Arquivo de janeiro de 2007



29 de janeiro de 2007

O sujeitinho composto


Não era muito fácil se chamar Mirtes Matilde. Fosse uma pessoa qualquer teria vergonha, mas ela não. Quando questionada sobre qual seria sua graça, abria a boca com orgulho e dizia toda prosa em alto e bom som: “Me chamo Mirtes Matilde”. E de quebra, mesmo que ninguém jamais houvesse ansiado em saber, ela completava: “Mirtes significa triunfo e Matilde quer dizer poderosa guerreira. Portanto meu nome é o TRIUNFO DE UMA PODEROSA GUERREIRA”. Não se continha esperando as reações que jamais eram de acordo com suas expectativas.

O pré-requisito para uma pessoa encantá-la era ter um nome grandioso como o dela. Não se interessava em absoluto por pessoas com nomes comuns como Anas Carolinas, Marias Heloísas, Joões Pedros ou Carlos Eduardos. Mas, sobretudo desprezava pessoas com apenas um nome como Julianas, Andréas, Marcos e Rodrigos. Pensava com seus botões: “Nome comum é igual a uma pessoa comum. Nome simples é igual a uma pessoa simples”. E ela não tinha afinidade nem interesse no comum nem no simples. Queria conhecer os raros e compostos e foi exatamente essa mania a responsável por uma série de corações partidos na vida de Mirtes Matilde. Pencas de Antônios, Paulos, Jefersons e Ronaldos se apaixonaram por ela, que fria como uma pedra, dispensava a todos, um a um.

Até que um belo dia na repartição em que trabalhava, começaram a surgir rumores de um certo novo funcionário que acabara de ser contratado. Cara comum, magrelinho comum, roupas comuns, sapatos comuns, sorriso comum. De diferente e o único responsável pelos comentários de todos era seu nome. E foi assim que tudo mudou na vida de Mirtes Matilde:

- Prazer em conhecê-la. Sou Argemiro Egídio. Meu nome significa guerreiro ilustre que protege.

Apaixonaram-se perdidamente e nem a política da empresa que não permitia nenhum envolvimento amoroso entre os funcionários foi obstáculo. Dois anos depois ela engravidou e desde então começaram as apostas sobre o nome que o casal daria àquela pobre criança.



25 de janeiro de 2007

O aniversário


Poucas coisas em minha vida têm a palavra comum como significado – aqui deste lado, um simples aniversário pode render acontecimentos esdrúxulos. E ontem, tudo o que eu queria era apenas um dia comum. Óbvio que não consegui.

Fui acordada meia noite e quarenta. Amigos ligando? Interfone tocando? Presentes chegando? Não, leitores, nada disso. Era apenas uma bela de uma dor de dente. “Não escova esses dentes, Tukammm?” – o primeiro que perguntar isso vai levar uma piabada na orelha, juro. Óbvio que escovo, oras! Ganhei um maldito canal justamente devido a um clareamento – fui querer ser munitam e me fodi.

Mas ok, voltando… O dente doía e liguei pro dentista:

- Oi fulanooom, meu dente dói.
- É? Quer vir aqui e fazer outro curativo? (Adendo: eu havia ido lá na sexta) O tratamento só poderei começar segunda, não tenho horário.
- Não, fulano, quero começar o tratamento. Me ajuda, não quero mais um monte de anestesia pra ter que abrir esse dente de novo na segunda.
- Não tenho horário, só segunda. Fala com a secretária.

Passa o telefone pra fulana.

- Aloaaa.
- Fulana, me encaixa aí! Vou em qualquer horário (eu já estava perdendo a dignidade, era fato).
- Não vai dar não, o último paciente está marcado para as 19h30, deve ficar aqui até as 20h30.
- Eu vou nesse horário! Amanhã é feriado, fulana!
- Ah não vai dar, não. Eu tenho que ir embora, se você quiser vir fazer o curativo apenas pode vir agora, mas o tratamento mesmo só segunda.

Daí perdi a compostura:

- Escuta, você é dentista?
- Não, sou auxiliar.
- Então. Vá embora! Eu preciso do dentista, não de você! Quem disse que você precisa ficar aí? Vá embora!

Senti que magoei a mulher. Mexi com os brios da coitada, vai ver que ela, até aquele momento, achava que sua presença ali era imprescindível para segurar aquela merda de sugador. Auxiliar de dentista de cu é rola, minha gente! Ô raça!

- Liga daqui a pouco então, daí você fala com ele.

Não liguei, estava com muita raiva.

Fui então pro meu dia de “princesa”. Sim, porque apesar de chata, sou amada e as moças do salão que freqüento resolveram comprar bolo, cantar parabéns e fazer minhas unhas e cabelos de presente de aniversário – tudo de graça. Legal, né?

- Ai, Tuka, hoje vou pintar suas unhas de vermelho intenso!
- Não! vermelho, não!
- Ah, Tuka! Faz algo diferente hoje pra comemorar seu aniversário!
- Vermelho, não! Vermelho, não!
- Então que tal Rebu?
- Rebu também, não! Isso também é vermelho! E tá doida que eu vou pintar minhas unhas com uma cor chamada rebu? Minha vida já é um rebu! Isso deve dá até azar, Teca!
- Ai Tuka, você é uma chata!
- Tá, eu sei, agora pinta minhas unhas de Renda e fica quieta.

Ela não ficou, resmungava e falava entre uma esmaltada e outra que eu estava ficando careta. Talvez esteja mesmo, mas não me venha com Rebu, oras!

Cantaram parabéns – o bolo estava bom. Me convenceram que eu tinha que ir a uma dentista amiga delas que ficava ali na mesma rua. Fui. Nota mental: Nunca, jamais, acatar conselhos de amigas cabeleireiras e manicures. Perdi uns quarenta minutos lá e no final a mulher me vira e diz que pra fazer o tratamento do tal dente sairia pela bagatela de quatrocentos reais porque ela não era credenciada no meu convênio. É? Hum. Obrigada. Tchau.

Nessas alturas minha dor já tinha passado. Parei novamente no salão e as meninas gralharam e me ajudaram a falar mal da dentista careira dos infernos. Então fui almoçar e me afoguei num Big Mac sem culpa. Tive dor de barriga.

A partir disso decidi que era um sinal para eu me enfiar em casa e sair só depois que a droga do aniversário passasse. No elevador fiquei presa. Apertei absolutamente todos os botões enquanto chutava e fazia gestos irados para a câmera na tentativa de que o porteiro Zé entendesse e mandasse alguém me socorrer. O cretino pelo jeito imaginou que eu apenas estava dançando algum hit bacana do meu ipod e me ignorou. Uns cinco minutos depois o elevador resolveu abrir e desci seis andares a pé até meu apartamento. Elevador maldito.

Eis que de noite fui invadida por uma súbita euforia de aniversariante, então chamei alguns amigos para comemorar o maravilhoso dia que tive em um boteco fuleiro nos arredores da Avenida Paulista. Já estava preparada para que o garçom derrubasse cerveja em mim ou para qualquer coisa do gênero – mas nada aconteceu. Foi ótimo e no final das contas o dia ainda foi especial.

Saldo do dia:

- Um dente doendo;
- Um dentista e sua auxiliar na boca do sapo;
- Um bolo floresta negra;
- Uma dor de barriga;
- Uma permanência forçada no elevador;
- Várias ligações, comentários e scraps de feliz aniversário;
- Flores;
- Duas entradas para ver A Casa dos Budas Ditosos!
- Companhia de pessoas incomparáveis;

Ahhh, meus aniversários…



24 de janeiro de 2007

E então os 29 anos…


Meu aniversário é hoje e agora não tem mais jeito, é oficial: acabo de entrar no ano pré Honoré de Balzac.

***

29 anos, Tuka! Ainda lembro de você criança! Como pôde envelhecer assim tão rápido, menina?Sequer me dei conta!

***

Alguém me explica que raio é isso de retorno de saturno no qual estão dizendo que me encontro? Ieda? Jana? Alguém?

***

Me dêem parabéns, leitores?



20 de janeiro de 2007

A Casa dos Budas Ditosos


Ler João Ubaldo é maravilhoso, mas assistir a peça de um de seus livros e ainda com Fernanda Torres como protagonista deve ser melhor.

Terças e Quartas até 06 de fevereiro aqui.



19 de janeiro de 2007

Da constatação


Das cartas de Alice

Só faltou você. Não que isso impedisse que estivesse aqui de alguma forma, pois em meus pensamentos você sempre está. Mas senti falta de sua presença mesmo assim: de seu toque e desse seu riso fácil que te deixa com essa cara irritante de comercial de gente feliz na tevê.

Mas são coisas bobas e impossíveis de dividir com qualquer outro na face da Terra é que me dão um aperto no peito danado. Com quem é afinal que posso falar sobre teorias mundanas tão ridículas sem que me julguem como seu eu fosse uma maluca fugida do hospício? E me diga o que eu faço quando em meio a minhas 24 horas do dia não tenho você comigo nem para me dizer que tudo sempre fica bem no final? É verdade, fica. Aprendi com você.

Aliás, você me ensinou bem mais do que pode imaginar, mas jamais tive coragem de te dizer isso afinal. Talvez a única coisa que não tenha conseguido me colocar na cabeça foi o acento dos porquês e o momento certo de separá-los nas frases. Meus porquês são todos unidos pela falta das respostas que me pedem.

Eu sou confusa, sei disso. Lembro de quanto se esforçava para entender coisas a meu respeito que eu mesma não conseguiria explicar nem que vivesse outra vida a seu lado. E no final de tudo, meu bem, você não está mais perto e tampouco tudo existe para ser compreendido – eu sou uma dessas coisas.

E realmente: faltou você…

***
And I made my bed
So I can sleep on it
So I can weep on it
Now I’m wondering why
I made this bed

( I Sleep On It – Angela McCluskey)


18 de janeiro de 2007

Top top


Só porque não é todo dia que acontece da Casa ser citada num blog como o Pensar Enlouquece, vou participar de uma outra bosta de corrente, mas só mesmo porque foi o Inagaki que pediu. Vocês sabem o quanto acho esse treco chato.

Eis meus top cinco objetivos para 2007:

- Arrumar um emprego legal, que pague bem, que tenha gente bacana e com “resistro” na carteira – ok, já me contento em arrumar um emprego legal;

- Emagrecer a ponto de me enxergar no espelho novamente com uma forma humana;

- Guardar dinheiro e não gastar comendo fora, comprando sapatos e roupas;

- Fazer mais maratonas sexuais com meu marido, assim economizamos não saindo pra comer fora, nem passeando no shopping para gastar com sapatos e roupas;

- Parar de querer matar as pessoas na rua quando estou com pressa e tem sempre uma lesma andando em minha frente – isso vai ser difícil;

- Mais uma de lambuja: não participar de mais nenhuma corrente;

***
Pronto, agora passo a bola para outros cinco:
***
Caso não atendam à minha solicitação vou rogar-lhes uma praga.
(Uiaaaaaaaaaam!)


17 de janeiro de 2007

Geléia geral


Então que uma mocinha me escreveu pra perguntar porque ultimamente não tenho postado meus textos “sofro-amo-sinto”. Ah minha, filha, porque não! Porque não é toda hora que estou propícia a eles. Na verdade, não é toda hora que eles estão propícios a mim, sabe? E meus posts-sentimento têm que ser espontâneos assim como tudo que escrevo aqui nessa droga. Afinal, para escrachar a Cicarelli, Nacarolina, filmes e livros é preciso sentir alguma coisa também – nem que seja ódziuuum!

Sabe, eu sou chata, nem é marketing, não! Portanto veja que apesar de minha chatice eu posso ser legal, pois até fiz um post pra te dizer que cacete-vou-escrever-mas-agora-não os textos do estilo que você tanto gosta, ok? Então tenha paciência, tá? Faz favô? Vá lá nos arquivos, dá uma olhadinha, você vai ver que eu nem valho a sua visita diária aqui, tem muito blog melhor! Sério!

Não, não! Não quis dizer isso! Volta! Volt… Eeeeeeeeei!

Avuô…

***

Daí que comecei um raio de dieta, pois estou gorda. Duuuuuh, dieta porque está magra é que você não faria, né Tukaaaaaaaaaam? Ah! Vão pro diabo, vocês entenderam. Primeiro comecei a tomar um shake que me dava uma peidança dos infernos, depois desisti e mudei a tática (para a felicidade de meu cônjuge). Acontece que não é muito simples assim não comer carboidrato, sabem? Principalmente porque eu realmente gosto de carboidrato a ponto de me regozijar com um prato de arroz com qualquer coisa. E gosto de pão e macarrão também. Agora tenho que fazer cara de paisagem quando peço um pedacinho do lanche do meu marido. Ele não fala nada, mas eu sei que lá no fundo ele fica querendo tirar um sarro da minha cara e dizer que eu não levo porra de dieta nenhuma a sério. Só que como ele não é louco nem nada, fica bem quieto e me dá o pedaço do tal lanche. É bom mesmo.

***

Faz uns meses que abdiquei de minha vida de muié crespa, sabem? Sim, dei folga pro cabelo-brócolis por uns tempos e acontece que agora estou me achando a última bolacha recheada do pacote. Desfilo por aí com meus cabelos avuando ao vento e me achando o máximo. Comprei até secador, chapinha e shampoo sem sal – humrum! Tô linda, amapô!

Né, Biaaaaaaaaaal???

***

Meu Soulseek está possuído! Conecto o treco e deixo lá baixando as músicas que quero, quando olho ele fez o download daquilo que solicitei e muito mais. O mais interessante disso tudo é que o danado conhece meu gosto! Nessa brincadeira descobri Diving With Andy, Angela McCluskey e Ayo. Portanto só vou procurar um exorcista quando o negócio resolver baixar funk, sertanejo e coisas do gênero.



17 de janeiro de 2007

E no meio de tanta gente…


ou um feliz aniversário

E parece que você sempre esteve aqui. Parece mesmo que você surgiu para preencher um lugar que só estava à sua espera. O incrível é que quando paro pra pensar não consigo me desvencilhar de todos aqueles clichês que odeio tanto e você sabe. Aqueles que dizem sobre a hora certa das coisas, a hora certa para tudo. Pois essa amizade realmente parece que só estava esperando a hora certa. Isso me deixa, sobretudo brava, porque essa hora certa poderia ter sido antes. Mas lá vem outro: antes tarde do que nunca. Ah que saco, odeio tanto esses clichês, amiga. E você é daquelas pessoas, poucas aliás, que não merecem ser inseridas em lugares comuns. Você sabe disso?

Você me conhece bem, eu deixei – você sabe o quanto é raro que eu me mostre como verdadeiramente sou – é tão cômodo que a maioria me veja sempre como a mal humorada, a chata… E eis o diferencial que me deixa à vontade com minha escolha certeira com essa amizade: você fez por merecer. Você sempre faz. E pra você sou tudo: sim, a mal humorada e chata também estão no pacote. Você com esse jeito despretensioso de ser que quando me dei conta já fazia parte de minha vida. Não saia mais dela, te peço.

Essa sua amizade tão livre de qualquer coisa e tão importante pra mim que quando você atende ao telefone dizendo: “posso te ligar daqui dois minutos?” me deixa fula da vida. Porque dali dois minutos não será mais o momento que eu queria falar qualquer das besteiras que eu pudesse querer falar – então brigo com você que se desculpa. Você sempre se desculpa e, na verdade, você não precisava se desculpar, porra nenhuma, óbvio. Me desculpa, amiga?

A mulher tão forte e tão frágil: que cuida dos pais e dos amigos, que corre de um lado pro outro, que quer estar em todos os lugares ao mesmo tempo, que faz acontecer o que quer que tenha vontade – essa mesma que pensa que otimiza o tempo e na verdade sempre se distrai no meio do caminho. A encantadora mulher que, às vezes parece ter 80 anos e muitas outras não passa de uma garotinha manhosa de 10. Eu particularmente amo as duas: a anciã e a infante.

Você é muita coisa, tantas que tenho certeza absoluta de que não tem idéia nenhuma. Nem sequer do que significa para todos esses seus incansáveis seguidores que você vai arrebatando por onde passa – que te ligam, que te confessam coisas, que imploram por sua presença e companhia. Eu faço parte dessa lista e tenho mais motivos do que conseguiria colocar em palavras.

Nesses seus 30 anos de vida que completa hoje, e amanhã quando vai completar 30 anos e um dia, e depois e pra sempre – espero realmente que você conquiste tudo o que desejar e que seja feliz. E anseio por isso me esquivando daqueles mesmos clichês que citei lá no primeiro parágrafo, mas constatando sem saída que felicidade plena é sim apenas mais um chavão. Então sem me importar com qualquer coisa, só espero mesmo que você seja sempre esta senhora e esta menininha. Que juntas tornem a vida de todos que têm o privilégio de tê-las em sua vida, muito melhor como você sempre faz. Pois você não é como qualquer um. Você é VOCÊ!

Parabéns, minha Cá! Parabéns, minha Carlota! Parabéns, minha Musta! Parabéns, minha “Cu”! Parabéns, minha amiga!


16 de janeiro de 2007

Momento diarréia cerebral


Sabem têm certas coisas, comidas e pessoas das quais pego nojo. Nota mental: Isso daria pra transformar em uma série nova aqui na Casa, algo como “Das coisas que peguei um nojo lascado” – vou pensar sobre. Mas voltando… Têm mesmo coisas, comidas e pessoas das quais pego nojo. Nacarolina é uma das últimas, sabem? Enojei mesmo.

Meu ódziuuum e implicância começaram quando ela deu aquela declaração idiota dizendo que é bi. Bi de cu é rola, minha filha! Que coisa feia negar a opção sexual que tem só pra fazer a linha “sou normal, gosto de pinto também”. Qualé! Assume que gosta de mulher de uma vez! Se ela faz sucesso é justamente graças às milhares de fãs sapas que tem. Será um caso de “auto-homofobia”, leitores?

Ainda por cima dia desses, estava eu e meu marido assistindo ao Saia Justa (fiquei tão feliz quando soube que ela vai sair e a Soninha entrará no lugar) e ficamos pasmos vendo a cara dela ao relatar algumas historinhas de shows. Em todas elas tinham mulheres envolvidas, óbvio. Contou que teve uma que lhe mostrou os seios em pleno show, outra que presenteou com uma xoxotinha de chocolate, uma louca que escalou o hotel em que ela estava hospedada… E ela ia falando e fazendo expressões de: “Meu Deus, será que ninguém percebe que gosto de pinto também?”. Não, Nacarolina, não percebem não.

E outra, definitivamente enjoei daquelas músicas gritadas e das vogais infinitas que ela coloca nos refrões: “êeeeee éeeeeeeee, úuuuuuu úuuuuuuuuuuuuuuu”. Ouviu uma, ouviu todas. Cansei.

Além do que, Nacarolina, é mais fácil acreditar na honestidade da bispa Sônia e do pastor Estevam do que em você curtindo uma rola. E uma de minhas amigas lésbicas já me contou sobre essa música Rosas que está tocando, viu?

- Então, Tu, é uma super metáfora, sabia?
- Sabia não.
- Ela é lésbica e canta que gosta é de rosas e rosas e rosas… Entendeu? Muitas vezes são vermelhas, mas sempre são rosas.
- E o que tem isso demais?
- Rosa é sinônimo de boceta no mundo lésbico, Tuka.
- Ahhhhhhhhhhm! Juraaaam? Entendi!

***

Ah, Nacarolinammmm! Vá pro diabo!



16 de janeiro de 2007

Conversa nonsense da semana via MSN


Aquela do mau humor
Fulaninha: Ele disse que você é a maior gata.
Eu: Sei, e daí?
Fulaninha: E daí o quê? Só estou te dizendo que ele disse que você é gata!
Eu: Pois fale que não gosto de gente confiada. Mande ele à merda por mim.
Fulaninha: Sabe que não sei porque gosto tanto de você? Que mau humor, hein? Hoje está pior que todos os outros dias.
Eu: Pois me bloqueie e depois exclua do MSN.
Fulaninha: Tá, vou fazer isso mesmo, chata do cacete!
Eu: Nhé!

***
Fulaninha fica offline no mesmo momento.

Passam dez minutos…
Fulaninha fica online novamente.

***
Fulaninha: Pois eu te bloqueei e excluí mesmo.
Eu: Hum…
Fulaninha: Mas desfiz tudo porque sinto sua falta. Coisa chata do cacete!
Eu: Hahahahahahahahaha! Eu sabia!


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Procure aqui


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:



Observados

Casa no Orkut


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)


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