Arquivo de junho de 2003



29 de junho de 2003

Enfim sós



Enfim, sós...



11 de junho de 2003

Minha paixão por ela


Eu gosto de ouvir as pérolas dos anos oitenta. Adoro Dancing Queen, Material Girl, Le Bal Masque, He-man e etc… Mas não existe nada que toca por lá que me deixa mais satisfeita do que ouvir a vozinha estridente-ardida de Cyndi Lauper – eu adoro a Cyndi Lauper! E isso desde pequena pq aprendi a ouvi-la por causa da minha irmã que era adolescente nos anos oitenta…

Todo mundo falava de Madonna e eu queria mesmo era ver a parte em que Cyndi Lauper cantava em “We are the World”. Todo mundo falava em Michael Jackson e eu adorava ouvir Girls Just Wanna Have Fun…

Os Gonnies foi um filme que me marcou muito e não pq tinha aquele monte de gente jovem participando de aventuras, mas por causa da hora em que ela cantava “Gonnies are Good Enough” – eu devo ter assistido a este filme umas 10 vezes e sempre reprisava a parte em que ela cantava…

No último fim de semana me diverti procurando músicas da Cyndi no Kazaa e agora tenho um cd exclusivo com as minhas preferidas…
Velharia que vale à pena com certeza…



7 de junho de 2003

Wise up


Tem uma música que gosto muito chamada Wise up de Aimee Main. Quase ninguém a conhece e quase ninguém já ouviu falar nesta cantora, mas esta música tem o poder de me fazer refletir sobre muitas coisas… O refrão fala simplesmente que “nada vai parar até que você aprenda” – mas aprenda o que? Aprenda seja lá o que for necessário para que você seja feliz… É isso: a vida não espera que aprendamos a retribuir um gesto e sermos uma pessoa melhor… A vida passa mesmo que vc não se dê conta de que poderia ter evitado tristezas se tivesse pensado por apenas mais um segundo… Nada pára apenas para que você possa ter uma segunda chance… Nada vai esperar você olhar de novo algo que já deixou passar – a vida segue e continuará seguindo sempre, nossa função é acompanhar o ritmo que ela nos impõe… Sorte de quem descobre isso logo – há quem passe a vida toda esperando que a vida lhe proporcione coisas, lhe proporcione felicidade. A vida só nos dá o que sabemos buscar, o que aprendemos a entender e a respeitar: o amor por exemplo, é algo que se busca, se entende e se respeita – sabe disso quem ama e é amado…

Eu já cheguei a desejar que o tempo parasse… Mais que isso: já cheguei a desejar que o tempo voltasse para que eu pudesse fazer melhor certas coisas, viver intensamente outras que não soube dar o devido valor. Acho que todo mundo pelo menos uma vez na vida já disse “se eu pudesse viver tudo de novo…” e o complemento é sempre “eu faria tudo diferente” ou “faria tudo exatamente igual” – o certo é que com o presente as pessoas pouco se importam… Ninguém valoriza o agora, a preocupação é sempre o que foi ou com o que virá – nunca com o momento… Mas é fato: o agora é o que você faz que te permite ser feliz ou triste depois. Como diz Aimee: nada vai parar até que você aprenda…



2 de junho de 2003

Confissões…


Há mais ou menos um ano, minha vida começou a dar uma guinada e ainda não parou… Mudei de cidade, mudei de estado, mudei de namorado, mudei até meu jeito de pensar em muitas coisas – é, as pessoas mudam de verdade…
Eu que por tanto tempo cheguei a pensar que tantas coisas estavam estabilizadas, definidas tive que me readaptar ao novo, ao recomeço. E me lembro ainda de como eu pensava ser praticamente impossível eu me imaginar tendo êxito em qualquer recomeço que fosse – ponto pra mim, não foi impossível…
Confesso: às vezes me pego tendo vontade de que tudo fosse exatamente como um dia foi e me sinto triste pq sei que nada volta no tempo. Confesso ainda que estas vezes sempre me servem para que eu de uma vez por todas me dê conta (sempre e sempre…) de que posso ser feliz apesar dos finais e apesar do “tentar de novo” – e me fazem querer viver bem o agora para um dia não lamentar novamente com aquela frase famosa: “eu era feliz e não sabia…”
Julius Rozenwald disse uma vez: “Se a vida lhe der um limão faça uma limonada” – vambora fazer limonada!!!!!!!

Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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