Arquivo de agosto de 2007



21 de agosto de 2007

Geléia Geral


Sábado chegou meu sofá novinho em folha e desde então venho tendo crises nervosas com medo de que Nina e Gato Lolô comecem sua marcha de destruição. Então lembrei de um tal produto espanta-gatos que existe nos petshops. O Treco tem um cheiro insuportável para os felinos e promete afastá-los de locais onde é borrifado até que os danados percebam que não devem saracotear por ali, como por exemplo, no meu sofá tinindo de novo. Eis que borrifei o negócio e magicamente funcionou! Desde então Gato Lolô está me olhando com cara de ódio e, Nina, ignorando minha existência – mas até a publicação deste post o sofá se mantinha intacto. No entanto, como dizem que o feitiço sempre vira contra o feiticeiro, eu também não cheguei mais perto do sofá por causa do cheiro. E das duas uma: ou os filhos da puta mentiram dizendo que o cheiro só era sentido por gatos ou o mocinho que me chamou de gatinha hoje cedo estava mesmo certo – hohohohohohoho! Aimmm Tukaaam, essa foi horrível, credooom!

***
Eu sempre soube que a culinária e eu somos incompatíveis e toda vez que vejo uma receita sendo feita na televisão admiro o cozinheiro como se ele estivesse explicando-me física quântica. Foi assim que decidi que queria fazer um tal Bem-casado. Cinco minutos depois decidi que seria melhor se minha sogra fizesse – afinal, se existe alguém que entende de quitutes é ela. Lá fui eu fingindo que a ajudaria enquanto ela fingia que acreditava. Meia hora mais tarde o tal Bem-casado, feito através de uma receita que anotei de um programa de televisão, havia virado um doce do capeta. Tudo deu errado, desde a massa ao recheio. A partir dessa experiência terrível desisti de vez de cozinhar. Mas Tukaaam, nem foi você que fez o doceeem! Sim, eu sei, mas tenho certeza de que foi um sinal dos céus para que eu me mantenha afastada da cozinha. Vou obedecer.

***
PreciiiiiiiiisoColoquei na cabeça que preciso de uma bolsa azul. Acontece que todo mundo sabe, assim como eu, que ninguém precisa de uma bolsa azul. Mas eu preciso. Com uma bolsa azul serei mais feliz, pois terei o que combinar com minha blusa absurdamente linda (verde), com meu vestido fantástico (cor-de-rosa) ou com aquela saia xadrez (cinza). Ok, eu não tenho absolutamente nenhuma desculpa racional para comprar uma bolsa azul. Nenhuma. A não ser que com uma bolsa azul eu ficaria fabulosa. Sim, eu ficaria mesmo… É, definitivamente eu preciso de uma bolsa azul – é questão de vida ou morte. Tukaaam, acabou seu Gardenal, gataam?


17 de agosto de 2007

Da série: Manhê, tô munitaaam?


(Celebrities without makeup)

Se existe uma coisa que alegra a maioria das mulheres – pelo menos a maioria das mulheres com TPM – é constatar que sem um leve trato, todas (ou quase todas) ficam com cara de escapei-de-um-filme-de-terror-e-daí?

AguileraBeyonce
Goldie HawnGwen StefaniHelen HuntEva Longoria



16 de agosto de 2007

Estréia a versão tupiniquim de Desperate Housewives


Foi patética a estréia de Donas de Casa Desesperadas na noite de ontem pela Rede TV. Numa parceria com a Disney, que é dona dos direitos da série, a versão nacional foi gravada em Buenos Aires. Eu já imaginava que a idéia de uma adaptação não seria das melhores. Mas foi mesmo quando Sônia Braga começou a narrar a história do suicídio de sua personagem (Alice Monteiro) que eu tive certeza absoluta do grande rebosteio equívoco que estava por vir. Mal pude acreditar que interpretar um texto fazendo parecer que ele não está sendo lido seria algo tão sôfrego para alguém que em toda sua vida apenas atuou. Affe, Sônia Braga, até meu sobrinho de nove anos faria aquilo parecer mega espontâneo! A partir disso me preparei para qualquer coisa.
Numa cópia absoluta da série americana a versão nacional não identifica os telespectadores brasileiros. Começando pelo básico: Aqui os bairros de pessoas com maior poder aquisitivo (e até mesmo os de classe média), não possuem casas sem muros gigantescos. Não existem as clássicas cercas brancas e gramados verdes dos subúrbios americanos, mas cachorros, cerca elétrica ou cacos de vidro numa tentativa de afugentar assaltantes. E mais: aqui não fazemos velórios em nossas próprias casas e tampouco as mulheres abastadas cuidam das tarefas domésticas – elas passam o tempo em salões de beleza e em clínicas de estética. Já as que não tiveram a sorte de serem ricas, têm tripla jornada de trabalho.

E, por último, mas não menos importante: não tinha mesmo alguém menos gay para fazer o papel do encanador Mike Delfino aqui no Brasil? Pois convenhamos: nossos encanadores não são lindos como o ator James Denton e nem moram em bairros luxuosos, mas definitivamente são machos pra caramba. E das duas uma: ou o ator que faz Miguel (que realmente não sei o nome), está se esforçando muito para parecer gay (coisa que não faz o menor sentido já que Mike é hétero) ou ele é mesmo o maior dos micos da escolha do elenco da versão nacional. Até dava para tentar engolir Susana Mayer (Lucélia Santos), Lígia Salgado (Teresa Seiblitz), Gabriela Solis (Franciely Freduseski), Elisa Fernandes (Viétia Zangrandi) e Vera Marques (Isadora Ribeiro). Mas o personagem mais coço-o-caco-e-cuspo-na-porra-do-chão da série numa versão brasileira gay, é tão deprimente que chega a ser engraçado.

Rede TV, na boa, assim sem querer ser chata: no lugar de Donas de Casa Desesperadas reprise o Chaves, Pica-Pau, qualquer coisa, mas cancele logo essa droga.



13 de agosto de 2007

The Office: você vai se identificar


Pois a arte sempre imita a vida… Mesmo!

A equipe todaSabem o chefe babaca e engraçadinho que todo mundo acha um idiota e ele pensa que é super-ultra-mega respeitado e adorado por todos? Sabem o puxa-saco filho da puta que vive rindo das piadas imbecis do chefe e ferra todo mundo para ser promovido? Sabem aquela moça que trabalha a seu lado há anos, mas que você mal sabe o nome e quando ela falta ninguém se dá conta? Sabem a fulana moralista e preconceituosa que julga a tudo e a todos e se acha melhor que todo mundo? Sabem o cara que reclama de absolutamente tudo e faz questão de dizer que só trabalha ali porque precisa, mas que odeia o que faz? Sabem o carinha bonitinho e inteligente que todo mundo quer ficar perto e que só trabalha na empresa porque ainda não apareceu coisa melhor? Sabem a moça bonitinha, noiva há milênios sem data para casar, que está de saco cheio do relacionamento, mas não admite? Eu tenho certeza absoluta que vocês têm pelo menos um colega com essas características. Por isso é que quando assisti pela primeira vez a série The Office, nunca mais consegui parar, pois seus personagens me soam muito familiares.

The Office originalmente começou como uma séria britânica, mas seu sucesso foi tão arrebatador que ganhou versões americana, francesa, alemã e canadense. A versão americana é o foco deste post.

Michael ScottFilmada em forma de documentário, a série – que está prestes a estrear a sua 4ª temporada nos EUA – mostra a rotina de trabalho dos funcionários da Dundler-Mifflin, uma empresa distribuidora de papel em Scranton, Pensilvânia. No comando da pequena filial está Michael Scott, um chefe absolutamente sem nenhuma habilidade de liderança, que tenta motivar e inspirar a seus funcionários das maneiras mais bizarras e calamitosas. Michael pensa ser amado por todos, não tem noção de que não inspira respeito algum, não possui nenhum tato para lidar com as pessoas e foge de qualquer responsabilidade que possa fazer com que o odeiem (mais), como demitir funcionários ou diminuir benefícios. Ele se considera um chefe maravilhoso, ético e justo, no entanto é um desastre em todos os sentidos. Ele faz desde piadas sem graça que esculhambam mulheres, gays, raças e etnias a prometer coisas que jamais poderá cumprir.

A cada episódio nos perguntamos o que uma figura como aquela faz no cargo de chefe e daí nos lembramos que realmente a arte imita a vida, pois temos ou já tivemos um chefe exatamente como aquele. Michael, com o decorrer dos episódios, faz com que alternemos por ele os sentimentos de raiva e dó. E é também com o passar do tempo que percebemos que antes de ser o gerente incompetente, Michael era o melhor vendedor da empresa, por isso foi promovido e o cargo de chefia caiu em suas mãos. Coisas do mundo coorporativo, não é mesmo?

Jim de fora e Pam com o noivo RoyOs outros personagens, por mais que não tenham o mesmo enfoque do chefe, são igualmente ótimos. Jim Harper é um dos vendedores e Pam Beesly é a recepcionista. Jovens e bonitos, formam uma dupla dinâmica que inferniza a vida de Dwight, o braço direito do chefe. A dupla se empenha em pregar peças no coitado que variam de colocar seus objetos pessoais em gelatinas a criarem conspirações fictícias para darem risada às custas do dedicado funcionário. Pam é noiva de Roy, funcionário do estoque da empresa, e o relacionamento dos dois não parece ter muito futuro. Jim mantém por ela uma paixão platônica percebida por todos, e embora muitas vezes Pam pareça retribuir aos sentimentos do rapaz, ela sempre recua e se mostra determinada a ir adiante com Roy. DwightDwight Schrute é o típico puxa-saco: idolatra o chefe e se sente superior a todos quando Michael lhe delega alguma tarefa “importante”. Personagem absurdamente espetacular que rouba a cena em diversos episódios – isso para não dizer todos.

Fazem ainda parte da equipe Dundler-Mifflin: Ryan – o estagiário que em pouco tempo percebe se meteu numa furada indo trabalhar ali, Angela – a chata metida à certinha que julga todo mundo a seu redor, Stanley – odeia seu trabalho e seus colegas, mas não tem opção, pois precisa do dinheiro, Kevin Malone – bobão e tarado, vive dando risadinhas pelos cantos, Meredith – divorciada e alcoólatra, sempre uma das vítimas das brincadeiras insensíveis de Michael, Oscar – personagem de vários exemplos de “diversidade” do chefe, Phyllis – gordinha com cara de vó, é chamada de velha a todo instante pelo chefe, mas possui a mesma idade que ele, Kelly Kapoor – atendente de tele-marketing, sempre cansa a todos por falar demais, Jan Levinson – trabalha na matriz da empresa e é chefe de Michael, esconde por trás da mulher durona uma pessoa insegura e carente.

RyanAngelaStanleyKevinMeredith
OscarPhyllisKellyJan

The Office é uma paródia da vida real e é exatamente por isso que é tão viciante. Cada personagem pode ser uma cópia perfeita de muitos que trabalham ao nosso lado e se não fosse assim, um documentário numa empresa de papel não teria a menor graça. A série é sensacional e não tenho o menor receio de dizer que é de longe a melhor do momento. Corra até a locadora (ou para o site de torrent mais próximo – hohohoho…) e pegue as duas temporadas já disponíveis em DVD – diversão garantida.


8 de agosto de 2007

Notícia puta-que-pariu-Batman do dia


(Título fictício: Panela velha é que faz comida boa!)

Homem finge seqüestro para fugir com ex-sogra
Do Terra
A polícia descobriu que o lavador de carros Sérgio Gama da Costa, 26 anos, que teria seqüestrado a ex-sogra e o filho de 4 anos em São José, na Grande Florianópolis (SC), na verdade forjou o crime. Preso em Balneário Camboriú, ele confessou o falso seqüestro.

Depois de preso e de ser pressionado, Costa – que estava separado havia um mês – contou aos policiais que arquitetou o plano com a ex-sogra, Maria Alice Antunes Zuchello, 47 anos. Teve até ameaça com faca encenada e presenciada pelo ex-sogro. Ele confirmou ter levado a ex-sogra, pois não “suportava mais vê-la sofrer”. “Estava na hora de viver um grande amor”. “Ela é perfeita e trabalhadora”, disse o lavador. Costa e a ex-sogra irão responder pelo crime de cárcere privado, por manterem o menino de 4 anos com eles.



7 de agosto de 2007

Simpsons, O Filme O Episódiozão


DuuuhEntão que ontem eu assisti o mais do que aguardado longa dos Simpsons que estreará em circuito nacional nesta sexta, dia 17 de agosto. Desde que foi anunciado que a família mais tosca do mundo viraria filme, dez entre dez nerds estão ansiosos e roendo todas as unhas das mãos e dos pés contando os dias para a estréia. Também, com toda a campanha de divulgação que fizeram quem é que não ficaria com vontade de ver (confessa, você também se “simpsonizou”, né??). Só nos Estados Unidos o rebuliço foi tão grande, que apenas no fim de semana da estréia, foi arrecadado US$ 71,9 milhões. Até eu, que nunca fui fã da série, fiquei animadinha para assistir. Afinal os criadores teriam que se esforçar para não cair na mesmice de fazer um filme com a cara de um episódio convencional, certo? Errado.

A trama se desenvolve focando a necessidade de preservação da natureza e mostrando as inúteis tentativas dos ambientalistas (entre eles, a sempre engajada Lisa) em conscientizar os alienados habitantes de Springfield. Até a banda Green Day entra em cena e é animadamente apedrejada e vaiada quando interrompe um show para falar sobre consciência ecológica. Mas tudo foge realmente de controle a partir de uma catástrofe ambiental ocasionada por Homer. E então o filme segue mostrando as conseqüências que isso gera a sua família e a todos os moradores da cidade. Tudo é cercado de muito humor negro e provocações anti-religiosas e anti-moralistas.

O que se vê é basicamente um episódio comum, com maior tempo de duração e, óbvio, tendo a tela de cinema no lugar na televisão da sala. Claro que isso não impede que a história seja divertida e cheia das deliciosas piadinhas político-sociais. Mesmo assim, eu tinha uma pequena ilusão de ver umas novidades ou ao menos de assistir a algo que não tivesse cara de um desenho normal com “To be continued” no final dos 30 minutos habituais.

Vai ver que um filme originado de uma série com mais de 400 episódios, 23 prêmios Emmy e o título de “melhor programa de TV do século 20″, precisa mesmo apenas ser o que todo mundo já conhece.

Portanto, se você que vai assistir ao Simpsons, O Filme, espera ver exatamente o que passa na Fox e na Globo, pode ficar tranqüilo, pois não se decepcionará. Vai encontrar absolutamente todos os ingredientes que tornaram o desenho um sucesso desde a primeira vez que foi ao ar há 18 anos. Já se está na expectativa de algo diferente, aguarde o DVD.


PS: Lamento muito não ter visto a versão dublada, pois as vozes em português são muuuuuuito melhores do que as originais.


2 de agosto de 2007

Futuro nada promissor


Daqui uns anos Sean Preston, filho de Britney Spears, será um loser fuleiro de saco cheio com os amigos que a toda hora lhe mostram fotos de sua mãe sem calcinha. Shiloh, filha de Jolie e Brad Pitt será uma futilzinha bocó que cresceu ao lado dos inúmeros irmãos adotados. Suri, filha de Tom Cruise, será problemática e controlada o tempo todo por assessora. Rocco, filho de Madonna, será um rebeldezinho-hype e vai odiar ouvir perguntas clichês que o associem a sua mãe. Blanket, filho de Michael Jackson, será tão freak quanto seu pai.

De uma maneira muito divertida, este vídeo que está rolando há uns dias na internet, esculhamba com o futuro dos filhos de celebridades. Vejam e me digam: vocês, assim como eu, não acham isso tudo perfeitamente possível?




1 de agosto de 2007

Enfim o fim de Harry Potter


Muito antes de Harry Potter And The Deatlhy Hallows, o último livro da saga do bruxo chegar às livrarias do mundo (no Brasil ainda não há a versão nacional, apenas a importada), chovem spoillers na internet contando diferentes versões sobre o suposto final da trajetória. Tem tanto doido espalhado por aí que após o boato de que Harry morreria, uma adolescente filipina cometeu suicídio de tristeza. Ai que idiotaaam! Prêmio Darwin pra ela, Tukaaaaam!

Aqui no Brasil, uma equipe liderada por uma maluquete de 14 anos traduziu o livro e disponibilizou em pdf para download. Dizem que a tradução é uma merda, mas pra quem está desesperado pra ler vale à pena. Eu nem li e já sei como tudo termina. Vocês também devem saber. Ainda assim não há como não admirar a criatividade “nérdica” sem limites de muitos. Bom exemplo disso é essa camiseta aí (cliquem na imagem para aumentar).

Parece bem comum, não? Mas se dermos uma voltinha no sol ela nos conta o que acontece no livro.

Traduzindo fica assim:
“Voldemort toma o ministério da Magia. Snape sempre esteve do lado de Dumbledore. Voldemort não pode ser morto enquanto Harry estiver vivo. Harry morre, mas volta. A magia de Voldemort se vira contra ele e o mata. Harry se casa com Gina. Ronnie se casa com Hermione. Tudo fica bem”.
***
E ainda quase sobre o mesmo assunto, o ator Daniel Radcliffe que interpreta o bruxinho, anda mostrando a “varinha” num espetáculo, vocês viram?

Clique nas fotos para visualizá-las sem censura


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Procure aqui


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:



Observados

Casa no Orkut


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)


Ouvidos




website hit counter

tracker

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Get your own free Blogoversary button!
. . .

Design By:
Lin Diniz
Powered By:
Fernando Boniotti