1 ano se passou e parece que não. Temos a vida inteira pela frente e juntos…
Te amo, meu Estevam!! Abaixo são apenas alguns dos milhares de momentos felizes que passei a seu lado. Obrigada…
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Mudando de assunto, hoje a matéria de capa do caderno de informática do Jornal da Tarde fala sobre o mundo virtual das comunidades da Web. Claro que também fala de blogs – nesta parte tem eu e meu marido com direito a foto na capa e em página interna. Chiquérrimo!!
Adoro estes abaixo:
– “Ih Tuka, daqui a pouco você nem vai mais lembrar que sofreu tanto por alguém que não merecia, menos ainda vai se lembrar que a pessoa ainda existe”.
- “Você ainda vai dar risada de coisas que te entristeceram tanto”.
- “Tenho certeza que você ainda vai achar o amor da sua vida”.
Resposta que agora consigo dar e que antes achava impossível:
- Lembrar do que/quem mesmo?
- Uma comédia, eu diria…
- Ah! Achei!!!! Obrigada Papai do Céu!
A gata comeu (1985)
Para começar o nome da personagem principal é Jô Penteado, vivida por Christiane Torloni – quer coisa mais trash? O enredo: A mocinha da história ficara noiva inúmeras vezes sem nunca subir ao altar. Um belo dia, seu pai empresta a lancha da família para uma excursão escolar. O responsável é o professor Fábio (Nuno Leal Maia), um brutamontes que leva seus alunos para os arredores de Angra dos Reis – Jô acaba indo junto. Para botar emoção na história, um temporal desvia a lancha para uma ilha desconhecida onde todos ficam perdidos e dados como mortos.
Ah tá: Quem é que pode acreditar que um grupo de pessoas ficaria meses preso em uma ilha nos arredores do Rio de Janeiro?
Clichezão: A mocinha mimada se apaixona pelo professor pé-rapado e ficam juntos no final.
Ti Ti Ti (1985)
A novela conta a história da rivalidade entre Ariclenes Martins (Luiz Gustavo) e André Spina (Reginaldo Faria). André é um costureiro famoso da sociedade paulista, conhecido por Jacques Leclair. Um certo dia Ariclenes decide enveredar-se pelo ramo da moda também e passa a usar o pseudônimo Victor Valentim. Ele está disposto a revolucionar a alta-costura no Brasil arrasando o concorrente.
Ah tá: Alguém da noite para o dia decide ser costureiro famoso usando modelos idealizados por uma doente mental (Cecília – Natália Thimberg). Ela vive num asilo e veste bonecas com classe e elegância. Cecília é na verdade, a mãe desaparecida de André.
Clichezão: Para apimentar a trama, os filhos dos dois rivais, Lutty (Cássio Gabus Mendes) e Walkíria (Malu Mader), se apaixonam.
Cambalacho (1986)
Andréia (Natália do Valle) planeja um crime perfeito para ficar com a herança do marido milionário vivido por Mário Lago. Ele morre vítima de uma explosão numa lancha provocada por ela. Foi nesta novela que Regina Casé interpretou Tina Pepper, uma aspirante à cantora, o papel marcou época.
Ah tá: O velho deixa toda a herança para uma filha desaparecida – Leonarda Furtado, a Naná (Fernanda Montenegro).
Clichezão: Andréia não desiste de reaver a fortuna do marido e escolhe como advogado o homem que ama, Rogério (Cláudio Marzo), marido de sua irmã Amanda (Suzana Vieira). Por sua vez, Amanda, que também é advogada, sente-se traída e se coloca à disposição de Naná para defendê-la contra todos, inclusive contra o marido e a irmã.
Brega e Chique (1987)
O rico empresário Herbert Alvaray (Jorge Dória) possui duas famílias. A mulher oficial é a socialite Rafaela (Marília Pêra), que ele chama de Alfa I. A outra é a simplória Rosemary (Glória Menezes), a Alfa II. Acontece que Herbert fale, e, para escapar da situação, planeja um golpe perfeito: simula a própria morte e foge do país. O plano, no entanto, atinge de maneiras opostas suas duas mulheres. Enquanto Rafaela, a “chique”, empobrece, Rosemary, a “brega”, herda uma enorme quantia em dólares.
Ah tá: Rosemary compra uma mansão e tenta adquirir hábitos de mulher rica, enquanto Rafaela é obrigada a trabalhar, cozinhando para fora. A situação se complica quando Rafaela vai morar com os filhos na mesma vila da periferia onde mora Rosemary. E no Brasil isso acontece?
Clichezão: Ao se conhecerem, as duas tornam-se amigas sem saberem que foram mulheres do mesmo homem até que ele resolve voltar tentando fazer que ela nunca desconfiem de nada.
Roque Santeiro (1985)
A história se passa em uma cidade chamada Asa Branca. Lá o coroinha Luís Roque Duarte (José Wilker), conhecido como Roque Santeiro por sua habilidade em modelar santos. Ele morre ao defender a população das mãos do bando de do bandido Navalhada logo após seu misterioso casamento com a desconhecida Porcina (Regina Duarte), uma balconista simplória e ignorante. Santificado pelo povo – que lhe atribuiu milagres -, tornou-se um mito e fez prosperar a cidade ao redor de sua história de heroísmo. Ainda, promoveu sua viúva a uma celebridade de Asa Branca. Só que Roque não está morto e volta a cidade 17 anos depois ameaçando pôr fim ao mito. O visual extravagante da viúva foi copiado pelas brasileiras que ousavam sair de casa. A novela é de 1975 e foi censurada pelo então Ministro da Justiça, Armando Falcão, que alegou “desvirtuamento dos valores éticos e morais da sociedade brasileira”, por isso só foi ao ar 10 anos depois.
Ah tá: Em uma cidade pequena do interior do nordeste algum santo vai poder chegar e ficar sem ninguém perceber? Ainda mais sendo o Zé Wilker?
Clichezão: Todo mundo se dá bem. Mocinhos ficam felizes e bandidos se ferram. Para uma crítica à sociedade da época a ponto da censura cair matando, esperar 10 anos não trouxe nenhum tipo de novidade além de tudo o que o brasileiro já estava acostumado. O último capítulo de Roque Santeiro chegou a alcançar 100 pontos no Ibope, audiência pouquíssimas vezes registrada na tevê brasileira.
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De Curitiba sinto falta de pouca coisa, sobretudo do Du e do Rafa. Sinto falta das coisas serem perto. Da cidade na primavera – linda… Do calorzinho ameno no final das tardes de verão. Não tenho saudades do frio absurdo, embora Sampa também tenha tido um inverno gelado. Sinto falta das polentas com queijo e da sopa eslava do Acrótona. Dos passeios com a minha irmã e sobrinho – em dezembro repito a dose já que irei vê-los. Do festival de teatro… O que sobrou em mim de Curitiba não é muito, estranho isso né? Tanto tempo passei lá e agora é quase que apenas uma cidade perdida no mapa.
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Quero ver “Dom” e mais algumas produções nacionais e também “Aos Treze”. Não tem tido nada muito legal no cinema ultimamente. Muito clichê, pouca novidade, por isso que sempre preferi o cinema alternativo ao comercial.
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