos.
  • Clodovil Hernandez ganhou umas das cadeiras de deputado.
  • ***

    Joseph de Maistre nos dá saudações.

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    Vambora pro 2º turno, minha gente!

    ***

    Mudando de assunto: Ainda estou pasma com o acidento do avião da Gol.

    Daqui a pouco volto.



    16 de maio de 2006

    O dia em que São Paulo parou


    Foto UOLNão sei em que exatamente foi baseada a Teoria do Caos, mas ontem, aqui em São Paulo, a prática foi algo absolutamente assustador. Pessoas em pânico, falta de ônibus, estações de metrô fechadas, pessoas caminhando aglomeradas para ir ao trabalho, polícia nas ruas, suspeitos sendo detidos, comércios fechando as portas mais cedo, agências bancárias alvejadas por tiros, bombas em postos policiais, quilômetros de engarrafamento… Tudo isso e um pouco mais aconteceu ontem por aqui.

    As pessoas, aquelas que conseguiram chegar ao trabalho, foram dispensadas mais cedo. Não tinham como voltar para casa, pois os ônibus não circulavam e os táxis não atendiam aos chamados. Boatos atormentaram a todos durante o dia inteiro: bombas em shopping, em estações de metrô, bandidos atacando a luz do dia em ruas movimentas, balas perdidas – muita coisa real, mas muita mentira também – maldade irrestrita de quem não teve mais nada a fazer do que passar e-mails espalhando desespero.

    Ontem, como em todo dia de trabalho, acordei cedo e liguei a televisão para ver o jornal. No fim de semana já havíamos tido uma prévia do que estava para se tornar o dia que com certeza ficará marcado na história da cidade que nunca pára. Ontem, pela primeira vez, São Paulo parou. Saí de casa 8h30 e ao contrário dos outros dias em que costumo ir de ônibus, fui dirigindo. Demorei 2 horas para conseguir chegar (normalmente faço este caminho em meia hora de ônibus). Nos pontos, as pessoas esperavam pelo transporte que não chegaria nunca. Linhas de celulares congestionaram-se na tentativa de avisar aos patrões. Orelhões acumulavam filas de pessoas com o mesmo intuito.

    Durante o decorrer do dia, parentes distantes e amigos preocupados ligavam assustados e ávidos por notícias. Incessantes também foram os comentários de que haveria toque de recolher a partir das 21 horas. Quem estivesse nas ruas depois deste horário teria que contar com a própria sorte. Começou então outra movimentação – agora para saber como e quando voltar para casa. As pessoas foram dispensadas, mas o que fariam? Como chegariam a suas casas? Novamente nas ruas se viam milhares de transeuntes em busca de sair daquela confusão, esperando desesperadamente que aquele dia passasse e que tudo voltasse ao normal.

    Consegui sair da redação apenas às 17h30 – tarde demais para a tentativa de fugir de algo. Motoristas apressados – ainda mais do que o normal – corriam pelas linhas exclusivas de ônibus (eu mesma o fiz por alguns momentos do percurso) e não respeitavam sinais vermelhos (tá, confesso, também fiz isso para dar passagem a alguns carros de resgate). A todo instante ouvi sirenes, que se fossem da polícia, seriam motivo de medo, mas a maioria eram de ambulâncias que provavelmente voavam para socorrer outras vítimas. Os motoristas, cúmplices, lado a lado no trânsito que não andava, se olhavam através dos vidros fechados.

    Depois de presa no trânsito por quase três horas, cheguei em casa sã, salva e exausta. Na televisão, a reportagem não teve outro assunto: “pararam a cidade que não pára”, “São Paulo amedrontada, sitiada”, “A maior cidade do país nas mãos dos bandidos”, “A população sofre e espera medidas urgentes dos governantes”.

    E depois, lá fora, o movimento que deveria estar a toda prova foi substituído pelo silêncio que era mais assustador do que todos os barulhos que a metrópole é capaz de fazer. São Paulo em silêncio assistindo a vida na tela da televisão. Esperando pelo momento de poder colocar os pés pra fora de casa novamente e se sentir um pouco mais segura.

    ***
    Fotos UOL/Folha – veja todas aqui.


    3 de abril de 2006

    Miss…ericórdia!


    Eu não ia postar nada aqui na Casa hoje. Mas eis que vi algo no fórum que meu marido administra que não poderia deixar de compartilhar. Afinal é assunto de suma importância e sem o qual não poderemos viver. Preparados?

    Dia 8, sábado agora, acontece o Miss Brasil, a mais bonita (hum????) representará o país no Miss Universo (ai!). Escolham sua favorita agora, basta passar o mouse nas fotos para saber de qual estado pertence a “beldade”.

    (OBS: Porque ser feia é permitido – eu que o diga – mas bom senso é preciso nessa vida – em consurso de miss não né?)

    Miss Acre
    Miss Alagoas
    Miss Amapá
    Miss Amazonas - definitivamente a mais bonita
    Miss Bahia
    Miss Ceará
    Miss Distrito Federal
    Miss Espírito Santo
    Miss Goiás
    Miss Maranhão
    Miss Mato Grosso
    Miss Mato Grosso do Sul
    Miss Minas Gerais
    Miss Pará (Essa tem meu voto de Miss Monstra!)
    Miss Paraíba
    Miss Paraná
    Miss Pernambuco
    Piauí
    Miss Rio Grande do Norte
    Miss Rio Grande do Sul
    Miss Rio de Janeiro
    Miss Rondônia (Miss Fofão)
    Miss Roraima
    Miss São Paulo
    Miss Santa Catarina
    Miss Sergipe
    Miss Tocantins



    9 de fevereiro de 2006

    A criança da Pampulha – mode: repeat forever and ever


    Desde Medéia que não é novidade alguma que mães façam atrocidades com os próprios filhos. Isso tudo que ocorreu com o bebê na Lagoa da Pampulha foi terrível, mas será que a imprensa brasileira não tem mais o que fazer agora a não ser noticiar todo santo dia a mesma coisa?

    Acho isso tanta hipocrisia que me dá nojo. É realmente possível que todos os abusos contra crianças apenas começaram no momento em que filmaram aquela coitadinha sendo retirada na lagoa? Por favor! Não subestimem a inteligência das pessoas.

    Abusos como esse e, até mesmo muito mais chocantes, acontecem a toda hora, mas como uma imagem vale muito mais do que mil palavras, agora não param de mostrar e destacar o quão as crianças deste país são mal tratadas. Como se isso fosse uma grande novidade.

    O que não faz o sensacionalismo em prol da audiência garantida, não? Duvido muito que se apenas tivessem dado a notícia sem aquelas imagens alguém estaria falando nisso até agora.

    Portanto: a criança já foi salva, a puta da mãe presa, que isso sirva de lição e pronto, vamos tocar a vida!

    ***
    Agora, mudando totalmente de assunto: que raios aquele dinamarquês imbecil tinha que mexer em vespeiro com aquelas charges satirizando Maomé?



    25 de julho de 2005

    Assassinato no metrô londrino


    Desde a última sexta-feira, se procurarmos no dicionário o significado do termo “estar na hora errada no lugar errado” acharemos uma foto do brasileiro Jean Charles Menezes, confundido com um terrorista e morto pela polícia londrina.

    A imprensa nacional e mundial está em polvorosa especulando sobre a desastrosa atitude anti-terrorista de atirar antes e perguntar depois.

    O brasileiro de 27 anos, natural de Gonzaga em Minas Gerais, vivia legalmente naquele país havia 4 anos e trabalhava como eletricista.

    Na Folha li que o chefe da Scotland Yard, Ian Blair, pediu desculpas à família do jovem. “Isso é uma tragédia. A polícia metropolitana aceita a completa responsabilidade pelo sucedido. À família só posso expressar minhas profundas desculpas”, declarou Blair. E cadê a merda do primeiro ministro?

    Ele, no entanto, afirmou que a polícia de Londres tem tido que tomar decisões “em circunstâncias aterradoras” neste momento e continuará a atirar em terroristas “para matar”.

    Fico aqui me perguntando: e se o assassinato tivesse sido de um americano? Gostaria de ver se o mané continuaria com esta mesma empáfia. Também me pergunto como seria se um inglês tivesse sido morto aqui no Brasil confundido com um traficante.

    Ok, acidentes acontecem, nós brasileiros estamos aqui aterrados até o pescoço e nem nos espantamos mais com as barbaridades que a nossa polícia comete. Mas temos memória curta não é? Quem se lembra ônibus 174 em que a polícia queria matar o seqüestrador e acertou Geísa ao vivo em rede nacional no dia 12 de junho de 2000? Logo em seguida mataram o bandido asfixiado. Quem se lembra de Adriana Caringi, morta em São Paulo em 1990 pelo cabo Marco Antônio Furlan, atirador de elite da Polícia Militar, quando queria matar o assaltante Gilberto Palhares?

    E esses casos são apenas de assassinatos em que a polícia não teve culpa, foram acidentes. Mas e os outros em que quem deveria proteger faz o papel de bandido? Eu tenho medo da polícia brasileira tanto quanto tenho de bandidos à paisana.

    Mas o caso de Jean é triste. Mais ainda por se tratar de um assassinato em um país tão civilizado, tão de primeiro mundo, tão diplomático, tão tudo. Realmente a escola Bush uma hora iria chegar nas terras da rainha, até que demorou.

    Se Jean tivesse sido morto pela polícia no Brasil, hoje, 3 dias após sua morte, ninguém mais estaria falando a respeito, de tão comuns e banais que assassinatos covardes se tornaram no nosso país. Mas lá é Inglaterra. Não tem CPIs de corrupção política, não tem polícia bandida e não tem imigrantes que saem do país em busca de uma vida melhor. Então, por favor, nos dêem uma resposta mais digna quanto ao que fizeram com o rapaz.



    23 de junho de 2005

    Traité d’Athélogie


    Eu fui criada como católica. Bem, não uma católica fervorosa, mas ainda assim católica. Fui batizada aos 12 anos. Fiz primeira comunhão. Morri de medo de confessar ao padre que havia mentido à minha mãe e dado uns sopapos na Renata, minha amiga. Aprendi umas duas ou três rezinhas (aquela do anjo da guarda nunca consegui decorar), Fui a algumas missas aos domingos. Li alguns trechos daquelas bíblias de bolso. Ouvi as explicações a respeito do pecado, da história de Jesus e blábláblá.

    Mas a verdade é que sempre questionei que raios era aquilo tudo. Por que eu tinha que acreditar simplesmente? Porque eu havia de temer? Porque eu iria para o inferno e não para o céu? Por que eu tinha que assistir a uma chatisse de cultos cheio de pessoas hipócritas reparando umas nas outras? Por que o catolicismo prega um monte de absurdos e se contradiz? Por que eu tinha que seguir uma instituição moralista e cheia de preconceitos? Por que essa papa tem cara de capeta? Por quê?

    E achei a resposta depois de tanto ser chamada de louca. E a resposta era: eu não precisava de nada daquilo. E pronto.

    Foi por isso que quando descobri Michel Onfray, descobri com ele a minha “bíblia”. E minhas respostas todas não estão em crenças religiosas, mas na busca da compreensão do homem.

    Eis um trecho de uma entrevista que ele deu a Veja com o qual me identifico totalmente:

    “Até onde consigo me lembrar, sempre fui ateu, a não ser na infância, quando acreditava na mitologia católica como se acredita em Papai Noel ou nas lendas do folclore. A história contada pelo catolicismo tem tanto valor quanto essas. Está no mesmo nível dos contos da carochinha, em que os animais conversam e os ogros comem criancinhas. Assim que um embrião de razão habitou meu espírito, não me importei mais com esse pensamento mágico – que só serve, justamente, para as crianças. Isso quer dizer que, quando uma pessoa não se contenta apenas em acreditar estupidamente, mas começa a fazer perguntas sobre os textos sagrados, a doutrina, os ensinamentos da religião, não há como não chegar às conclusões que eu proponho. Trata-se de não deixar a razão, com R maiúsculo, em segundo plano, atrás da fé – e sim dar à razão o poder e a nobreza que ela merece. Essa é a missão, a tarefa e o trabalho do filósofo, pelo menos de todo filósofo que se dê ao respeito.”

    É por isso que sempre digo, e não se ofendam os que não concordam, pois este blog não tem intenção de doutrinar ninguém e respeita totalmente tudo e qualquer coisa que seja diferente daquilo que a dona desta Casa acredita: religião é o entorpecente dos tolos. Aqueles que precisam de uma razão, aqueles que precisam de um consolo, aqueles que não ousam questionar, aqueles que seguem regras sem saber o motivo, aqueles que decoram trechos do livro sagrado sem sequer saber o que realmente significa… Claro, há exceções, os que acreditam, mas com cautela, sem se deixar cegar. Esses eu respeito. O resto é só número.

    Vou viajar. See ya!



    7 de junho de 2005

    Ooops! Comprei hein seu Ronaldo Caiado! E agora? Vai mandar recolher aqui em casa?


    Pois é, para uma pessoa como eu que viu abestalhada aos sete anos de idade, Fafá de Belém se estrebuchando para cantar o hino nacional em prol das diretas já, e depois já adolescente, viu a queda e o estatelar da moral do então presidente da república com milhões de caras pintada clamando por justiça… Pois é, para uma pessoa como eu que cresceu acreditando que as coisas só tendiam a melhorar, que se políticos de bem tomassem as rédeas desse país as coisas seguiriam rumo ao tão esperado respeito por seus cidadãos.

    (Mas quem seriam os tais “políticos de bem”? mais fácil acreditar em Papai Noel, não é mesmo meu caro Watson?)

    Alguns anos depois a esquerda está lá no poder, a esquerda que ajudei a eleger, a mesma em que confiei e junto com outros milhões de eleitores, coloquei lá no lugar mais alto da política em um país.

    Eis que a esperança depositada vai por terra e o governo nos esfrega na cara que é contra CPIs, que é acusado de “mesadas”, que lança cartilha de conduta de como a língua portuguesa deve ser escrita, que deixam censurar obras porque um imbecil se sentiu ofendido.

    É, minha gente, eu estou indignada. Fernando Moraes está indignado. Todas as pessoas que têm um mínimo de bom senso e inteligência também devem estar. Mas como muitos ainda sequer sabem de toda essa PALHAÇADA que está acontecendo, eu vou contar aqui.

    A “respeitável” justiça de Goiânia determinou há cerca de um mês a busca e apreensão de edições do livro “Na Toca dos Leões”, do escritor Fernando Morais, por ofensa ao deputado Ronaldo Caiado. Como se não bastasse, o escritor está também proibido de falar a respeito, e toda vez que desobedecer a ordem terá que pagar R$ 5 mil de multa.

    O livro de quase 500 páginas conta a história da agência de publicidade W Brasil e narram sucessos, polêmicas, acusações de traições, e detalhes do seqüestro de Washington Olivetto.

    O tal deputado entrou com a ação por causa da declaração de Gabriel Zellmeister em 1989. Caiado, então candidato à presidência da República pelo PSD, falou de um suposto projeto dele de “esterilização das mulheres como solução da superpopulação dos estratos sociais inferiores, os nordestinos”.

    (É mole?)

    O tiro saiu pela culatra, claro. De tanto proibir a venda, Na Toca dos Leões bate recordes, pois continua nas vitrines da maioria das livrarias. Dos cerca de 30.000 exemplares distribuídos, só 14.000 foram retomados pela editora Planeta, que alega dificuldades operacionais para a retirada. A Justiça diz que não é de sua competência verificar o recolhimento. “Não sou eu que vou sair como louco fiscalizando isso aí”, afirma o juiz Jeová Sardinha, responsável pela liminar que cerceia a circulação da obra.

    (E isso não é ótimo??? Hahahahahaha!!! Me digam: pra que sitcom????)

    E faz uma meia hora, eu acabei de clicar em COMPRE AQUI nas Americanas e daqui dois dias vou me esbaldar de ler. Ler o que quero, na hora que quero! É PEDIR MUITO HEIN GOVERNO? E eu que me orgulhava tanto em fazer parte de uma era de liberdade de expressão.

    Vamos lá pessoal, iniciemos uma campanha agora com o slogan: Eu Comprei Na Toca dos Leões e ri muito da cara do Caiado! *Cliquem aqui* para ir direto na página do livro (está R$29,90).


    Leia antes de usar
    Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

    Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

    Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

    Assim como o direito de escrever
    o que bem entender, claro!


    Procure aqui


    Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
    Divulgue em seu Blog:



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    Casa no Orkut


    My Unkymood Punkymood (Unkymoods)




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