Arquivo de fevereiro de 2004



19 de fevereiro de 2004

Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida!


Hoje é aniversário da pessoa mais importante da minha vida.

Estevam, te amo, meu amor!

Mais homenagens aqui.



17 de fevereiro de 2004

Cyndi Lauper só queria se divertir


Ela era esquisita. Aliás, em 1980 ninguém poderia ter o cabelo cor de rosa, usar roupas de brechós misturadas com correntes sem passar despercebidos e muitos menos sem ser considerado esquisito. E este jeito incomum de Cynthia Anne Stephanie Lauper, aka Cyndi Lauper, fez toda diferença em 1983 quando ela ficou conhecida mundialmente.

Ela quebrou tabus na maneira de se vestir e de cantar em uma época em que as estrelas que dominavam o cenário musical ainda eram nomes “remanescentes” da década de 70, como Barbra Streisand, Diana Ross e Dione Warwick. E é claro, Cyndi Lauper não se enquadrava entre elas. Não era uma diva e nem tinha pretensões de ser. Inovou o estilo e dentro de pouco tempo ela se tornou número um em todas as “hits parades” do mundo.

Uma voz pra lá de esganiçada – era isso o que diziam dela. E mesmo com a voz estridente, de taquara rachada e todos os outros “adjetivos” dados pelas más línguas, a menina fez sucesso no auge de seus 30 anos (ela nasceu em 22 de junho de 1953). E cantou que só queria mesmo se divertir. Pelo jeito conseguiu.

Fascinada pelos Beatles e mais ainda pela voz de John Lennon, na adolescência resolveu abandonar o colégio, decidida a se tornar cantora. Cantando em bares e parques e em 1974, descolou um trabalho de covers, mas insatisfeita, foi buscar novos rumos.

Em 1979 se uniu a uma banda estilo anos 50 chamada Blue Angel. O grupo lançou um álbum em 1980 e a música “Maybe He’ll Know”, foi o primeiro sucesso na voz de Cyndi. A banda só durou 2 anos com a Polygram pedindo o seu fim.

No ano seguinte Cindy Lauper já assinava seu primeiro contrato solo. E finalmente em 1983 a cantora que ganhou o apelido de patinho feio do rock, despontou para a fama graças ao single She´s so Unusual, que vendeu 4 milhões e meio de cópias em todo o mundo.

“Girls Just Wanna Have Fun” virou hino de uma geração. Nas festinhas as meninas dublavam a música vestidas a la Cyndi Lauper: saias de tule, meias pink rasgadas, cabelos emaranhados, brincos gigantescos – quanto mais parecidas melhor.

Outras faixas do mesmo álbum também fizeram grande sucesso: “She Bop”, e as românticas “Time After Time” e “All Through the Night”, que lhe renderam de uma só vez 5 discos de platina.

Em 84, compôs e gravou a canção-tema do filme “Goonies”, de Steven Spielberg, que acabou virando mais um sucesso. No ano seguinte, seguiu cantando pela Europa e Japão. O segundo álbum, veio em 86 com a música “True Colors”, ficando entre as 10 mais tocadas praticamente no mundo inteiro, garantindo outro disco de platina.

Na década de oitenta, a cantora lançou mais dois álbuns: “The Best Remixes” e “A Night To Remember”, ambos de 1989, mas já não com o êxito dos primeiros. E pelo que tudo indica, parece que a culpa foi de Madonna que surgiu na mesma época de Cyndi e “levou embora” seus fãs.

Seja qual for o motivo da cantora não estar mais entre as grandes estrelas nos dias de hoje ela segue. “At Last” é o mais recente CD da cantora lançado no final de janeiro de 2004. E por mais que o tempo tenha passado e ataualmente a menina esteja no auge de seus 50 anos, ela sempre será a mesma Cyndi Lauper que fez milhões de pessoas do mundo todo berrarem que só queriam se divertir.



11 de fevereiro de 2004

Água e óleo


Água é um líquido que se mistura a qualquer coisa. Se jogar sal ela se adequa, açúcar também. Se colocar tinta a água fica colorida, se jogar barro, ela fica suja, mas continua lá.

Existem pessoas que são exatamente assim, como água. Vulneráveis, influenciáveis, fáceis de se misturar. Se toca tango dança tango, mas se aparece alguém que diz que tango é brega e o legal é salsa, ela passa a venerar salsa. Se as pessoas com que anda falam um determinado tipo de gíria ela também fala, às vezes nem sabe o que significa, mas fala porque todo mundo fala, então ela acha legal. Se ela sempre usou calça jeans e camiseta e de repente conhece pessoas que se vestem de maneira “fashion” ela se transforma e passa a usar blusinhas da moda e maquiagens coloridas, afinal todos usam.

Gente assim me cansa. Me cansam pessoas que conhecem outras em um dia e no outro as seguem como deuses. As consideram como os melhores amigos de infância, mudam seu modo de vida, esquecem o que antes significava alguma coisa pra ela. Falta personalidade nesse “modo de vida água”.

O melhor é ser óleo.

OBS: Post dedicado a uma pessoa que mudou do vinho (ou óleo, no caso) para água



9 de fevereiro de 2004

Das coisas que não sabemos viver sem…


Ser humano é complicado. Tem mania de criar regras e de inventar crenças. A pior delas é acreditar piamente que sua sobrevivência depende de determinada coisa ou pessoa. Acho que isso deve algo diretamente relacionado a mania terrível que temos de sofrer por opção. Então, entra aquela frase antiga que diz “vivendo e aprendendo” e a gente aprende mesmo.

Aprende que mesmo que alguém amado morra a vida prossegue e a dor é superada. Aprende que mesmo se perder um grande amor a gente continua e um dia acha um outro, maior ainda. Aprende que se um dia a coisa fica feia e tivermos que vender a casa dos nossos sonhos, podemos recomeçar. Aprende que não há felicidade que dure para sempre nem mal que nunca se acabe… E não existe nada que não possamos viver sem. Mesmo que pareça que a vida acaba se perdermos determinada coisa ou pessoa. Não, a vida prossegue…



5 de fevereiro de 2004



Hoje uma amiga com quem eu não conversava há milênios, a querida Tathy disse que viu o texto do dia 14 de janeiro em um outro blog. Porque será que as pessoas não cansam de plagiar os meus textos? Será que é tão legal assim fingir que escreveu algo que foi feito por outra pessoa? Isso me deixa tão puta da vida que em protesto só vou escrever abobrinhas como aquelas pessoas irritantes que escrevem “tipu axim, fofinhu, eh moh legal” e coisas do gênero. OK, não farei isso, mas só pq não consigo ser idiota o suficiente para fazê-lo. E vocês aí, que gostam de se apossar do que outra pessoa escreve: Isso é feio e Deus castiga, afinal quem é que não sabe que você não tem a menor capacidade para ter escrito algo assim? Blé pra você.

***

Então. São Paulo está um caos. Me lembro que quando eu morava em Curitiba e via pela televisão as imagens de ruas alagadas, carros submersos e de pessoas em cima das casas esperando o socorro do helicóptero, eu pensava: “Putaqueopariu! Como é que aquela gente consegue viver desse jeito”? E agora eu moro aqui. Mas onde moro não tem enchente e eu nem preciso de nenhum tipo de condução para chegar ao meu trabalho – 10 minutinhos a pé. Só que ontem, enquanto eu via um molequinho de uns 4 anos ser resgatado por uma equipe de bombeiros pq sua casa estava alagada até quase o teto, fiquei estática em frente a TV. E daí não mais me senti feliz por eu e meu marido estarmos em casa, seguros em nosso apartamento no 13º andar pertinho da Av. Paulista, onde nada disso vai acontecer nunca. Me senti uma merda…

***

Conseguir alguma coisa com assessor de imprensa que faz de tudo para que você publique uma nota de algo que ele está divulgando, é fácil. São quase como as putas da Augusta. Não se ofendam, assessores, mas é verdade. Já cansei de fazer isso com vocês, só hoje fiz duas vezes.

***

Vamos lá, plagiem seus inúteis!

***

OBS: Leitores de bem que freqüentam esta casa, ignorem estes meus ataques, isso em nada tem a ver com vocês…



4 de fevereiro de 2004



Não falei nada de Curitiba. Estive lá no final de semana passado com meu marido. Fazia quase um ano que eu não colocava os pés na cidade que foi minha por tanto tempo. Como sempre, o verão em Curitiba esvazia a cidade quando chega sexta-feira. Eu e o Estevam quase que podíamos sentar no meio na Avenida Sete de Setembro e fazer um pique-nique no domingo, de tão deserta que estava. Em São Paulo não existe isso nem em feriado prolongado. O máximo que acontece é que o tempo de 1 hora que você gastaria procurando vaga no estacionamento do shopping se transforma em 2 horas.
Mas voltando a Curitiba: definitivamente a cidade ficou para trás em minha vida. Bonita, tranquila, cheia de pessoas comuns e tudo o mais que todo mundo sabe que existe lá. Eu sempre soube que eu não era alguém que conseguia fixar raízes. Sou do tipo que se adapta ao lugar em que é necessário, e agora o lugar é São Paulo. Mas vai saber o dia de amanhã não é mesmo? Quem sabe um dia eu volte, mas desta vez com a minha família: San and baby…

***
Não tenho escrito nestes últimos dias pq a correria está grande. Jornalista-faz tudo-esposa-irmã-tia-filha-mãe-secretária-assessora… Não é fácil, mas o meu xodó por esta casa é maior do que qualquer coisa. Simplesmente não consigo ficar sem escrever aqui, por mais inútil que o post seja, como este de hoje, por exemplo.

***
Uma coisa beeeeeeeeeeem clichê agora: a casa está chegando às 36.000 visitantes!! (Blé, Tuka!)

Outra coisa clichê, mas importante: esta casa fez 2 anos no dia 15 de janeiro e eu nem lembrei. Parabéns casinnha!


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Procure aqui


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:



Observados

Casa no Orkut


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)


Ouvidos




website hit counter

tracker

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Get your own free Blogoversary button!
. . .

Design By:
Lin Diniz
Powered By:
Fernando Boniotti