Assisti a um filme apaixonante chamado Paris, Je T’Aime (que não sei porque motivo ainda não entrou em circuito no Brasil). E como todo filme que entra para a minha lista de filmes apaixonantes, este é também um daqueles que, de uma forma ou de outra, me permitiram sair um pouco da posição de mera espectadora.
Também nem foi tão difícil assim que eu me identificasse com pelo menos uma das histórias dos 18 curtas que o compõem – em várias críticas que andei lendo sobre o filme, uns tchongolinos insistem em dizer que são 21 curtas, mentira pois eu me dei ao trabalho de contar um por um e são mesmo 18. Mas voltando ao assunto: Todas as histórias retratadas possuem 5 minutos, usam os idiomas inglês ou francês, revezam culturas, nacionalidades, gerações, classes sociais e, sobretudo, falam de amor. E falam de amor tendo Paris, a cidade mais romântica de todas, como fundo. Não eu nunca estive em Paris. Mas mesmo que eu tenha certeza de que São Paulo, Itapiobinha, Guaraci-Mirim, ou um outro pedaço qualquer do mundo não possui o mesmo encanto de Paris, amor é igual em todo lugar, portanto vocês também irão se ver retratados no filme.
As histórias falam de tipos de amor e formas de amar bem distintas que incluem perda, encontro, tristeza, erro, felicidade e arrependimento. Cada uma delas tem um diretor diferente (algumas histórias foram dirigidas por uma dupla) e entre eles muita gente fera, incluindo o brasileiro Walter Salles (Central do Brasil, Diários de Motocicleta), Wes Craven (Pânico), Gus Van Sant (Elefante, Gênio Indomável) e Alfonso Cuarón (E Sua Mãe Também, Filhos da Esperança) – são 21 diretores no total (sim aqui são mesmo 21).
Entre as dezenas de atores do filme estão os ótimos Steve Buscemi, Catalina Sandino Moreno, Willem Dafoe, Nick Nolte, Elijah Wood e três das minhas atrizes preferidas: Juliette Binoche, Maggie Gyllenhaal e Natalie Portman.
Gostei realmente de todos os curtas, mas os que mais me encantaram foram três: Bastille, de Isabel Coixet, Faubourg Saint-Denis, de Tom Tykwer (o mesmo de outro de meus filmes preferidos: Corra Lola, Corra) e Quartier Latin, de Frédéric Auburtin e Gerard Depardieu.
Se não bastasse o filme ser hipnotizante do começo ao fim devido às tramas e aos excelentes diretores e atores, bem no finalzinho – não se preocupem, não vou contar como acaba – tem uma música maravilhosa interpretada por Feist (cantora que eu adoro!), cantada metade em inglês e metade em francês que se chama We’re All In The Dance (La Memé Histoire na versão francesa). Ela me fez correr ao Soulseek logo que o filme terminou para baixá-la, mas infelizmente ainda não consegui. E devido a tal música, coloquei aqui para vocês um vídeo com imagens do filme que não se trata do trailer oficial, mas é muito melhor. Pois o trailer na versão americana faz com que Paris Je T’aime apenas pareça uma continuação sem vergonha do clichezildo Simplesmente Amor.
Ps: Eu não faço idéia se este filme entrará em cartaz no Brasil e tampouco quando ele chega às locadoras, mas sei que se vocês procurarem direitinho conseguem assistir a praticamente todos os curtas pelo Youtube.
Timberlake que estou falando e sabem de uma coisa? Sequer fiquei vermelha. Afinal não se pode ter um gosto impecável sempre, nem eu consigo – nhóooooi.
Scarlett Johansson é digno de furdunço, mas vai além. O clipe é super bem feito e possui roteiro de filme com direito a amor, sexo, pancadaria, traição e morte. Juraa, Tukaam?
Mas eis que nem bem a festa do casório terminou e já começou uma falação de que o vestido usado pela cantora era tão exclusivo quanto aquele gatchinhom que jura que só fica com você.
Ninguém me avisou que uma das coisas ruins de se ter uma franja é que esse treco cresce igual mato. Para conseguir enxergar um palmo diante do meu nariz preciso aparar a cada 15 dias. E eu que já sou cega normalmente agora tenho a franja como a mais nova aliada da minha miopia. Mas vejam bem, apesar disso e do perigo de que eu acabe enfiando o carro em algum poste por aí, posso garantir a vocês que cabelos encobrindo parcialmente os olhos tem um certo charme, pois percebo que as pessoas me olham muito na rua. E das duas uma: Ou pensam que eu estou fantasiada de Chewbacca e me olham porque sentem medo ou estão mesmo me achando mega-lindonaam. Na foto estou tentando pagar de gatchinham e esqueci que a intenção era usá-la para ilustrar minha franja-mato. Ao lado Chewbacca em seu melhor ângulo. PS: No caso de terem alguma dúvida eu sou a da direita, a de lilás última moda. Ai, Tukaam, como você é retardadaam!
Estou em crise de abstinência porque absolutamente todas as séries que eu assisto acabaram suas temporadas praticamente ao mesmo tempo. Só de ódziuuum vou contar o final de todas pra vocês. Em Grey’s Anatomy o Drº Burke acaba desistindo do casamento e abandona Cristina Yang na igreja. Meredith continua a drama queen de sempre e mantém o joguinho chato com o McDreamy – eu ia curtir muito mais se a série se chamasse Yang’s Anatomy. Em Desperate Housewives a Eddie se mata, Linette está com câncer e sua mãe chega para ajudá-la, Susan casa com Mike, Bree finge que está grávida para assumir o filho de Danielle e Gabrielle se casa com o político. Em Heroes, Hiro enfim mata Sylar e quando Peter Petrelli está prestes a explodir, seu irmão Nathan voa com ele para o espaço e então os outros heroes observam a explosão juntos. Ainda não vi os últimos episódios de Criminal Minds e nem de Lost, mas não passa deste fim de semana. Agora me resta esperar Weeds e Dexter que começam suas novas temporadas ainda este ano – falar nisso preciso postar sobre essas duas séries aqui na Casa.
Então que algumas vezes por dia perco toda minha dignidade e me divirto horrores
Vi o final de Lost ontem à noite e aí vai: Charlie descobre que Naomi não foi mandada por Penny para resgatá-los e avisa Desmond antes de finalmente morrer. Vários do grupo dos “outros” morrem. O sinal do telefone de Naomi é estabilizado. Walt Aparece. Locke volta e tenta impedir que Jack fale com o barco que trouxe a forasteira, ameaçando-o com uma arma. Jack não cede e consegue fazer contato sob protestos também de Ben que foi capturado por eles. Alex descobre que Rosseau é sua mãe e a francesa fica comovida diante da filha. Apesar da tentativa de Sawyer e Juliet de ajudar Sayid, Jin e Bernard, quem salva a pátria é o fofíssimo Hurley ao volante da Kombi azul. A série acaba e todos estão felizes aguardando o resgate. Só que os já tradicionais flashbacks inseridos durante todos os episódios, desta vez mostram o futuro pós ilha de Jack – e ele está arrependido por ter siso resgatado. Será que Ben e Locke tinham razão em alertar que não entrassem em contato com o tal barco pois todos se arrependeriam?
Eu tenho um lado que quase ninguém conhece e que não faço questão nenhuma de esconder. Mas antes de contar a vocês e tornar isso algo público, um aviso.
Então que ontem assisti aquele filminho chamado
O filme é besta do começo ao fim e só vou me dar ao trabalho de contar do que se trata porque realmente pretendo dissuadir a todos vocês de verem aquela porcaria. Daphne (Diane Keaton) é mãe de três filhas. O começo do filme mostra as seguidas festas de casamento de duas delas (uma é a Lorelai da série Gilmore Girls a outra é Piper Perabo, aquela que é especialista em fazer papel de lésbica no cinema (mas neste filme ela é hétero). Já Milly (Mandy Moore), a filha caçula nunca encontra ninguém que presta. E vejam bem: ela JÁ tem 20 anos! A vaca da mãe não se orgulha que ela tão jovem já tenha o próprio negócio, more sozinha ou tenha carro. Como assim não ter namorado? Como assim não ter planos de casamento? E se ela chegar aos TRINTA sem um homem?? Me digam: em que merda de século vive essa roteirista de merda (Sim! O roteiro é de uma mulher)? Malditona. Óooodzium dessa gente que acha que mulher só é completa quando tem homeemm, Tukaaam!
Daí a velha alcoviteira, coloca um anúncio na Internet procurando um homem pra sua garotinha sem o conhecimento da mesma. Meigo né? De todos os freaks que aparecem, ela acha que um (Tom Everett Scott) pode dar liga com sua filha man-less. Concomitantemente, um músico-boçal-beeem-gateenho (Gabriel Macht) também começa a concorrer pela jacussaura. Então, ela muito espertinha, putinha, e indecisa começa a sair com os dois (hohohohohohoho).
Tem uns doidos por aí (umas quatro ou cinco pessoas) que me deram esse tal award de Blog que faz pensar. Olha, eu acho chique, viu? Verdade. E acho tão chique que agradeço, mas farei como aqueles que um dia ganharam o Oscar e recusaram o prêmio. Porque mais chique do que ganhar é recusar. Affe, e eu adoro ser chique. Ah, Tukaaam, vatecatáaaaam!
Mas eis que meu marido, que como a maioria dos homens, possui uma
“casa da Tuka” – ai, acho chique ser procurada no Google;
“frases para ex namorados” – que tal: Figurinha repetida não completa álbum, baby!
“dona de casa safada” – Ai Tukaaam, quanta gente tarada lê esse blog! Tô com nojinhoom!
“piroroca” – as pessoas levam mesmo à sério as coisas que eu escrevo…





