Arquivo da Categoria ‘Metablog’



15 de janeiro de 2008

Seis anos!


Hoje a Casa completa seis anos. No tempo em que passei escrevendo tanta inutilidade coisa legal aqui neste espaço, eu poderia ter tido um filho, financiado uma casa de verdade ou treinado para correr a São Silvestre. Em seis anos o piá já estaria andando por todo canto, a casa estaria quase quitada e eu seria uma mega-bláster-queniana – mas ao invés disso tudo eu fiz um blog. Vejam que em determinados momentos nossas escolhas são realmente certeiras, néaaam? Sim, eu sei que sou inteligente, pacas, genteem.

Mas é isso, leitores, dêem os parabéns a Casa da Tuka e a vocês mesmos, pois em seis anos vocês poderiam ter lido toda a obra de Machado de Assis, Clarice Lispector ou Graciliano Ramos – mas ao invés disso vocês escolheram ler a Casa. Hohohohoho!

Ps: Genteeem, vocês vêm aqui há seis anoooooooos!



10 de janeiro de 2008

Geléia Geral – edição pré-balzaca


As calçadas da Avenida Paulista estão passando por restauração faz um tempo. Está uma droga andar por lá, uma gentarada doida com pressa se estabacando em todos ao redor – coisa linda de se ver. Domingo iniciaram um novo trecho de obras, então informaram na televisão, jornal impresso, rádio, correio elegante, megafone, repentista, ou seja, em tudo quanto foi meio de comunicação ou quase isso. Acontece que aparentemente os jornais matutinos estão sem muitas opções de links ao vivo e adivinha onde é que eles resolvem ir filmar todo santo dia? Na fucking Avenida Paulista, claro. Para falar sobre o trânsito, sobre as tais obras e flanflanflan. Até aí tudo bem, eu sou jornalista e super a favor da informação, da liberdade de imprensa e de expressão. Mas adivinha onde os fuckings helicópteros ficam sobrevoando todo santo dia a partir das 5h30 da matina? O meu prédio, claro! Daí não me resta mais nada a não ser levantar e começar o dia torcendo para que os helicópteros caiam para ver se assim rende uma matéria de verdade beeem feliz.
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Farei 30 anos dia 24 de janeiro, daqui duas semanas. Estou chameguenta e manhosa por que posso ficar chameguenta e manhosa – poxa, todo mundo compreende que fazer 30 anos é algo realmente traumático. Como consolo, as pessoas que gostam de mim afirmam que estou lindonaam e gostosentam, melhor que muita garotinha de 15, dizem – mas meus amigos são os melhores e grandes mentirosos. Já as pessoas que não gostam, dizem que estou bem para trinta anos – eu, honestamente não sei bem o que querem dizer com isso. Será que é pré suposto que uma mulher de trinta anos deva estar horrorosa e pelancuda? Ou será que eu é que não estou tão horrorosa e pelancuda quando elas gostariam que eu estivesse ao completar trinta anos? Nunca saberei. O que sei é que três décadas passam num estalar de dedos.

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Eu sei que a Casa anda meio abandonada, mas é culpa é do meu aniversário de 30 anos (legal isso de poder culpar os 30 anos por tudo, genteem!). Sério, devo estar num momento crise existencial e essas ladainhas, pois sequer escrever por aqui tenho conseguido. Isso passa né? Passa sim. Enquanto isso, os leitores que ainda não me abandonaram – Ai, Tukaaaam, vai começar com chantageeem? – podem vir aqui e deixar mensagens fofinhas e de incentivo a uma blogueira meio deprimida? Como prova de minha consideração prometo me esforçar para ser um cêrumano mais amável, bem humorado e menos irônico com todos. Até parece que a gente acredita nisso, Tukaaam!



16 de maio de 2007

Minha parte pode ser em dinheiro?


Tem uns doidos por aí (umas quatro ou cinco pessoas) que me deram esse tal award de Blog que faz pensar. Olha, eu acho chique, viu? Verdade. E acho tão chique que agradeço, mas farei como aqueles que um dia ganharam o Oscar e recusaram o prêmio. Porque mais chique do que ganhar é recusar. Affe, e eu adoro ser chique. Ah, Tukaaam, vatecatáaaaam!

Tá, a verdade é que só não vou colar o tal selinho aqui pra “me aparecer” porque acho que essa Casa já está virando uma tenda cigana de tanto badulaque. E como recusar award é coisa de gente do nível de Marlon Brando e eu tenho que manter a minha fama de má, recuso o award.

Mas no bem da verdade meeeeeeesmo, eu bem que concordo com todos os que acham que a Casa é um blog que faz pensar. Pois por diversas vezes durante o dia eu fico pensando porque raios eu não arrumo coisa melhor pra fazer do que ficar perdendo tempo aqui com esse treco. Aiim, Tukaam, porque você é assim?

O certo agora seria listar uns blogs que suscitam o funcionamento dos meus neurônios. Mas eu iria ficar extremamente decepcionada caso seus autores aceitassem o prêmio, portanto não vou passar nada pra ninguém não. Não é todo mundo que sabe ser chique, como eu, genteeem. Ai credo, Tukaam. Você devia se envergonhar!



18 de janeiro de 2007

Top top


Só porque não é todo dia que acontece da Casa ser citada num blog como o Pensar Enlouquece, vou participar de uma outra bosta de corrente, mas só mesmo porque foi o Inagaki que pediu. Vocês sabem o quanto acho esse treco chato.

Eis meus top cinco objetivos para 2007:

- Arrumar um emprego legal, que pague bem, que tenha gente bacana e com “resistro” na carteira – ok, já me contento em arrumar um emprego legal;

- Emagrecer a ponto de me enxergar no espelho novamente com uma forma humana;

- Guardar dinheiro e não gastar comendo fora, comprando sapatos e roupas;

- Fazer mais maratonas sexuais com meu marido, assim economizamos não saindo pra comer fora, nem passeando no shopping para gastar com sapatos e roupas;

- Parar de querer matar as pessoas na rua quando estou com pressa e tem sempre uma lesma andando em minha frente – isso vai ser difícil;

- Mais uma de lambuja: não participar de mais nenhuma corrente;

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Pronto, agora passo a bola para outros cinco:
***
Caso não atendam à minha solicitação vou rogar-lhes uma praga.
(Uiaaaaaaaaaam!)


15 de janeiro de 2007

Cinco anos de Casa da Tuka


Cinco anos de Casa da Tuka e muita coisa ainda parece que foi ontem. Lembro de me ver meio sem rumo logo após minha formatura na faculdade e cair sem querer em um site de blogs. Eu não tinha a menor idéia do que se tratava e comecei a vasculhar. Cinco minutos depois era criada esta Casa.

Eu não imaginava que a brincadeira se tornaria algo tão bacana em minha vida: grandes amigos, ótimas conversas, trabalho, gargalhadas. Com quase 4000 comentários, foram muitas opiniões a favor e inúmeras contra o que escrevi, muitos se disseram fãs e muitos me acharam uma completa idiota e me xingaram. Vários e-mails chegaram a mim questionando posts ou perguntando sobre minha vida pessoal – muita curiosidade em volta de uma mulher que parece tão próxima, mas que reside apenas em algum lugar atrás da tela do computador de cada um.

Todo meu mau humor e paixão expostos em texto após texto. Já se foram cinco anos. Eu não sei se isso aqui dura ainda mais cinco, mas enquanto durar, esta Casa será o que sou – o melhor e o pior de mim em pílulas diárias.

Obrigada pela companhia, pessoas.



19 de outubro de 2006

Geléia geral


Estão vendo esta camerazinha? Ela está ali na coluna da direita faz um tempão. Estava ali, coitadinha, de boba – não servia pra nada. Mas agora ela funciona. Podem clicar lá e conferir. Não é um fotolog totally ego descontrol, mas nem por isso vocês estarão livres de ver a minha carranca.

Até o momento existem oito álbuns separados por categorias e pretendo abastecê-los com fotos novas sempre que possível. Então, por mais que com o passar do tempo pareça que tudo continua igual, o número de fotos de cada um deles sempre aumentará. Podem botar reparo. Vão dar uma olhada e voltem aqui pra dizer o que acharam, certo?

***

Então que Raquel Pacheco (vulga Bruna Surfistinha) vai lançar mais um livro: “O Que Aprendi Com Bruna Surfistinha – Lições de uma vida nada fácil” (Panda Books/R$ 27,90 /272 págs). Segundo a matéria da Folha Online o livro abordará suas experiências sexuais com famosos, como um apresentador de TV, um galã e um jogador de futebol. Mas a ex-prostituta vai evitar nomear os ex-clientes, com medo de ser processada.

Pois é, agora que ela achou mais fácil ser escritora do que puta, ganho uma concorrente de peso – hahahahaha. E detalhe: o livro dela é mais caro que o meu.

***
Hoje só se falou na tal bomba que a Revista Veja está preparando para a edição deste domingo. Algo que irá acabar de uma vez por todas com a reeleição de Lula. Dizem à meia boca também, que tudo não passará de uma grande armação. Mas eu não sei de nada, portanto aguardemos cenas do próximo capítulo.

Eu abomino essa parcialidade descarada dos meios de comunicação em prol da eleição de Geraldo Alckmin. Eu simplesmente desprezo esse desespero em manipular a opinião pública como se todos fossem incapazes de tomar decisões sensatas sem serem doutrinados pelo que assistem ou lêem.

Em contrapartida tenho pena de quem se deixa envolver por joguetes, principalmente dos de época de eleição. Eu não sou PT, eu não sou PSD e nem sou PFL. Eu não sou porra nenhuma! Toda vida concordei com Montesquieu e com Lord Acton. E se você ainda não sabe quem são eles, procure saber. Antes que seja tarde e você saia por aí repetindo aos quatro cantos todas as “verdades absolutas” que vê na mídia.

Segredinho de bastidores: A mídia ri da sua cara.



11 de outubro de 2006

Do pretérito imperfeito ao futuro do presente


Quando eu comecei este blog há quase cinco anos, definitivamente eu não era a mesma pessoa que sou hoje. Eu era recém formada e achava que o diploma bastava para que eu pudesse escrever de forma decente, da maneira que supostamente espera-se que um jornalista tenha que escrever. Achava que era capaz de coisas que só a ingenuidade nos faz pensar que somos capazes, como, por exemplo, tocar um jornal sozinha e de ser impassível aos olhos de pessoas que torciam todos os dias por um erro, qualquer que fosse.

E eu errei, errei bastante. Mas humildemente ouvi tudo o que de válido me disseram para que eu aprendesse e desaforadamente ignorei e dei de ombros a todos os que simplesmente me apontaram como uma menina tola, aquela que não sabia nada do mundo que queria mudar. Acontece que eu era mesmo uma menina tola, mas não era apenas isso.

Eu não sabia escrever tão bem como achava que escrevia e nem tão bem como deveria – meus textos jornalísticos eram apenas meia-boca e os desta Casa eram verdadeiramente medíocres. Eu não tinha idéia que o ato de escrever era muito além do que fazê-lo com frases livres de erros de português. Eu era uma sonhadora tentando encontrar respostas impossíveis. Eu ainda não sabia o quanto as pessoas podiam ser cruéis. Eu venerava coisas que hoje sequer lembro que gostava. Eu facilmente trocava os pés pelas mãos e bagunçava minha vida. Eu tinha o amor próprio de um homem bomba. Eu era imatura e inocente em quase tudo. Eu não sabia bem o que queria da vida.

As coisas que escrevi naquele início variaram de matérias sobre traficantes de drogas (recebendo ameaças depois), politicagem (me tornando persona non grata do prefeito medíocre de uma cidade pequena e também a queridinha do então governador Geraldão), socialites (respirando fundo para não ter ânsia de vômito com tanta futilidade), cinema (me entregando com alma a arte que tanto amo), entrevistas com músicos (inocentemente permitindo que um deles se apaixonasse), ideologistas (me deixando encantar um pouco por causas inalcançáveis), médicos (admirando loucamente uma grande profissional), bandidos (me controlando para não socar as pessoas que seqüestraram uma grande amiga), pedófilos (incrédula diante da maldade alheia), policiais (me divertindo com a seriedade forçada daqueles que tremiam diante do meu gravador ligado)…

Foram muitas coisas, muitos momentos, muitas caras feias para a menina que não tinha receio de perguntar qualquer coisa que fosse, muitos olhares e cochichos disfarçados em vão quando eu chegava ao local de alguma matéria. Afinal quem eu pensava que era? Como era possível que eu não abaixasse a cabeça para aquelas pessoas que sempre mandaram na cidade? Como é que eu não me impressionava diante da caridade hipócrita de alguns com o real intuito de se autopromover? Como aquela menina podia ser tão petulante? Eu era sim uma menina tola. Mas tola por nunca ter tido medo de dar a cara à tapa e nem de enfrentar princípios questionáveis apenas porque estavam estabelecidos por meia dúzia de pessoas que se achavam acima de qualquer coisa.

Já no campo restrito desta Casa, eu era alguém que achava que sabia muito de muita coisa. O motivo nem sei ao certo, mas eu pensava que podia escrever e bem a respeito de qualquer coisa referente à vida. Mentira. Eu sabia pouco de pouca coisa. Não sabia sequer muito bem nem a respeito de mim mesma. Mas foi assim, pensado ser capaz de colocar qualquer coisa no papel, que aos poucos fui me dando conta de que para escrever bem é preciso amor, é preciso colocar o coração na ponta dos dedos e ter bagagem de vida. Não bastam relatos de terceiros, para escrever é necessário estar um pouco em cada uma das histórias – é preciso se identificar com as situações, é preciso saber se colocar no lugar de quem inspira seus escritos. Escrever sobre a vida, sobre coisas comuns a qualquer ser humano é realmente uma reverência aos dias que passam. É uma homenagem a tudo o que já vivemos e a tudo o que nos fez crescer, amadurecer e às coisas que nos tornaram melhores do que um dia fomos. E esta minha paixão, a de escrever sobre coisas “banais”, me permitiu saber muito mais sobre mim mesma.

Alguns anos depois eu ainda não acho que aprendi a escrever bem, mas acho que melhorei alguma coisa. Vez em quando ainda cismo em questionamentos sem sentido, mas nada fica ecoando em minha cabeça mais do que alguns minutos. Me dei conta de que nem todo mundo vale a pena, seleciono melhor meus amigos e contatos, mas sei que nem por isso estou livre de me estrepar. Meu amor próprio ainda oscila: varia de “putaqueopariu-como-sou-linda-e-inteligente” à “ô-inferno-hoje-tô-uma-merda”, mas aprendi que nem todo dia estarei me sentindo tão feliz. Amadureci em quase tudo, menos no que eu ainda não tenho idéia de que seja preciso – eis aí o tudo que ainda não sei que agora não ouso dizer que sei. Portanto espero.

Aprendi enfim que eu não preciso peitar o mundo, mas também não tenho que me submeter a nada do que acho que não está certo. E, sobretudo aprendi que nunca saberei demais a respeito de nada, apenas o suficiente – e isso me fez aceitar as coisas que não posso mudar. Escrever pra mim é algo como respirar e então escrevo, escrevo, escrevo, sem cansar. Quem sabe um dia eu possa de uma vez por todas abrir a boca e dizer com todas as sílabas: escrever é a única coisa que sei fazer e faço muitíssimo bem.



21 de setembro de 2006

Olhaaaaaaaaaaaaaaa!


(o título é para ser lido exatamente como faz o Gluglu do Pânico, sabem?)
Dia desses aconteceu este encontro, de uma forma ou outra bem inusitado, desta turma de bloggers e ex-bloggers. Quando esse treco virou modinha, já estávamos os cinco escrevendo e lendo as bobagens uns dos outros.

Nerds absolutos que fomos, e, ainda somos um tanto, nos conhecemos em uma das festas bloggers que eram organizadas aqui em São Paulo. Nelas é que finalmente colocávamos um rosto a todos os posts lidos e todas as conversas no MSN.

Daqueles tempos sobraram bons amigos e muitas histórias. Dos que estão na foto da esquerda para a direita: Estevam, senhor meu marido do finado blog “Sobre o Nada”. Depois vem esta que vos escreve nestes incansáveis quase cinco anos. Em seguida está dona Carla que antes escrevia o “Não é assim um Mustang” e agora o “Aparentemente é isso mesmo“. Aí vem Marco Banheiro do extinto “Para ler no banheiro”. E por último, mas não menos importante, mister Dan Zero do eterno “Tantufaz“.

Este post é só mesmo pra dizer que não resisti a tentação de publicar esta foto aqui na Casa. E para provar que não somos tão nerds assim, a gente até sai de casa, estão vendo?



11 de setembro de 2006

Six


Esta moça me incluiu nesse treco chato de corrente em que tenho que falar seis coisas a meu respeito – qualquer bobagem que dê na telha. O fato de eu odiar correntes poderia ser uma, mas como amo a mala que me incumbiu desta tarefa e também fui ameaçada a ter séculos de azar, vou fazer. Raios! Ainda tenho que indicar outras seis pessoas, mas seis é coisa demais, né? Então três vai ter que servir: Brasileira, Cami e Dani – a bola está com vocês.

Lá vai

1 – As vezes eu tenho idéias para textos no meio das coisas mais absurdas: fila do banco, sala de espera de médico, feira, salto de bungee jumping, etc… Anoto e quando chego em casa colo o papelzinho no computador, daí o texto sai. Como nem sempre lembro da caneta, já cheguei a ligar para amigos para que anotassem uma frase que de jeito nenhum eu poderia esquecer. Nem meus amigos escapam do meu processo de criação, tadinhos;

2 – Detesto que pessoas com as quais não tenho intimidade me façam perguntas muito pessoais. Ou quando a pessoa questionadora nunca dá abertura para que façam a mesma coisa com ela. Isso de “me diga tudo a seu respeito enquanto não falo nada de mim”, comigo não cola. Ou é uma troca, ou morra de curiosidade porque não vou falar nada do que eu não queira;

3 – Adoro séries policiais. Minhas últimas descobertas foram Criminal Minds e Justiça Contra o Crime;

4 – Só dirijo descalça ou de All Star. E troco freneticamente de estação de rádio, faço cara feia para todas as músicas que tocam, canto assim mesmo, danço, olho a maquiagem, reparo no motoqueiro maldito que quase leva meu retrovisor, dou passagem para quem pede e sempre dou seta;

5 – Gosto de tecnologias supérfluas como câmera digital, ipod, palm, celular, e rádio do carro com entrada para mp3 player. Eu tenho tudo isso e até sei que viveria bem se não tivesse, mas não quero. Eu baixo músicas, clipes, filmes, passo dados por bluetooth ou infra-vermelho, eu edito e reedito imagens e sons e adoro um manual. O bom é que em tudo o que eu não entendo ou não tenho saco, meu marido me assessora. Tem gente que nos chama de casal hightech;

6 – Ligo pra minha irmã e começo a falar como se já estivéssemos no meio de uma conversa. O pior é que a louca entende. Também, do nada digo tchau e desligo, ela faz o mesmo. Não canso de ver as caras de espanto das pessoas quando presenciam tais ligações, é engraçado.



4 de setembro de 2006

Selinho de sucesso


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio!Pessoas, desde que eu coloquei o selinho anti-plágio hoje de manhã ali do lado direito, algumas pessoas já escreveram pedindo. Fiquei muito feliz. Óbvio que eu posso enviar, vou achar o máximo que todos se engajem nessa campanha contra vampiros de idéias.

Façam assim: quem estiver interessado em colocar o selo no blog, deixe um comentário pedindo com o e-mail para o qual posso mandar que envio o código em seguida. Certo?

Vamos todos dizer deixar bem claro que não toleramos esse tipo de atitude. Que o que contém em nossos sites e blogs são nossos e por mais que nos sintamos lisonjeados com a identificação das pessoas com o que escrevemos, isso não dá a ninguém o direito de nos roubarem.

E tenho dito!


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Procure aqui


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:



Observados

Casa no Orkut


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)




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