Bruna Mendes… A mesma com quem converso há anos, a quem ofereci minha casa para se hospedar em São Paulo, a mesma pessoa de quem eu sempre gostei tanto. Que coisa feia, achava que você era outro tipo de pessoa, sério. Mas você mexeu com a pessoa errada, cara. Eis o blog da “escritora”: http://trocando-olhares.blogspot.com/.
O mais engraçado foi o que li no blog (http://diarioazul.blogspot.com/ ) do namorado dela (pelo que pude perceber tudo isso foi apenas para impressionar este moço) falando sobre o blog da fulana:
“Trocando Olhares – É o blog do meu amor. Bruna escreve muitíssimo bem, tem sensibilidade e – o melhor e mais raro – encontrou uma voz própria. Seus textos, além de graciosos e divertidos, são inconfundíveis”.
Vou aceitar como um elogio, tá?
DEZOITO TEXTOS MEUS ESTÃO LÁ E MAIS VÁRIOS DE OUTRAS PESSOAS, POIS TENHO CERTEZA QUE ELA NÃO ESCREVEU TUDO AQUILO, A NÃO SER OS EVIDENTES.
Vamos aos plágios dos meus escritos que encontrei no blog dessa moça:
- O texto “Antes e Depois” que publiquei em 16 de dezembro de 2004 foi roubado e postado por ela no dia Em 30 de junho de 2006 – com praticamente as mesmas imagens;
- O “Vai indo” que publiquei em 09 de agosto de 2005, foi roubado e postado no dia 23 de junho de 2006;
- Em 16 de janeiro de 2005 publiquei um texto sem título que foi selecionado até para uma antologia, a bonita o roubou e publicou com o nome “Sofia” – outra bizarrice: li um de seus posts em que dizia que tinha uma outra “personalidade” chamada Sofia e que publicaria algumas coisas em breve – estranhamente eu uso o heterônimo Alice para alguns textos;
- O texto sem título que escrevi e publiquei no dia 29 de setembro de 2004, ela roubou e postou como “Sofia II” no dia 10 de junho de 2006;
- O “A Tuka fica feliz quando” do dia 01 de novembro de 2002 (apenas alterado para “A Bruna fica feliz quando” – affe Gezuiz) ela publicou mudando os links em questão no dia 07 de junho de 2006;
O meu “Você” publicado em 12 de novembro de 2004 em homenagem ao meu marido (assim como vários outros textos) – ela postou em 06 de junho de 2006;
- “Verônika” (com citações de trecho do livro de mesmo nome de Paulo Coelho como a imagem do post mostra) que publiquei em 20 de outubro de 2004, ela roubou e postou em 05 de julho de 2006;
- Outro texto sem título que publiquei aqui no dia 04 de novembro de 2004 (que estranhamente essa mesma pessoa certa vez já havia pedido autorização para usá-lo com os devidos créditos em seu fotolog), está no blog dela no dia 25 de julho de 2006;
- O meu “Mudanças” que publiquei em janeiro de 2006 está lá no blog dela no dia 24 de julho de 2006;
- O “Tantas” que publiquei em 25 de setembro de 2005, está postado por ela em 14 de julho de 2006;
O meu “Léo e Bia” (título alusão a música de Oswaldo Montenegro) publicado em 27 de outubro de 2005, ela surrupiou e postou em 12 de junho de 2006;
- O “Tudo que não deveria” que publiquei em 15 de setembro de 2005, ela postou em 07 de julho de 2006;
O Meu “O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído…” (título em alusão a música dos Titãs) de 09 de janeiro de 2005, ela fez mudanças porcas e publicou em 08 de julho de 2004;
- “Pra você, meu amor” publicado em 24 de abril de 2003, ela tranformou em “Um ano de muitos que ainda virão” em 04 de julho de 2006;
O meu “Who are you? Who? Who? Who? Who?” (Título em alusão ao refrão da Música “Who Are You” do The Who que é abertura da série CSI) do dia 30 de agosto de 2005, foi roubado e publicado em 25 de agosto de 2006 por ela;
- O “Se só me restasse um dia de vida” do 16 de novembro de 2002, foi roubado e postado por ela em 18 de agosto de 2006 – ironicamente ela troca algumas coisas e na frase em que falo que brincaria com meus cachorros Nico, Tony e minha Gata Kika, ela diz: “brincaria com a Layla e com a Tuka”;
- O meu “Há canções e há momentos” de 28 de abril de 2003, foi plagiado como “Sofia I” em 14 de agosto de 2006.
E as pessoas são tão mais humanas quando falam mal dos outros. Vocês não acham? Falar bem qualquer um pode, ninguém vai te julgar por isso, a não ser que a pessoa digna de seus elogios seja Hitler, o maníaco do parque ou algo do gênero. Mas falar mal estranhamente é algo que humaniza. Faz com que qualquer um perca a denominação de inatingível, de perfeito, de certinho, coisas que, por mais incrível que pareça, assusta a maioria.
Os homens são obras tão simplificadas da raça humana, não? Se estiverem feios não percebem, se gordos não ligam, se magros pouco se importam, não se metem em confusões por causa de ninguém, não são instáveis, não são compulsivos, não têm TPM. Eles existem e só isso está bom.
O livro conta várias histórias. Entre tantas está a de Paula, filha de Isabel, que entrou em coma profundo devido a uma doença confusa chamada porfíria (até mesmo depois de minhas buscas no Google, fui incapaz de compreender precisamente do que se trata a doença). Foram vários meses em que a escritora passou ao lado da filha e, enquanto isso, procurou conforto escrevendo cartas à moça doente que não podia sequer ouvi-la. Ela tinha esperanças de que ainda sua filha pudesse ler todas as palavras escritas durante todos aqueles dias e noites em que clamou por sua melhora: “Paula, escrevo para que quando você acorde não se sinta perdida, filha”. Mas após um ano, em 6 de Dezembro de 1992, Paula morre com apenas 29 anos. E não venham aí do outro lado me dizer que estraguei tudo falando isso, pois em qualquer crítica a respeito do livro é a primeira coisa que é contada.
É um livro delicado. Quase um diário que percorre a Isabel neta, filha, irmã, esposa e mãe. Fala do passado de sua família, dos amores, dos momentos e dos segredos da mulher de então 49 anos de idade. Tudo isso unido à dolorosa batalha na qual se encontrava a escritora diante da possível perda de sua filha. Um livro e uma verdadeira viagem ao interior de si mesma que, conforme afirmou a escritora, serviu de veículo para prolongar a presença da filha junto da mãe, para manter a vida que já a tinha abandonado desde o momento em que deu entrada no hospital, mergulhando no coma profundo.





