Arquivo da Categoria ‘Celebridades’



18 de abril de 2007

Da série: Coisas que não interferem um milímetro sequer em minha vida ou na sua


Tô de mal, Caê!Então que Luana Piovani não quer saber de papo com Caetano Veloso. Tudo isso porque a pamonhona andou espalhando por aí que uma tal música que o bahiano compôs era em homenagem a ela. Acontece que não era e Caetano desmentiu – alguém avisa a fofa que o sol não nasce porque ela acorda? Ai gente, tadinha. Eu fiquei com vergonha por ela, verdade.

Mas vejam mesmo que quando Deus fecha uma porta Quebra tuuuuudo!abre duas janelas: comovido com a história, MC Serginho rapidamente fez um funk pra moça. Acho que agora ela ficou feliz, néaaaam? Afinal Caetano e MC Serginho dá na mesma – cóf-cóf-cóf. Pra completar, Lacraia, o travesti que acompanha Serginho nos shows, interpreta Luana no palco. Não é chique? Ai bi, arrasou!

A letra é um verdadeiro primor:

“Que gatinha é essa que quer ganhar uma canção? É claro que Caetano disse não. Ela é modelo e atriz de televisão. É claro que Caetano disse não. Vem pra cá dançar, eu não sei seu nome. Meu nome é Luana Piovani”.



2 de abril de 2007

Momento-fútil-tietinha-de-cu-é-rôla


Apesar de paulista, por ter morado em Curitiba muitos anos, tenho uma tendência natural a ser jacú (gíria local comumente utilizada para designar caipira, tímido, bocó, brega, entre outras coisas) diante de várias situações. Por exemplo, quando me deparo com alguém famoso ao qual admiro muito.

Curitibano é um povo desconfiado que considera fino fazer de conta que não percebe a presença de uma celebridade, no máximo eles dão uma cutucada no amigo avisando da presença do fulano famoso no mesmo recinto que eles. Eles chamam isso de respeito à privacidade – eu chamo isso de jacuzice. Há quem pense que é antipatia, há quem considere indiferença, não, não é nada disso é só jacuzice. O medo de levar um fora ao pedir um autógrafo ou pedir para tirar uma foto ao lado da pessoa é quase sempre muito maior do que a coragem para fazer tal coisa.

Não, não pensem que estou criticando e avacalhando com os coitados nascidos na “cidade sorriso” (quem foi o imbecil que deu esse apelido àquela cidade, gezuiz?) – só estou explicando essa característica tão peculiar que os assola.

E eu sou um pouco assim também. Óbvio que quando estou trabalhando ninguém me faz ficar tímida, pois aí eu tenho a capa da jornalista para me proteger. Mas como mera fã me abate uma jacuzice tamanha.

Mas ontem, enquanto eu estava na fila esperando uma mesa em uma das padarias mais legais e badaladas daqui de São Paulo para tomar café da manhã, meu marido me cutuca e diz baixinho: Olha a Fernanda Young! Meu lado tiete fica louco e começo freneticamente a procurar: Cadê? Onde ela está? Adoro essa mulher! Ela é minha cópia bem sucedida!

Ela estava na fila exatamente atrás de mim (acho que não percebeu minha euforia ou teria ficado com medo). Meu alter-ego curitiboca tentou se manifestar me dizendo Tukaam, se liga, olha o micooo! Mas o ignorei totalmente e pedi uma foto com ela. Tuka com a maior cara de candanga ao lado de Fernanda Young - nem sempre sou tão feia de manhã, juro...Minha cara de cu entrega o tamanho de minha admiração, não teve como disfarçar. De lambuja ainda tivemos uma conversa engraçadinha de algumas frases e saí de lá gostando dela ainda mais do que antes.

***
PS: Têm coisas que só São Paulo proporciona às pessoas. Ou onde mais você pode tomar café no mesmo lugar que uma de suas escritoras favoritas e também com as putas da Rua Augusta em fim de expediente? Viva a diferença! Não é a toa que amo esse cidade!


24 de fevereiro de 2007

A degradação de um ser humano


Ou: Quando até Paris Hilton te acha a maior queima filme é porque você chegou MESMO ao fundo do poço!
Por um período ela clamou aos quatro cantos que era virgem e imaculada e foi despirocando aos poucos: beijou a Madonna, dançou com uma cobra, tirou fotos e fez clipes provocantes, casou com o marginal do Kevin Federline, teve dois filhos, embarangou, divorciou, caiu na esbórnia total, foi fotografada com a pirica de fora inúmeras vezes, se drogou enlouquecidamente, foi parar numa clínica de reabilitação e saiu depois de 24 horas, raspou a cabeça e a última que aprontou: desceu guarda-chuvada no carro de um paparazzi (fotos e vídeo da cena aqui).
E nós ficamos aqui deste lado em uníssono perguntando:
Why, Britney? Why?
***
Tome vergonha nessa cara, mulé!

Britneeeeey! Siga a luz!



6 de outubro de 2006

Manhê, tô munitaaam?


(Celebrities Without Makeup)

Essas fotos estão rolando na Internet faz tempo. Mesmo assim achei válido postá-las aqui como incentivo para aqueles dias em que não nos sentimos a oitava maravilha do mundo. Vejam bem, nem elas são lindas o tempo todo:

Charlize TeronCristina RicciRenée ZellwegerHalle BerryPinkBritney SpearsJulia RobertsPamela AndersonCameron DiazDrew BarrymoreDaryl HannahAlicia SilverstoneMelanie GriffithJennifer GarnerPenelope CruzLisa KudrowCalista FlockhartEma ThompsonEmma BuntonNaomi Campbell



31 de janeiro de 2006

Sandys e Wanessas


Olha, antes de mais nada quero deixar bem claro aqui que não gosto nem de Sandy nem de “Uanessa” (dizem que é assim que se pronuncia corretamente o nome dela). Não gosto e não tenho nada contra, só acho que as duas cantam mal, as duas são bregas, as duas são milionárias e ambas estão se lixando pra mim. É por isso que posso falar mal sem peso na consciência.

Vamos “Aureliar” isso aqui:

Sandy

menina bonita, lisa, rica, magra virgem, bem-comportada, bem-educada, recatada e retardada (sim, pois que vida mais chata é essa, Gesuiz?). Ela atormenta as pessoas desde que tinha apenas seis anos cantando ao lado de seu irmão gay e lindo. Sintetizando: Ela não bebe, não fuma, não trepa, não vai ao banheiro, não fala palavrão, não tem ponta dupla, não come Big Mac, não odeia ninguém, não tem unha encravada. É a própria bailarina da música de Edu Lobo (procurem no gôgou correndo a letra de “Ciranda da Bailarina”!). Sandy é assim: meiga e fofa!

Wanessa

menina bonita, lisa e rica – por aqui acabam as semelhanças com sua arqui-rival. Dadeira, baladeira, faladeira – ela assume aos quatro ventos que não é mais virgem. Ela sai em capa de revista no meio do maior perrengue brigando com o ex. Ela come e engorda e faz dieta e emagrece de novo – e sai em capa de revista mostrando a barriguinha reta. Ela usa saia curta, decote e provavelmente até calcinha. Sintetizando: Ela fica bêbada, trepa, fala besteira, come de tudo e arremata dizendo que agora está madura. Wanessa é assim: Mezza calabresa – mezza muzzarela ou nem oito nem oitenta – ela é quarenta e alguma coisa.

Estabeleci, junto com uma bicha amiga desocupada, uma categoria bem simples em que podemos classificar as pessoas a nossa volta sem dar bandeira alguma (hum-rum).

Puxe na memória aquela fulana que estudava com você na faculdade. Sim, aquela Patricinha do inferno que ia de carro enquanto você pegava busão. Que andava com roupas lindas e de grife enquanto você vestia C&A. Aquela que também pagava mico vez em quando, que se dava mal nas provas e ainda conseguia passar. A tal é uma Wanessa.

Já sua vizinha, aquela coisa. Que tem a sua idade e nunca teve uma celulite na vida. Que tem o cabelo maravilhoso e sedoso. Que namora o mesmo cara há uma década e vai casar virgem. Que veste roupinhas lindas e combinando com a bolsa, cinto, sapato e fivela. A pobre é uma Sandy.

Então:

Blusas cor-de-rosa abotoadas até o gogó: Sandy.
Micro saias ou jeans furado: Wanessa.
Namorado estilo família Lima: Sandy.
Namorado mal-caráter como Dado Dolabela: Wanessa.
Na balada chega cedo e vai embora depois de dez minutos: Sandy.
Chega bêbada e sai carregada: Wanessa.

Fácil né?

Agora me conte, quem é você?


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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