Arquivo de outubro de 2006



17 de outubro de 2006

Da série: Mulherzices


(Porque futilidades inofensivas e momentâneas não fazem mal a ninguém)
Daí que eu sou mulherzinha. Sou mesmo. Adoro frescurinhas, roupas, sapatos, creminhos e afins. Não saio de casa sem rímel e nem gloss – mas essa é toda maquiagem que me permito usar para não parecer ainda mais com uma drag queen.

Pouco mais de um ano atrás descobri um gloss da marca americana Too Faced que é coisa do capeta. Se chama Lip Injection e basta passá-lo para que em segundos surja a Angelina Jolie – ou algo parecido. Verdade. Madonna, aquela safada, também usa (aliás, agora ela também imita a Jolie no quesito adoção, vocês viram?). O tal aumenta o volume dos lábios em até 20% – eu que já sou beiçuda fico uma caricatura – “ai, que munitam”.

O treco é feito à base de um derivado da vitamina B e estimula a circulação sanguínea causando inchaço – arde um pouquinho, mas quase nada. O efeito dura umas quatro horas – exatamente o tempo daquela festa. Só um aviso, não dá pra beijar usando o gloss – a não ser que o moço não se importe em ficar com a beiçola inchada também.

Acontece que hoje vi que já existe o Lip Injection Extreme!!! Fico aqui pensando em quão munitam posso ficar com ele. Queria muito ser rica pra mandar vir da Amazon todas as futilidades que tenho vontade. Seria uma festa.



17 de outubro de 2006

Eu sei o que vocês procuraram no Google na noite passada


Abaixo as pérolas exatamente da maneira como foram escritas por quem as procurou e ao lado os meus já tradicionais comentários “consistentes”. Ai como eu me divirto com isso.

  • Maníacos por calcinhas?“Trinta Anos Idade” – (parece que muita gente se preocupa com esta idade)
  • “plágio” – (será mais um escritor que sofreu dessa praga?)
  • “famosas sem calcinha” – (a coisa mais procurada entre tudo aqui nesta Casa)
  • “casada” – (mulher casada é tão raro que hoje até procuram no google)
  • “navalha na carne texto completo” – (Plínio Marcos era meu ídolo adolescente)
  • “frases de amor para colocar no orkut” – (que desperdício de frases de amor)
  • “fotos da tiazinha” – (ela ainda dá ibope, é?)
  • “quero ouvir a conversa da caixa preta do aviao” – (nem a Infraero ouviu ainda)
  • “O quinto mandamento suzane” (recomendo, pode ler)
  • “blogs de lesbicas” – (existem vários)
  • “gato romero brito” – (também gosto do gatinho)
  • “chico mendes música não posso esperar não posso respirar” – (hein?)
  • “bruna surfistinha e frases para lésbicas” – (né?)
  • “Caso Felipe Caff Silva” – (foi assassinado pelo champinha)
  • “foto com casa q tenha sala de estar bonita” (procure na Casa Cláudia)
  • “significado do sonho isopor” – (vale quanto pesa?)
  • “texto romanticos para ex namorados” (esqueça o ex, filha)
  • “lesbica casada vive no armario” – (sai do armário, irmã!)
  • “casas de pereira” (sou uma Pereira)
  • “Delicinha dançando na cama” – (uia!)
  • “texto a nossa amizade sincera” – (escreva o seu, darling)
  • “blogs de frases” (ai gzuiz)
  • “fotos do acidento do avião da gol” – (tem não)
  • “Foto da casa de Maluf” – (nunca as vi)
  • “luzinha nos olhos” – (eu tenho)
  • “maquiagem no fotoshop” – (tá feia a coisa, anjo?)
  • “quero comprar o ingresso para o cirque de soleil” – (acho que não existem mais)
  • “casa das cópias – Curitiba” – (não sei disso, não)
  • “último discurso de chaplin” – (belíssimo, adoro!)
  • “fotos de pessoa adolescente magra demais” – (aqui só tem eu: trintona e gorda)
  • “receita de depilação com sera quente” – (cera é com , coisa burra)
  • “blog mulheres que se amam” – (lésbicas definitivamente dão ibope)
  • “significado dos sonhos” – (ah se eu soubesse!)


16 de outubro de 2006

Capítulo 10


(Se quiser entender você precisará começar pelo capítulo 1)

Ansiedade à flor da pele

Algumas horas mais tarde, depois da longa e assustadora (sim eu estava assustada) conversa por telefone terminei o namoro (também por telefone) com o moço do começo desta história. Se eu fui canalha com o namorado terminando assim? Talvez, mas só quem sabe de toda história sou eu. Portanto, se você aí desse lado está pensando na possibilidade de julgar o que fiz quero que saiba que pouco me interessa e “vatecatá” antes que eu me esqueça.

Enfim, eu não tinha certeza de nada do que aconteceria a seguir, pois nem eu e nem o moço-que-disse-ter-me-amado-ao-primeiro-olhar havíamos feito nenhum tipo de promessa. Eu polianamente pensava que se nada acontecesse entre nós, aquilo tudo já tinha me servido para coisas no mínimo muito importantes. Eu não mais estava namorando alguém a quem não amava e tinha me tocado que o cara-dos-cinco-anos não merecia que eu desmoronasse por ele, eu estava enfim, decidida a superar e seguir minha vida. Fosse com moço-que-disse-ter-me-amado-ao-primeiro-olhar, fosse sozinha.

Parênteses: Dei a notícia de que havia terminado o namoro a ele então. Ele pareceu feliz, mas não o suficiente para que eu tivesse certeza de que ele faria o mesmo e ficaríamos juntos. Não me importei, até mesmo porque só uma louca faria qualquer tipo de pressão naquela situação. Já era uma história inusitada demais.



13 de outubro de 2006

Capítulo 9


(Se quiser entender você precisará começar pelo capítulo 1)

Amor à primeira vista em tempos modernos? Ou a maneira como o feitiço vira contra o feiticeiro. Ou quem ri por último no caso Chapolin…

Desliguei o telefone totalmente apaixonada. Verdade. E parecia mentira o que acabara de acontecer, como até hoje parece, e tanto pensar como falar sobre isso assim desta forma soava naquele momento tão surreal, mas realmente desliguei o telefone totalmente apaixonada. Óbvio que não faz sentido escrever aqui o que foi dito entre nós e não o farei, mas confiem em mim quando eu digo que aquilo que aconteceu é coisa de uma vez apenas na vida – e olhe lá.

E se eu já estava encrencada namorando um moço que eu não queria e com esperanças de voltar para um ex, consegui piorar: agora eu tinha me apaixonado por uma pessoa que tinha namorada. Viva eu!

O bom é que minha paixão era recíproca – aliás, para ele, segundo o próprio, fora um caso de amor à primeira vista: Te amei, desde o momento em que te vi e foi muito antes do tonto do seu namorado me apresentar você como uma amiga qualquer. E quando ele disse isso caí na risada. E não pela frase toda, apenas por causa do “amor à primeira vista” que até aquele instante achava que existia apenas em filmes.

Chapolin de cu é rola, minha filha!Parênteses: Por falar em algo engraçado, ou ao menos curioso, foi a maneira como ele descreveu o instante em que me avistara naquela festa. Estava com a namorada quando ela o cutucou para olhar para uma figura sentada no saguão do hotel. A figura era eu. Segundo ele, as palavras dela foram algo como: olha lá aquela menina esquisita com um a roupa que parece a do Chapolin! E deu risada. Só que ela não notou que ele nunca mais deixou de me olhar. Sem querer ela foi a respoChega de foto minha aqui que já está parecendo o blog da Anucha - rsnsável por tudo. Isso foi ele quem disse também.

Parênteses de novo: Eu estava vestida com uma blusa vermelha até bem bonitinha (essa aí da foto), nada tinha a ver com a roupa daquele ridículo personagem mexicano. Também usava uma mini saia preta e nos cabelos tinha umas fivelas de florzinhas. Estava magra demais, com olheiras demais e minha cara era a de “falta-muito-papai-smurf?”. Tá, admito que não estava lá muito linda (confirmem com a foto ao lado), mas daí a ser motivo de risada, não né? Guria, idiota, ô!



13 de outubro de 2006

Sexta-feira 13


Pé de pato, mangalô três vezes!

(Porque prevenir não custa nada, afinal)

*

Já volto



11 de outubro de 2006

Capítulo 8


(Se quiser entender você precisará começar pelo capítulo 1)

Provocou? Agora agüenta! ICQ ou MSN?

Oh OhNão sei bem o porquê, mas achei o fato do rapaz estar interessado em mim engraçado. Incrível como certas coisas acontecem em nossas vidas nos piores momentos. Exatamente em momentos como esse em que muitas vezes deixamos escapar algo ou alguém que nos faria extremamente feliz por conta de uma descrença momentânea.

E minha amiga começou a intermediar: ele me pediu seu número de icq. Eu não tenho icq, só msn. Ele disse que msn é uma bosta. Pois eu só tenho msn, que coisa! Ele falou pra você instalar o icq. Não vou instalar icq nenhum! Ele disse que vai instalar o msn, mas perguntou se enquanto isso você poderia instalar o icq.

Instalei.

Em seguida fui até o blog do rapaz e deixei o número do bendito icq no último post. E, ironias à parte, era exatamente um texto no qual ele dizia que acabara de completar nove meses de namoro e que entre todas as suas resoluções de ano novo estava a meta de não brigar mais com a namorada – blurrp. E não tinha a menor idéia do motivo de ter feito aquilo – de ter instalado a droga do icq e de ainda ter ido comunicar – afinal o que eu falaria com ele?

Parênteses: Alguns segundos depois ouço aquele barulhinho característico do obsoleto icq me avisando que alguém me adicionara. Era ele. Aquela conversa começou às 18h00 e terminou às 6h00 do dia seguinte (depois de mais ou menos umas seis horas ali ele acabou me ligando).



11 de outubro de 2006

Do pretérito imperfeito ao futuro do presente


Quando eu comecei este blog há quase cinco anos, definitivamente eu não era a mesma pessoa que sou hoje. Eu era recém formada e achava que o diploma bastava para que eu pudesse escrever de forma decente, da maneira que supostamente espera-se que um jornalista tenha que escrever. Achava que era capaz de coisas que só a ingenuidade nos faz pensar que somos capazes, como, por exemplo, tocar um jornal sozinha e de ser impassível aos olhos de pessoas que torciam todos os dias por um erro, qualquer que fosse.

E eu errei, errei bastante. Mas humildemente ouvi tudo o que de válido me disseram para que eu aprendesse e desaforadamente ignorei e dei de ombros a todos os que simplesmente me apontaram como uma menina tola, aquela que não sabia nada do mundo que queria mudar. Acontece que eu era mesmo uma menina tola, mas não era apenas isso.

Eu não sabia escrever tão bem como achava que escrevia e nem tão bem como deveria – meus textos jornalísticos eram apenas meia-boca e os desta Casa eram verdadeiramente medíocres. Eu não tinha idéia que o ato de escrever era muito além do que fazê-lo com frases livres de erros de português. Eu era uma sonhadora tentando encontrar respostas impossíveis. Eu ainda não sabia o quanto as pessoas podiam ser cruéis. Eu venerava coisas que hoje sequer lembro que gostava. Eu facilmente trocava os pés pelas mãos e bagunçava minha vida. Eu tinha o amor próprio de um homem bomba. Eu era imatura e inocente em quase tudo. Eu não sabia bem o que queria da vida.

As coisas que escrevi naquele início variaram de matérias sobre traficantes de drogas (recebendo ameaças depois), politicagem (me tornando persona non grata do prefeito medíocre de uma cidade pequena e também a queridinha do então governador Geraldão), socialites (respirando fundo para não ter ânsia de vômito com tanta futilidade), cinema (me entregando com alma a arte que tanto amo), entrevistas com músicos (inocentemente permitindo que um deles se apaixonasse), ideologistas (me deixando encantar um pouco por causas inalcançáveis), médicos (admirando loucamente uma grande profissional), bandidos (me controlando para não socar as pessoas que seqüestraram uma grande amiga), pedófilos (incrédula diante da maldade alheia), policiais (me divertindo com a seriedade forçada daqueles que tremiam diante do meu gravador ligado)…

Foram muitas coisas, muitos momentos, muitas caras feias para a menina que não tinha receio de perguntar qualquer coisa que fosse, muitos olhares e cochichos disfarçados em vão quando eu chegava ao local de alguma matéria. Afinal quem eu pensava que era? Como era possível que eu não abaixasse a cabeça para aquelas pessoas que sempre mandaram na cidade? Como é que eu não me impressionava diante da caridade hipócrita de alguns com o real intuito de se autopromover? Como aquela menina podia ser tão petulante? Eu era sim uma menina tola. Mas tola por nunca ter tido medo de dar a cara à tapa e nem de enfrentar princípios questionáveis apenas porque estavam estabelecidos por meia dúzia de pessoas que se achavam acima de qualquer coisa.

Já no campo restrito desta Casa, eu era alguém que achava que sabia muito de muita coisa. O motivo nem sei ao certo, mas eu pensava que podia escrever e bem a respeito de qualquer coisa referente à vida. Mentira. Eu sabia pouco de pouca coisa. Não sabia sequer muito bem nem a respeito de mim mesma. Mas foi assim, pensado ser capaz de colocar qualquer coisa no papel, que aos poucos fui me dando conta de que para escrever bem é preciso amor, é preciso colocar o coração na ponta dos dedos e ter bagagem de vida. Não bastam relatos de terceiros, para escrever é necessário estar um pouco em cada uma das histórias – é preciso se identificar com as situações, é preciso saber se colocar no lugar de quem inspira seus escritos. Escrever sobre a vida, sobre coisas comuns a qualquer ser humano é realmente uma reverência aos dias que passam. É uma homenagem a tudo o que já vivemos e a tudo o que nos fez crescer, amadurecer e às coisas que nos tornaram melhores do que um dia fomos. E esta minha paixão, a de escrever sobre coisas “banais”, me permitiu saber muito mais sobre mim mesma.

Alguns anos depois eu ainda não acho que aprendi a escrever bem, mas acho que melhorei alguma coisa. Vez em quando ainda cismo em questionamentos sem sentido, mas nada fica ecoando em minha cabeça mais do que alguns minutos. Me dei conta de que nem todo mundo vale a pena, seleciono melhor meus amigos e contatos, mas sei que nem por isso estou livre de me estrepar. Meu amor próprio ainda oscila: varia de “putaqueopariu-como-sou-linda-e-inteligente” à “ô-inferno-hoje-tô-uma-merda”, mas aprendi que nem todo dia estarei me sentindo tão feliz. Amadureci em quase tudo, menos no que eu ainda não tenho idéia de que seja preciso – eis aí o tudo que ainda não sei que agora não ouso dizer que sei. Portanto espero.

Aprendi enfim que eu não preciso peitar o mundo, mas também não tenho que me submeter a nada do que acho que não está certo. E, sobretudo aprendi que nunca saberei demais a respeito de nada, apenas o suficiente – e isso me fez aceitar as coisas que não posso mudar. Escrever pra mim é algo como respirar e então escrevo, escrevo, escrevo, sem cansar. Quem sabe um dia eu possa de uma vez por todas abrir a boca e dizer com todas as sílabas: escrever é a única coisa que sei fazer e faço muitíssimo bem.



10 de outubro de 2006

Capítulo 7


(Se quiser entender você precisará começar pelo capítulo 1)

Tchau e olá

Oh OhNo final da noite voltei pra casa do meu então namorado e aquele namoro iria durar até o dia seguinte quando eu voltaria a Curitiba. Na despedida nada foi encerrado, mas no fundo eu sabia que aquela seria a última vez que o veria como meu namorado (chato isso de não citar nomes, tenho que ficar repetindo a palavra namorado). Nos falamos ao telefone nos dias que se passaram, mas eu estava realmente me preparando para ter coragem de dizer o adeus definitivo.

Foi então, nove dias depois de minha estada em São Paulo, que uma amiga começou a me contar pelo msn algo que aconteceu naquela noite. O moço que o seu namorado tirou no amigo secreto ficou encantado por você, mas eu já disse que você é comprometida. Ele é um safado, quer todo mundo que não pode ter, tem até namorada e ela estava lá. Já falei pra ele que sua atual situação é complicada já que você ainda tem esperanças de voltar com o seu ex dos cinco anos de namoro.

Chega a hora de contar o motivo das caixas vazias. O blog do rapaz se chamava Sobre o Nada. Por isso o dito cujo achou que seria engraçado presenteá-lo com vento. O que eu escrevi no bilhetinho: “Já que você gosta tanto de nada, pra você: nada”. Que maldade, não?

Parênteses: Antes disso, eu e o moço havíamos trocado uns comentários nos blogs um do outro. O atrevido veio corrigir a grafia de seu nome. Eu havia escrito errado no post que contava da tal festa blogger do dia 30 de novembro. Mas a correção que ele me fez não foi delicada, foi brusca. (não adianta procurarem nos arquivos os tais comentários, pois como mudei a Casa para domínio próprio eles não existem aqui – agora vamos em uníssono: ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!)



10 de outubro de 2006

Vivas à Mary Quant


Daí que eu estava lá no maior aconselhamento com minha manicure e amiga quando ouço a seguinte frase advinda de algum outro lugar ali naquele salão: “Mini-saia só até os 25 anos, no máximo! Depois disso é assinar atestado de ridículo”.

Percebi que a Teca (minha manicure) se segurava para não cair na risada: “Ih, Tuka, acho que a mulher está incomodada com as suas pernas de fora”. Pelo jeito estava mesmo, mas não precisava mexer com quem estava quieta. E antes de resolver agraciá-la com meu mais absoluto desprezo, decidi retaliar.

Olhei pra ela na minha melhor cara de “qualé-tia-vatecatá!” e disse: “Ah, querida, até concordo com você, mas apenas se a pessoa em questão não tiver tido a sorte de possuir belas pernas. Eu, por exemplo, vou usar mini-saias até quando eu achar que posso, ou enquanto minhas pernas não virarem poluição visual como as de muitas mulheres por aí”.

Quase pude ouvir o “glup” do momento em que ela engoliu minha resposta de atravessado. Mas venci já que ela sorriu sem saber o que me dizer. Como diz o ditado: quem diz o que quer… Medonhona! Se eu tivesse pernas como as dela com certeza até preferiria calças jeans no lugar do biquíni. Inveja não é uma merda?



8 de outubro de 2006

Enfim um livro


Literatura Crônica – lançamento em São Paulo dia 11 de novembroEntão que no dia 11 de novembro, aqui em São Paulo, será o lançamento do livro Literatura Crônica pela Editora Andross. É uma antologia de crônicas com autores espalhados por todo país, e, acontece que eu estou entre eles.

Embora não seja ainda exclusivamente meu (é apenas uma crônica de minha autoria, afinal), a sensação de ser publicada em um livro é realmente bacana. Algo como se o trabalho que faço há tantos anos enfim fosse dar umas bandas além deste blog. Pôxa, um livro… Minha mãe está orgulhosa!

Vou falar mais a respeito conforme o dia for se aproximando, não se preocupem. Esse livro também é um pouco desta Casa e também um pouco de todos vocês que me acompanham há tanto tempo, gostam do que escrevo, deixam suas opiniões nos comentários (concordando ou não com o que eu digo) e escrevem e-mails. Todos vocês sabem que fazem parte parte da história desta Casinha aqui.


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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