Arquivo de junho de 2005



27 de junho de 2005

De volta


A viagem? Foi boa (apesar de tudo). Saldo:

Dois enterros, cinco dias com irmã e sobrinho, dois jantares com o Carlão e Rafa, um almoço com a Thabata, uma tarde com a Cacilda, uma visita surpresa para a Bethânia e Lenon, um fondue na Sueli com pessoas novas, um fim de tarde com a Kellinha, uma manhã terrível com a Marcia e Daniel (vai passar, vocês sabem), vários passeios no shopping, alguns papos por telefone, e mais saudade.

Eu queria que tudo e todos que amo estivessem aqui ao alcance dos meus olhos assim como estão ao alcance do meu coração.



23 de junho de 2005

Traité d’Athélogie


Eu fui criada como católica. Bem, não uma católica fervorosa, mas ainda assim católica. Fui batizada aos 12 anos. Fiz primeira comunhão. Morri de medo de confessar ao padre que havia mentido à minha mãe e dado uns sopapos na Renata, minha amiga. Aprendi umas duas ou três rezinhas (aquela do anjo da guarda nunca consegui decorar), Fui a algumas missas aos domingos. Li alguns trechos daquelas bíblias de bolso. Ouvi as explicações a respeito do pecado, da história de Jesus e blábláblá.

Mas a verdade é que sempre questionei que raios era aquilo tudo. Por que eu tinha que acreditar simplesmente? Porque eu havia de temer? Porque eu iria para o inferno e não para o céu? Por que eu tinha que assistir a uma chatisse de cultos cheio de pessoas hipócritas reparando umas nas outras? Por que o catolicismo prega um monte de absurdos e se contradiz? Por que eu tinha que seguir uma instituição moralista e cheia de preconceitos? Por que essa papa tem cara de capeta? Por quê?

E achei a resposta depois de tanto ser chamada de louca. E a resposta era: eu não precisava de nada daquilo. E pronto.

Foi por isso que quando descobri Michel Onfray, descobri com ele a minha “bíblia”. E minhas respostas todas não estão em crenças religiosas, mas na busca da compreensão do homem.

Eis um trecho de uma entrevista que ele deu a Veja com o qual me identifico totalmente:

“Até onde consigo me lembrar, sempre fui ateu, a não ser na infância, quando acreditava na mitologia católica como se acredita em Papai Noel ou nas lendas do folclore. A história contada pelo catolicismo tem tanto valor quanto essas. Está no mesmo nível dos contos da carochinha, em que os animais conversam e os ogros comem criancinhas. Assim que um embrião de razão habitou meu espírito, não me importei mais com esse pensamento mágico – que só serve, justamente, para as crianças. Isso quer dizer que, quando uma pessoa não se contenta apenas em acreditar estupidamente, mas começa a fazer perguntas sobre os textos sagrados, a doutrina, os ensinamentos da religião, não há como não chegar às conclusões que eu proponho. Trata-se de não deixar a razão, com R maiúsculo, em segundo plano, atrás da fé – e sim dar à razão o poder e a nobreza que ela merece. Essa é a missão, a tarefa e o trabalho do filósofo, pelo menos de todo filósofo que se dê ao respeito.”

É por isso que sempre digo, e não se ofendam os que não concordam, pois este blog não tem intenção de doutrinar ninguém e respeita totalmente tudo e qualquer coisa que seja diferente daquilo que a dona desta Casa acredita: religião é o entorpecente dos tolos. Aqueles que precisam de uma razão, aqueles que precisam de um consolo, aqueles que não ousam questionar, aqueles que seguem regras sem saber o motivo, aqueles que decoram trechos do livro sagrado sem sequer saber o que realmente significa… Claro, há exceções, os que acreditam, mas com cautela, sem se deixar cegar. Esses eu respeito. O resto é só número.

Vou viajar. See ya!



21 de junho de 2005



A semana aqui na casa da Tuka começou cinza, com chuvas, notícias ruins, início de desespero. Passou, isso foi ontem. Hoje, a mesma chuva que continua caindo lá fora, leva junto minha tristeza por não poder fazer nada, apenas estar perto. Então lá vou eu a Pasárgada para estar perto. Mas volto, sempre volto.

***

Hoje vou tirar meu aparelho ortodôntico colocado há um ano por causa de um único dentinho torto. Estou feliz. Hoje vou ver a minha amiga Cely e seu filhote Pedro. Estou feliz. Hoje meu marido vai dar uma de jornalista escrevendo uma matéria sobre o lançamento de um jogo. Estou feliz e orgulhosa. Hoje está um tempo bunda lá fora mas aqui dentro tem sol!

***

Amigos de verdade são aqueles com quem nos sentimos à vontade até mesmo para compartilhar o silêncio.



20 de junho de 2005

E no final o sapo não virou príncipe?


Não tem fórmula mágica para um relacionamento dar certo! Não tem príncipe encantado! Não tem manual a ser seguido! Não tem sininhos tocando avisando que aquele sim será o homem de sua vida! Não tem!
O segredo está em saber o que se quer e o que não se quer. Muito simples. Mas nada de ilusões, pois amor nenhum vive de contos de fada. Isso foi muito legal para a Bela Adormecida, e olha que ela ficou cem anos esperando o maldito ir acordá-la!!
Pois bem, se príncipe encantado não existe, fiquemos mesmo com os sapos! Pois são eles que no final das contas nos encantam. Não têm cavalo branco, mas podem te levar no corsinha azul. Não empunham uma espada dourada, mas têm chave de fenda e sabem arrumar a torneira pingando. Não moram em castelos, mas vão te ajudar a financiar o apartamento de dois quartos e sacada. Não governam reinos distantes, mas te levam para viajar de vez em quando. Não te presenteiam com jardins, mas te dão flores.
Os sapos vão te fazer rir, pois não seguem protocolos. Eles vão te dar os beijos em público mais maravilhosos do mundo, pois não se preocupam com o que vão falar. Vão te dizer que você está uma delícia com esse vestido novo, pois se orgulham do mulherão que têm. Vão te deixar morta de cansada de tanto trepar, pois não fazem apenas amor, eles trepam, e bem! E trepar é preciso nessa vida. Vão te olhar nos olhos e dizer te amo, pois não têm vergonha de demonstrar sentimento. Vão te dar filhos lindos e não herdeiros de trono.
Se você chegou até aqui neste texto, percebeu que sapo foi a maneira figurada que encontrei para chamar um homem de carne e osso. Príncipe é história da carochinha.
Pois bem, se no beijo nada aconteceu, sininhos não tocaram, a mágica não tomou conta, a música tema não tocou, o Shrek ainda é um ogro – bem-vinda ao mundo real. Pois aqui é assim, os príncipes ficam bem é mesmo depois de cem anos nos fazendo esperar. Os sapos? Já estão por aí, basta saber procurar o que te faça feliz. E até achar, divirta-se!
OBS: Pessoal, quando postarem textos que foram escritos por outras pessoas, por favor, dêem os devidos créditos. Não custa nada.


17 de junho de 2005

Da série: Por que você perdeu a oportunidade de ficar quieto?


Fulano: Ah! Têm certas coisas que eu concordo com Hitler.
Tuka: Ah é? Por exemplo o que?
Fulano: Ah, eu odeio essa coisa de sindicância, sabe? Essa gente que gosta de ficar protestando me dá raiva. Hitler achava que um verdadeiro patriota lutava por seu país. Eu acho que ele tinha pensamentos muito lógicos. Se eu tivesse nascido naquela época eu acho que seria um seguidor.
Tuka: Hum.
Fulano: Eu sei que isso choca muita gente, não precisa ficar constrangida, pode falar.
Tuka: Na verdade eu estou constrangida sim, mas por você. Pois se é que você concorda com as idéias do austríaco deveria saber que você seria um dos primeiros a fazer parte da lista de assassinatos do nacional socialismo, né?
Fulano: Por que???
Tuka: Você é gay, definitivamente não é ariano (o moço é negro), é brasileiro (Hitler era xenófobo) e é pobre. Ah! Burro também, claro. Por favor, não repita tamanha asneira mais. Vão rir da sua cara.

OBS: Tive pena do rapaz.

***
Fulana: Essa coisa de ler fofoca não me faz a cabeça. Eu odeio essas revistas Caras e Contigo, sabe?
Tuka: Sei.
Fulana: Você lê?
Tuka: Leio não.
Fulana: Eu gosto mesmo é de ler a Folha e a Época.
Tuka: E o que você mais gosta na Folha e na Época?
Fulana: Na Folha eu gosto da Mônica Bergamo e na Época eu leio a Joyce Pascowitch.
Tuka: Hum…

OBS: Com cara de coluna social mais ainda assim fofoca. Pior ainda, aliás.

***

Fulano: Cinema pra mim tem que ser o alternativo.
Tuka: Ah! Eu também acho. Os filmes são muito melhores.
Fulano: Gosto dos fora de circuito.
Tuka: Cinema comercial às vezes enche mesmo.
Fulano: Totalmente! Eu tô fora de filme pipoca!
Tuka: Qual foi o último filme que você viu?
Fulano: Star Wars! Fascinante meu! George Lucas sabe fazer cinema né?
Tuka: Hum…

OBS: George Lucas é o pai do cinema comercial-pipoca.



17 de junho de 2005

Ahhhhhhhhhhhhhhhh, o amor!


Ai ai… Gente fina é outra coisa né? Vocês viram? Tom Cruise pediu a mão de Katie Holmes em casamento durante um passeio em Paris. Lindo né? Cliquem **aqui** e leiam tudo.

Já eu pedi o San em casamento em uma lista. É, lista de afazeres, sabem? Escrevi lá pra ele não esquecer algumas coisas que ele tinha que fazer durante suas férias. Foi assim:

Ó, San! Não vai esquecer hein:
- levar o carro pra lavar;
- dar uma geral naquela bagunça de coisas no seu armário
- jogar um monte de papelada velha fora
- casar

Só o que tenho a dizer é que ele cumpriu todos os itens da lista prontamente. Não é um anjo esse meu amor? Moramos juntos seis meses e depois disso assinamos a papelada. Dia desses conto a história completa do dia do casório aqui. Foi no mínimo bem engraçado.



15 de junho de 2005

Era uma vez… O papel higiênico acabou…


Correu feito louca em plena hora do almoço no shopping.

Esbarrou em pelo menos sete pessoas que se arrastavam pelo caminho.

Uma criança se soltou das mãos da mãe e ela fez um salto digno de Daiane dos Santos para não arremessar o moleque longe.

Chegou vitoriosa ao banheiro. Se existia algo realmente terrível era estar apertada para ir ao banheiro.

Fila.

Não, se existia algo realmente terrível era fila para conseguir ir ao banheiro quando se está apertada.

Cinco pessoas em sua frente.

(Malditas).

Saiu uma, Entrou outra. Quatro agora.

Mais uma saiu.

(Aaaaaaaaaai! Andem logo!!!).

Duas na frente ainda.

Começou a pensar no Roberto Jefferson para ver se a vontade diminuía.

(Poxa, uma pessoa com um nome desses tem mesmo é que ser um mané. Não é possível que alguém em sã consciência tenha tido a coragem de colocar esse nome medonho no filho. Pior que Alberto Roberto!!!).

Enfim sua vez!

(Que delícia fazer xixi!!!! Posso até sentir a barriga diminuir!).

O telefone celular começa a berrar dentro de sua bolsa.

Resolveu atender.

- Oi menina! Tudo bem?
- flanflanflanflan…
- Né?
- Flanflanflanflan!
- Xixi! É!
- Flanflanflanflan?
- Não, no shopping!
- Flanflanflanflanflanflanflanflanflanflanflan
- Ta então. Tchau!

Guardou o celular e percebeu que estava com vontade de fazer cocô.

Como vontade de fazer cocô não era uma coisa comum para ela (era uma mulher entupida) resolveu ficar por ali mesmo.

Ficou feliz ao notar que sua barriga pareceu menor ainda depois do “número dois”.

Olhou para o lado direito para pegar o papel higiênico e cadê????

Ficou desesperada!

(Meu Deus!! O que faço???)

Percebeu que o movimento estava intenso do lado de fora.

(Ai que vergonha! Vou ter que pedir para alguém).

Bateu na parede a sua direita do conjugado:

- Ô moça! Moça!
- Flanflanflan?
- Meu papel higiênico acabou. Será que você pode me dar um pouco do seu?
- Flanflanflan!
- Como assim, moça? Não tem o suficiente nem pra você?
- Flanflanflan!!!!
- Mas, moça. O caso é urgente! Eu fiz um número dois e você só xixi!!!
-Flanflanflanflanflanflanflanflan!!!
- Tá, tudo bem, Deus tá vendo! Deus tá vendo! Você vai ver só uma coisa!!

Então bateu na parede à sua esquerda do conjugado:

- Moça do céu! Me dá um pedaço do seu papel! Por favor…
- Flan!
- Ai moça, obrigada!

Abaixou para pegar e notou que era pouco. Amaldiçoou em pensamento todas a gerações da avarenta que lhe deu o tal papel:

- Moça, desculpe incomodar de novo. Mas é pouco esse aqui. Me arruma mais?

A mulher deu.

- Obrigada, viu moça. Que situação né? Vir ao banheiro e ficar assim mendigando papel higiênico para desconhecidos. Isso é muita humilhação né, moça?

- Moça?

A mulher ao lado tinha ido embora de fininho.

Saiu do conjugado olhando ao redor e morrendo de vergonha.

Foi lavar as mãos e notou que o sabonete líquido estava no final. Apertou umas três vezes e conseguiu um restinho.

(Shopping dos infernos!!! Shopping dos infernos!!!).

Lavou as mãos. Na hora de secá-las cadê o papel???

(Não acredito!!!!)

Enxugou as mãos na calça jeans e saiu do banheiro xingando.

(Shopping dos infernos!).



14 de junho de 2005

Free! Free! Michael Jackson free!


Eu gostei do veredicto. Ele é tão maluco, tadinho, que realmente acredito que ele não tenha feito nada com aquelas crianças xexelentas que ficavam com ele em seu rancho. Acho mesmo que as famílias estavam é a fim de faturar uns milhões às custas do bate pino.

Apostem aí! Quando tempo Hollywood vai demorar para querer filmar a saga de Peter Pan? Ops – Michael Jackson?



12 de junho de 2005

Eu e ele


Ontem completamos, eu e meu marido, dois anos de um casamento feliz. Lembro bem de como as pessoas nos olhavam com cara de “ihhhh, isso não vai dar certo”. Pois é, mas como diriam Tuka e San: Nem tomamos conhecimento.

Enquanto os meses passaram e muita gente espichou o pescoço querendo saber o que se passava com a nossa vidinha tranqüila, aconteceu muita coisa. Entre todas elas, fomos muitos felizes.

Ele odeia as minhas músicas e ama me ver dançar escondida. Eu odeio cozinhar e amo o jeito que ele transforma um miojo em um banquete. Ele odeia quando eu o encho de cócegas e ama quando o encho de beijos. Eu odeio quando ele larga a tampa da privada aberta e amo quando ele guarda o aspirador de pó. Ele odeia minha mania de falar desembestado e odeia quando me calo. Eu odeio ver futucando espinhas e amo eu mesma fazer isso nele. Ele odeia minhas canetas espalhadas pela casa e ama trazer sempre mais uma para a minha coleção. Eu odeio quando ele assusta os gatos e amo vê-lo “serelepeando” com as músicas horríveis que gosta. Ele odeia quando peço pra ele tirar minhas lentes e ama quando lhe dou “beijinhos de esquilo” nos seus olhinhos…

A lista do amo e odeio poderia ser bem mais extensa, mas na verdade não importa para nenhum de nós dois. Pois assim como nesses dois anos de casamento que completamos ontem, tudo o que queremos é descobrir mais e mais coisas um do outro pelo resto da vida.

***

Por que te amo? Por você ser VOCÊ, meu San.



9 de junho de 2005

A queda


Assisti A Queda – As Últimas horas de Hitler (Der Untergang). Bem pelo título percebe-se quase que imediatamente que não se trata de uma comédia romântica. Também não se trata de uma história de heróis, nem de finais estarrecedores e injustos. Mas alguém tinha que avisar ao diretor Oliver Hirschbiegel.

Apesar disso se eu chegasse ao cinema sem a menor noção de quem tinha sido o führer, personagem principal da trama, eu sairia de lá aos prantos. Coisa, aliás, que aconteceu durante todo o filme com uma senhora aparentemente centenária que estava sentada a duas cadeiras de mim (pois se fosse ao lado eu teria que me conter para não dizer-lhe: “alouuuuuuu esse cara matou 6 milhões, vó!!”).

É sério. Hitler foi mostrado de maneira quase que imaculada e praticamente meiga. Precisavam ver que sarro. Beijinho no cachorro. A véia ao lado se debulha. Carinho na esposa. A véia quase que morre. Olhar penetrante para a fiel secretária. A véia feliz com risadinhas como se visse “jesuis” encarnado. O homem decide se matar junto com Eva Braun. A véia cai aos prantos e freneticamente começa uma sessão de funga-funga e amassar de lenços de papel.

E quando a senhora-nazista-safada-dos-infernos-Goebbels dá veneno para os cinco filhinhos nazistinhas e depois se mata covardemente com o ministro da propaganda, seu esposo??? A véia começa mais uma sessão de soluços (Vó!!!!! Seis milhões! Seis milhões!!!! Vá cortar cebola que o choro é mais justificado!).

O filme é bom viu? Mas assistam longe de pessoas idiotas que se comovem com a morte de alguém que fez as maiores barbaridades da história da humanidade. Mas se acontecer e vocês forem como eu, uma pessoa má, na hora em que a mulher mata os filhinhos dê uma risada satânica de satisfação e abafe os chororôs do inconsolável que está aos prantos. É bem legal!

A obra foi indicada ao Oscar por melhor filme estrangeiro e a história é contada a partir do ponto de vista da então jovem secretária do führer, Traudl Junge. A parte mais interessante é o final do filme quando mostra parte do depoimento dado por ela pouco antes de sua morte (a entrevista integra o documentário A Secretária de Hitler, de 2002).

Ela diz que por tempos tentou perdoar-se por ter trabalhado para Hitler responsabilizando a ingenuidade da juventude. Mas um dia, ela se deparou com uma placa em memória de Sophie Scholl. Ela foi assassinada pelo regime nazista em 1943, aos 22 anos por integrar um grupo opositor ao nazismo, a mesma idade que Traudl tinha quando trabalhou para o ditador.

Ela disse: “Naquele momento, eu me dei conta de que ser jovem não era desculpa, e que teria sido possível descobrir o que de fato acontecia”. E o filme acaba com as lágrimas nos olhos da secretária.


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Procure aqui


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:



Observados

Casa no Orkut


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)


Ouvidos




website hit counter

tracker

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Get your own free Blogoversary button!
. . .

Design By:
Lin Diniz
Powered By:
Fernando Boniotti