Arquivo de novembro de 2003



30 de novembro de 2003

Trezentos e sessenta e cinco dias…


Nunca, nunca mesmo, passe muito tempo ao lado de uma pessoa que não ficará com você por toda sua vida. É desperdício…
1 ano se passou e parece que não. Temos a vida inteira pela frente e juntos…
Te amo, meu Estevam!! Abaixo são apenas alguns dos milhares de momentos felizes que passei a seu lado. Obrigada…


27 de novembro de 2003

Reclamações e informações


Eu sou uma pessoa que nunca está satisfeita com o corpo. Nunca… É só me olhar no espelho e me desesperar pq tenho a nítida certeza de que preciso de um regime. E cá pra nós, eu não sou de se jogar fora, eu sei disso (sem modéstia e nem nenhuma vergonha na cara). Mas não há nada nem ninguém que consiga me convencer de que meu peso está ok. Eu devo ser louca pq mesmo quando eu estava pesando 49 quilos (e eu tenho 1,72) eu continuava me achando imensa. Não pessoas, eu não sou do tipo que vomita tudo o que come e coisas do gênero, eu apenas me acho gorda. Mas não é crime não é mesmo? E assim sigo com meus regimes.

*****

Mudando de assunto, hoje a matéria de capa do caderno de informática do Jornal da Tarde fala sobre o mundo virtual das comunidades da Web. Claro que também fala de blogs – nesta parte tem eu e meu marido com direito a foto na capa e em página interna. Chiquérrimo!!

*****
Fotos minhas aqui e aqui.



26 de novembro de 2003



Constatei que às vezes na vida é maravilhoso fazer parte de um clichê…

Adoro estes abaixo:

– “Ih Tuka, daqui a pouco você nem vai mais lembrar que sofreu tanto por alguém que não merecia, menos ainda vai se lembrar que a pessoa ainda existe”.

- “Você ainda vai dar risada de coisas que te entristeceram tanto”.

- “Tenho certeza que você ainda vai achar o amor da sua vida”.

Resposta que agora consigo dar e que antes achava impossível:

- Lembrar do que/quem mesmo?

- Uma comédia, eu diria…

- Ah! Achei!!!! Obrigada Papai do Céu!



20 de novembro de 2003

Informativo


Pintei meus cabelos de vermelho…
Minha coleção de lingeries está aumentando cada vez mais…
Tomei coragem e agora tenho um piercing no nariz…
Minhas unhas estão sempre perfeitamente pintadas (foto)…
Meu coração pula só de pensar em quem tenho a meu lado…

É, a Tuka está feliz…



6 de novembro de 2003

Top 10 novelas 80 – parte I


Para quem acha que novela não é trash este é o texto ideal. Em 10 tópicos divididos em duas partes (a segunda parte é obra do amigo Klein) você terá certeza absoluta que novela é trash sim e que ainda por cima você também é, afinal perdeu muitas e muitas horas assistindo aos capítulos.
Vamos lá:

A gata comeu (1985)
Para começar o nome da personagem principal é Jô Penteado, vivida por Christiane Torloni – quer coisa mais trash? O enredo: A mocinha da história ficara noiva inúmeras vezes sem nunca subir ao altar. Um belo dia, seu pai empresta a lancha da família para uma excursão escolar. O responsável é o professor Fábio (Nuno Leal Maia), um brutamontes que leva seus alunos para os arredores de Angra dos Reis – Jô acaba indo junto. Para botar emoção na história, um temporal desvia a lancha para uma ilha desconhecida onde todos ficam perdidos e dados como mortos.
Ah tá: Quem é que pode acreditar que um grupo de pessoas ficaria meses preso em uma ilha nos arredores do Rio de Janeiro?
Clichezão: A mocinha mimada se apaixona pelo professor pé-rapado e ficam juntos no final.

Ti Ti Ti (1985)
A novela conta a história da rivalidade entre Ariclenes Martins (Luiz Gustavo) e André Spina (Reginaldo Faria). André é um costureiro famoso da sociedade paulista, conhecido por Jacques Leclair. Um certo dia Ariclenes decide enveredar-se pelo ramo da moda também e passa a usar o pseudônimo Victor Valentim. Ele está disposto a revolucionar a alta-costura no Brasil arrasando o concorrente.
Ah tá: Alguém da noite para o dia decide ser costureiro famoso usando modelos idealizados por uma doente mental (Cecília – Natália Thimberg). Ela vive num asilo e veste bonecas com classe e elegância. Cecília é na verdade, a mãe desaparecida de André.
Clichezão: Para apimentar a trama, os filhos dos dois rivais, Lutty (Cássio Gabus Mendes) e Walkíria (Malu Mader), se apaixonam.

Cambalacho (1986)
Andréia (Natália do Valle) planeja um crime perfeito para ficar com a herança do marido milionário vivido por Mário Lago. Ele morre vítima de uma explosão numa lancha provocada por ela. Foi nesta novela que Regina Casé interpretou Tina Pepper, uma aspirante à cantora, o papel marcou época.
Ah tá: O velho deixa toda a herança para uma filha desaparecida – Leonarda Furtado, a Naná (Fernanda Montenegro).
Clichezão: Andréia não desiste de reaver a fortuna do marido e escolhe como advogado o homem que ama, Rogério (Cláudio Marzo), marido de sua irmã Amanda (Suzana Vieira). Por sua vez, Amanda, que também é advogada, sente-se traída e se coloca à disposição de Naná para defendê-la contra todos, inclusive contra o marido e a irmã.

Brega e Chique (1987)
O rico empresário Herbert Alvaray (Jorge Dória) possui duas famílias. A mulher oficial é a socialite Rafaela (Marília Pêra), que ele chama de Alfa I. A outra é a simplória Rosemary (Glória Menezes), a Alfa II. Acontece que Herbert fale, e, para escapar da situação, planeja um golpe perfeito: simula a própria morte e foge do país. O plano, no entanto, atinge de maneiras opostas suas duas mulheres. Enquanto Rafaela, a “chique”, empobrece, Rosemary, a “brega”, herda uma enorme quantia em dólares.
Ah tá: Rosemary compra uma mansão e tenta adquirir hábitos de mulher rica, enquanto Rafaela é obrigada a trabalhar, cozinhando para fora. A situação se complica quando Rafaela vai morar com os filhos na mesma vila da periferia onde mora Rosemary. E no Brasil isso acontece?
Clichezão: Ao se conhecerem, as duas tornam-se amigas sem saberem que foram mulheres do mesmo homem até que ele resolve voltar tentando fazer que ela nunca desconfiem de nada.

Roque Santeiro (1985)
A história se passa em uma cidade chamada Asa Branca. Lá o coroinha Luís Roque Duarte (José Wilker), conhecido como Roque Santeiro por sua habilidade em modelar santos. Ele morre ao defender a população das mãos do bando de do bandido Navalhada logo após seu misterioso casamento com a desconhecida Porcina (Regina Duarte), uma balconista simplória e ignorante. Santificado pelo povo – que lhe atribuiu milagres -, tornou-se um mito e fez prosperar a cidade ao redor de sua história de heroísmo. Ainda, promoveu sua viúva a uma celebridade de Asa Branca. Só que Roque não está morto e volta a cidade 17 anos depois ameaçando pôr fim ao mito. O visual extravagante da viúva foi copiado pelas brasileiras que ousavam sair de casa. A novela é de 1975 e foi censurada pelo então Ministro da Justiça, Armando Falcão, que alegou “desvirtuamento dos valores éticos e morais da sociedade brasileira”, por isso só foi ao ar 10 anos depois.
Ah tá: Em uma cidade pequena do interior do nordeste algum santo vai poder chegar e ficar sem ninguém perceber? Ainda mais sendo o Zé Wilker?
Clichezão: Todo mundo se dá bem. Mocinhos ficam felizes e bandidos se ferram. Para uma crítica à sociedade da época a ponto da censura cair matando, esperar 10 anos não trouxe nenhum tipo de novidade além de tudo o que o brasileiro já estava acostumado. O último capítulo de Roque Santeiro chegou a alcançar 100 pontos no Ibope, audiência pouquíssimas vezes registrada na tevê brasileira.



4 de novembro de 2003

Pensando alto


Esta noite perdi o sono. Acordei quando meu marido rolou pra cima de mim enquanto dormia e não preguei mais os olhos. Geralmente, quando isso acontece, eu me enrosco nele e durmo como um bebê. Mas esta noite não… Pensei em levantar e terminar de ler um livro. Pensei em ligar a TV e assistir um filme. Pensei em bater papo com algum insone como eu que estivesse no icq… Mas não fiz nada e fiquei apenas olhando para o teto… Nada mais chato do que perder o sono e ficar olhando para o teto…

***
De Curitiba sinto falta de pouca coisa, sobretudo do Du e do Rafa. Sinto falta das coisas serem perto. Da cidade na primavera – linda… Do calorzinho ameno no final das tardes de verão. Não tenho saudades do frio absurdo, embora Sampa também tenha tido um inverno gelado. Sinto falta das polentas com queijo e da sopa eslava do Acrótona. Dos passeios com a minha irmã e sobrinho – em dezembro repito a dose já que irei vê-los. Do festival de teatro… O que sobrou em mim de Curitiba não é muito, estranho isso né? Tanto tempo passei lá e agora é quase que apenas uma cidade perdida no mapa.

***
Quero ver “Dom” e mais algumas produções nacionais e também “Aos Treze”. Não tem tido nada muito legal no cinema ultimamente. Muito clichê, pouca novidade, por isso que sempre preferi o cinema alternativo ao comercial.

***
Para me ver é só clicar aqui.


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Procure aqui


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:



Observados

Casa no Orkut


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)


Ouvidos




website hit counter

tracker

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Get your own free Blogoversary button!
. . .

Design By:
Lin Diniz
Powered By:
Fernando Boniotti

 
 
Copy Protected by Chetan's WP-CopyProtect.