Arquivo de abril de 2003



10 de abril de 2003

Parece que foi ontem…


… que eu te vi pela primeira vez e que te olhei como olho uma pessoa qualquer pela primeira vez. Você pode pensar que eu esqueci, mas eu ainda lembro da conversa sem importância que tivemos – e que nos tratamos com toda aquela cordialidade de pessoas que se vêem pela primeira vez… Parece mesmo que foi ontem… E você também pode achar que não lembro mais que você notou meu olhar triste aquele dia… Eu lembro sim…
E parece também que foi ontem o dia em que meu olhar passou a te enxergar como alguém especial – e nunca mais como uma pessoa comum no meio de tantas outras. Me lembro muito bem disso… E parece que o tempo nem passou, desde aquele dia em que nos falamos pela primeira vez de um jeito que as palavras não eram mais sem importância. Parece que foi a poucos minutos que notei que eu me apaixonava por você e quando desejei que você passasse a fazer parte da minha vida – pela vida inteira.
Parece que foi ainda agora que aconteceu aquele primeiro beijo. E parece que foi a um instante apenas em que me senti aliviada por aquele beijo tão esperado. Parece que foi a um minuto o dia em que percebi que já te amava e parece que faz menos ainda o momento do sorriso que te dei em resposta ao seu: “te amo também”…
Parece que foi ontem… Parece que foi hoje… Parece que só um minuto se passou…

Ps:Parabéns…

PsII: Desculpem-me leitores, mas hoje este é um post particular.


9 de abril de 2003

Casa da Tuka apresenta: clichês bloguísticos


(veja em qual deles você se encaixa e vê se te ajeita ô!)

* O top dos tops é este aqui: “Oi meu nome é Nenise (nome fictíco hein leitores – Nenises não fiquem bravas com a Tuka), estive aqui no seu blog e gostei. Visite o meu também!” ARGH!! Como são terríveis estes tipos de comentários… Não sei quanto à vocês, mas eu não entro em blog de gente que me deixa comentários desse tipo aí. Afe…

* Depois, claro têm os que querem ser amiguinhos e fazem isso aqui ó: “Ah! Te linkei lá no meu blog! Pode me linkar aqui também?” Resposta: NÃO! Não vou linkar não… Coisa chata esse negócio de sair por aí pedindo link! Aliás, a lista de links que tenho aqui na casa ou são de blogs de amigos que eu leio com freqüência ou de pessoas que nem conheço mas que escrevem coisas que gosto muito. Na verdade tem gente faltando ali – vou arrumar. Mas ATENÇÃO: Esta casa não troca links!!

* O dilema do contador… Esse é clássico… Blogueiro é tudo egocêntrico e adoooora ficar olhando horas e horas para seu contador de visitas. Além disso faz posts para mobilizar os visitantes quando está prestes a completar um número x no contador. Por exemplo: “Daqui a pouco este blog estará completando a marca de 1000 visitas! Se você for o meu milésimo visitante, por favor me mande um mail incluindo o print screen como prova e você ganha um prêmio!” Prêmio coisa nenhuma! Tudo mentira… Aliás… Aproveitando o ensejo (hihihihi) esta casa está para completar a marca de 20.000 visitas, alguém aí vai me mandar mail avisando se for o “felizardo”? O que você vai ganhar? Ah! Uma foto minha peladona! (vai ser difícil alguém acreditar agora né? Se bem que quem vai querer esse prêmio né? Hah!)

* Aniversário do blog. Esse também é batidíssimo… Ok, admito, eu também fiz um post de aniversário da casa (ver arquivos de janeiro de 2003). Foi mais forte que eu… Falando nisso, tem gente que vai fazer a mesma coisa nesta sexta-feira… Coisa mais brega viu tio? Rs… Tá, tudo bem, essa passa pq aniversário é coisa pra se comemorar mesmo. Tem gente que comemora o aniversário da Tartaruga ué! Por que não comemorar aniversário de blog então?

* Awards. Vira e mexe entro em blog que tem um selinho desses. Exemplo: “Parabéns! Esse blog possui o award da Emengarda”. Acho isso tão bobinho… Esta casa não precisa destas coisas para ser feliz, aqui só tem o award “mamãe achou o máximo” que eu surrupiei do Mundo Perfeito.

* Número de comentários. Tem blogueiro que falta só se prostituir por causa de um comentário. Visita 100 blogs por dia para ver se “alicia” pessoas que leiam o que ele escreve. Tem aqueles que além disso deixam até mensagem em caixa de alerta no blog, com frases do tipo: “Não esqueça de deixar comentário hein!” Pois é… Coisas de blogueiro sem noção… Eu hein…

* Perfil. A grande maioria dos blogs tem um perfil de seu dono no cantinho esquerdo ou direito da tela. Ali geralmente estão coisas como nome, idade, manias e afins. Esta casa logo no começo já teve um perfil completinho, tinha até signo lá. Depois comecei a achar aquilo meio brega e dei uma editada nas informações.

* O dilema do : “Hoje eu…” Pois é, tem gente que é extremamente contra blogs “diarinhos”, daqueles que falam sobre tudo o que aconteceu no dia. A casa tem um estilo livre e está longe de ser diarinho porque não tenho nem paciência para tal coisa. Mas eu não tenho nada contra quem gosta disso. Como diz o ditado: diga-me o que blogas e eu te direi quem és… Hah!!

* Esse aqui só tem em blog daqueles que eu passo looonge… A mania imbecil que algumas pessoas têm de assassinar a língua portuguesa é uma coisa que me irrita: “Ai que bunitinhuu… vim aki e tipu assim, axei o seu blogui muito fofinhuu, eh mó legal…” CREDO!! Escreve direito caramba! Coisa mais feia!

* Outro clássico: “Gente, a partir de hoje este blog está encerrado, cansei, vou viver a minha vida lá fora”. Todo blogueiro tem uma fase crise de identidade e quer acabar com o blog. Isso é fato. Mas é tudo quase sempre frescura e passa logo. O que o blogueiro quer mesmo é que “chovam” e-mails e comentários desesperados implorando para que volte – puro ego, rs… Tá admito mais uma vez, até esta casa também já quis fechar as portas um dia…



8 de abril de 2003

Perdão você


Alguém sabe me dizer se perdoar é um dom? Não, não pergunto se é um dom divino, apenas pergunto se é um dom. Alguém sabe me dizer?
Por que perdoar é tão difícil? Por que perdoar é quase tão impossível? Por que as pessoas preferem guardar as mágoas à resolvê-las? Perdão ninguém ensina não é mesmo? É uma pena que ninguém ensine…
A vida faz com que nos coloquemos diante de situações, em que hora precisamos perdoar e hora precisamos ser perdoados – faz parte do jogo. Basta saber se saberemos jogar com estas regras impostas pelo “dia após o outro”.
Como é que se esquece uma dor que machucou tanto? Como é que deixa-se passar um “não” que nos foi dito quando queríamos ouvir o “sim”? Como é que podemos olhar de novo nos olhos de alguém que um dia já amamos, e conseguir relevar tudo de ruim que aconteceu no caminho? Como é que desculpamos uma mentira que foi dita? Como é que fazemos para ainda sermos amigos de alguém que nos decepcionou? Como é que se faz tudo isso? Como é que se perdoa tanta coisa? Eu já disse: perdão ninguém ensina.
Eu não poderei fazer com que você entenda que a vida é feita de dia após dia e que a felicidade é feita de pequenos bons momentos – e por isso perdoar compensa. Nem poderei te obrigar a compreender que se um dia uma pessoa te fez feliz de alguma maneira, se de alguma forma ela foi importante pra você e em um momento fez algo que se arrepende – perdoar vale à pena. Também não vou conseguir fazer com que você finalmente perceba os erros que fez e as mágoas que causou e que foram perdoadas sem que ao menos você notasse. E não vou ser o suficiente para que de uma vez por todas você veja que a vida é muito mais plena, muito mais válida, quando sabemos perdoar e sermos perdoados… Quando podemos deitar a cabeça no travesseiro e termos a certeza absoluta de que fizemos tudo o que foi possível fazer para que todos aqueles que nos consideram de verdade estejam bem, estejam felizes. E nisso tudo estão incluídos: perdoar e sermos perdoados.
Talvez o perdão seja como o recomeço – difícil de ser aceito… Ou talvez seja como um fim – complicado de ser admitido… Martha Medeiros escreveu: “O perdão é prova de entendimento absoluto, principalmente de si mesmo. Não perdoar é isolar o outro, perdoar é entrar no jogo com ele, participar do problema, e não julgá-lo como se estivéssemos imunes à mesma fraqueza. O perdão é o gesto mais elevado que há. Tão elevado que poucos chegam lá. ”
Eu sou feliz por saber perdoar, só que ficaria mais ainda se soubessem perdoar os meus deslizes no caminho também. Por que será que isso ninguém consegue ensinar?
Ps: Obrigada amigo(a), por ter tentado…


7 de abril de 2003



Só pra constar:

A guerra continua;
O Corinthians empatou com o Figueirense;
Estou sozinha de novo;
Rubinho continua azarado e se deu mal mais uma vez;
Eu gosto da novela das oito;
Carandiru estréia sexta e eu quero ver;
Aquela jornalista inglesa continua internada sem ninguém saber o que ela tem;
Descobri que não sei me depilar sozinha com cera;
Não agüento mais ouvir falar em Dhomini do BBB;
Ganhei uma “bela” LER na mão direita…

Ê vida besta sô…



6 de abril de 2003



Uma das músicas mais lindas que já ouvi na vida…

Metade
Oswaldo Montenegro

Que a força do medo que tenho,
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que acredito,
Não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda,
Ainda que triste.
Que a mulher que eu amo seja sempre amada,
Mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida,
E a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas
Como uma prece, nem repetidas com fervor.
Apenas sejam respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem
Inundado de sentimento.
Porque metade de mim é o que eu ouço,
Mas a outra metade é o que eu calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço.
Que essa tensão que me corrói por dentro,
Seja uma dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso
E a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste,
Que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso
Que eu me lembro de ter dado na infância.
Porque metade de mim é a lembrança do que eu fui,
E a outra metade eu não sei…

Que não seja preciso mais
Do que uma simples alegria
Para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo,
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta,
Mesmo que ela não saiba,
E que ninguém a tente complicar,
Porque é preciso simplicidade
Para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a platéia
E a outra metade, a canção.
E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor
E a outra metade…também!



5 de abril de 2003



Tuka, moça de interiorrr que é, hoje está de volta às suas origens. Agora à noite ela não vai à balada nenhuma – pq lá onde ela está agora nem tem dessas coisas. Hoje à noite ela vai pagar o maior mico e levar seu amado para uma quermesse (ele não deve nem saber o que isso – é um moço da cidade grande)… E vai jogar o bingo da moto que corre à meia-noite. E vai comer Yakissoba num potinho de isopor… Vocês acham que ela está triste? Que nada! Tuka está feliz! Beijos pra vocês!


4 de abril de 2003

"Bons" motivos para você aderir ao boicote contra o Mac’Donalds e Coca-Cola


1 – Você não terá mais que se esforçar para saber que raio de número é o “xédar”;
2 – Você pode ficar com a consciência tranqüila e saber que não está ingerindo calorias desnecessárias;
3 – Você não vai mais comer carne de minhoca;
4 – Você pode usar o estoque de coca-cola da sua geladeira para desentupir a pia da cozinha, sem dó;
5 – Você pode se juntar aos punks revoltados da rua XV de Curitiba, que vivem fazendo protesto gritando: “Mac lixo! Mac Câncer” – eles aparecem na TV toda vez;
6 – Você pode substituir a Coca por Tubaína que é genuinamente brasileira – de quebra ajuda ao PIB;
7 – Você pode dar uma de quem entende de política internacional, dizendo para todos que não está consumindo nada que venha do EUA por causa das atrocidades que o tio Bushtler vem fazendo pelo mundo todo, e não só no Iraque – todos vão te achar “inteligente”;
8 – Você pode comer na lanchonete do lado da sua casa e economizar dinheiro;
9 – Você pode encarar isso tudo como motivação para virar macrobiótico e natureba;
10 – Você pode aproveitar que a franquia do Mac Donalds vai ficar mais barata e abrir uma pra vc… hihihihihi…
OBS: Falando sério agora pessoal, eu não sou a favor de qualquer boicote. Sou contra a guerra mas não sou a favor de boicotes ao consumo de produtos americanos por um simples motivo: Isso não vai parar a loucura que está sendo cometida no Iraque e porque são brasileiros que estão por trás de todas estas perdas, são brasileiros que perderão o emprego… É isso.


3 de abril de 2003

Morte…


Uma vez perdi uma pessoa a quem amava muito. Ela morreu… Me lembro que depois que passou aquela terrível dor da perda, a dor de ter que aceitar nunca mais ver a esta pessoa, comecei a descobrir que existia algo que poderia ser ainda pior. Na época eu achava que poderia ser pior… Percebi que a dor maior estava em coisas simples que faziam parte do meu dia a dia… Quando eu ouvia uma música que a pessoa que se foi gostava muito, eu lembrava que dali para frente, eu não saberia mais qual seria sua opinião em relação às novas músicas que tocariam no rádio. Nem qual seria sua constatação sobre um texto que eu escrevi. Nem muito menos saberia sua reação diante de uma notícia na TV.
As lembranças do que a pessoa representou ficaram congeladas em minha memória. Parou no tempo a imagem que ficou guardada em mim. Agora eu iria ter que apenas imaginar o que ele teria me dito, o que ele teria feito, o que ele teria pensado… Mas ainda lembro da sua música preferida. E que ele gostava de ler o que eu escrevia. E lembro que ele votou no Lula em outra eleição. E ainda lembro que ele achava bonita uma blusa azul que eu tinha. Ainda lembro de tanta coisa que nunca vou esquecer… Lembro até que um dia preferi morrer também, só para não sentir a dor de perdê-lo. A dor de agora já não machuca como antes. Não passou, só que agora já não machuca como antes…
Então compreendi que o tempo não faz com que as coisas passem… O tempo apenas faz com que possamos compreender as coisas que ficam em nossas vidas – as coisas que nunca passam, por que fazem parte do que somos e do que seremos…
Me acostumei a sentir saudades, assim como me acostumei a não estranhar quando vejo algo e penso: “Nossa! Ele iria adorar saber disso”.
Me acostumei a pensar que sua presença será eterna a meu lado. Me acostumei a ouvir uma música e o imaginar sorrindo, acompanhando o ritmo dedilhando na mesa. Me acostumei a lembrar de seu rosto sem ter medo de esquecer seus traços. Já não temo esquecer sua voz, seu cheiro, seu olhar… Sei que isso não é possível, nem que eu quisesse seria possível – e eu não quero…
Agora sei que as lembranças que guardo comigo, são os maiores tesouros daquilo que um dia tive ao lado desta pessoa. Não machuca mais lembrar do seu sorriso pq sei que eu terei aquele sorriso toda vez que eu quiser. Basta que eu feche meus olhos e basta que eu seja eu – apenas isso…
Este post é dedicado ao querido Rodrigo que foi se sentar ao lado do Papai do Céu antes do que gostaríamos que ele tivesse ido. Este post é dedicado à querida Raquel que sente muito a falta do Rô. Este post é dedicado àqueles que perderam pessoas a quem amaram e a quem amarão para sempre…


1 de abril de 2003

Os namorados da Tuka


Andei fazendo um balanço da minha vida amorosa e cheguei a uma conclusão: até agora só me envolvi em relacionamentos pela metade… Nos 3 namoros que tive (claro que o atual não conta) e nos outros 2 casinhos que não merecem nem entrar para as estatísticas, eu fui meio mãe, meio irmã, meio melhor amiga, meio babá e meio tia gostosa – mas nunca fui totalmente apenas a namorada…
No meu primeiro namoro eu tinha 14 anos e o respectivo era um pamonha que namorava comigo e com a torcida do Flamengo inteira – fiquei com ele até meus 18… Meu segundo namorado me via de segunda a sexta no cursinho, e no sábado ia me ver às 10 e me deixava em casa às 14h – lamentável (e olha que na época ele já tinha 23 anos)… Meu terceiro namorado… Aquele dos 5 anos – é, hum (ele lê esta casa)… Bem meu terceiro namorado era inseguro e tinha chiliques quando as coisas não iam bem. Eu achava que ele iria morrer caso terminássemos e depois me deu um pé na bunda – olha como as coisas são… Cá entre nós: doeu muito, mas terminar o namoro foi a melhor coisa que me aconteceu, depois disso as coisas começaram a caminhar em minha vida – agora eu e ele estamos em uma outra fase juntos – passou…
Para uma moça da minha idade eu não tenho um bom currículum sentimental… Ter tido 3 namorados incompletos é mais do que suficiente para uma vida inteira (chega de cabeçadas por esta vida, espero) e extremamente insatisfatório e frustrante, o que me faz mais uma vez tirar sarro de mim mesma… Vá fazer análise menina!
Pensei também que se eu juntasse os três namoros que tive teria um resultado interessante e digno de um circo dos horrores. Ele seria neurótico e inseguro e ao mesmo tempo egocêntrico e egoísta. Seria atencioso mas desleal (iria me trocar pela primeira atendente que aparecesse quando eu começasse a achar que as coisas estavam indo bem)… Seria grudento e iria querer ir junto quando eu quisesse olhar vitrines com os meus melhores amigos Du e Rafa (que são gays)… Ia ler livros que ensinam como fazer uma mulher sentir orgasmo e as minhas revistas Nova (aquela que é um Kama Sutra disfarçado)… Iria esquecer meu aniversário e, se lembrasse, apareceria em casa apenas às 21 dizendo um parabéns sem graça e achando que a sua presença era uma grande coisa e que eu ficasse feliz… A mãe dele faria seu prato e todos os domingos seriam obrigatórios serem passados com a família dele… Ele não teria opinião própria quase a respeito de nada (além do timinho para o qual torce) – as minhas músicas preferidas seriam as dele e o único lugar que sugeriria para irmos comer é o mesma lanchonete de sempre… O sexo seria igual: nem tão ruim nem tão bom e pra ele isso já estaria de bom tamanho… Ah, e por falar em tamanho… Nada tanto assim… Uma coisa básica que não surpreende nada e nem ninguém… Ele teria mania de fungar o nariz o tempo todo e de piscar estranho também, isso me daria medo… Não me ajudaria a arrumar a casa e faria xixi que respinga no chão – argh! Não seria feio, por que nenhum dos meus três namorados era feio, mas seria comum e não teria nada de especial ou exótico – e também não chamaria a atenção de mulheres quando passeássemos na rua, isso é bom, mas é meio tedioso…
Começo a pensar que se tivesse arrumado meu primeiro namorado apenas agora não teria perdido muita coisa… Isso é triste…
Cheguei a outra conclusão: se eu juntasse todas as qualidades dos meus milhares de amigos gays daria para confeccionar milhares de namorados perfeitos!! Como diz o Rafa: “Tuka! Você ainda vai namorar uma gay!” É Tuka, o que você acha da idéia?

Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Procure aqui


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:



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