Arquivo de abril de 2003



28 de abril de 2003

"Há canções e há momentos"


Agora preciso de algo que me faça melhor. De algo que me faça ter consciência de que as coisas mudam e nem sempre a mudança é ruim. E preciso entender que aquilo que sei nem ao menos está perto de tudo que preciso saber. E aceitar aquilo que eu não posso mudar sem me impedir de ser feliz. Agora eu preciso aceitar que a vida é feita de começos e de finais e que essas duas coisas são fundamentais. E tenho que me dar o direito de sentir saudade, mesmo que seja apenas por um instante. Agora eu preciso olhar no espelho e encontrar a criança que agora parece não existir mais, mas que ainda está aqui em algum lugar. E preciso deixar que meus olhos brilhem ao ver o céu estrelado de novo. Porque as melhores e as mais belas coisas estão ao nosso dispor todos os dias e de graça. Agora eu preciso acreditar que a distância não destrói um amor verdadeiro. E preciso confiar no que sinto e no que quero sentir. Hoje eu quero olhar fotografias tiradas em momentos alegres. E querer de novo os mesmos sorrisos sinceros que vejo no álbum. Agora eu quero dizer a quem amo “que o amo” e que esse sentimento só aumenta a cada dia. E finalmente construir estruturas sólidas em minha vida. Agora eu preciso pensar em uma solução para estar onde quero. E poder fazer o que sei para que os dias sejam plenos e prazerosos. Agora eu preciso ficar feliz com o dia que termina e com o próximo que está chegando. E não me deixar entristecer com a canção que escuto lá longe. Agora eu preciso ter confiança para seguir e coragem de acreditar que as coisas melhoram. E preciso olhar o único sorriso que me faz sorrir também, e saber mais uma vez que quero vê-lo a vida toda. Agora eu preciso escutar o que eu tenho a me dizer, e prestar atenção em coisas que não quero mais e no que sei que quero pra sempre…


27 de abril de 2003

Ser brega é uma questão de estilo…


Veja se você possui algumas das características da lista e descubra se faz parte dessa “tribo”…

- Sua música preferida pra dançar até cair é “Gilrs just wanna have fun” da Cyndi Lauper…

- Assiste e embora disfarce, adooooora a novela das oito. Ah! E torce para aquela guria que maltrata os avós se dar mal, muito mal!

- Se veste freqüentemente de cor de rosa…

- Canta aos berros no chuveiro e a vizinhança toda ouve;

- Tem um óculos parecido com os que a Jack Kennedy usava;

- Arruma os cabelos com milhares de fivelinhas e enfeitinhos…

- Adora ímãs de geladeira;

- Usa aliança de compromisso;

- Tem diário;

- Usa meias coloridíssimas que sempre combinam com a camiseta;

- Escreve com canetas que tem cheirinho e tintas metálicas;

- Se refere ao namorado por nominhos estranhos e o coitado tem que se adaptar e saber que quando chama: “zamoizicooooooo!!!”, é com ele que está falando…

- Adora a Patricia Marx – tem até uma coletânea com as melhores músicas;

- Usa calcinhas de bichinhos;

- Canta em karaokê de vez em quando;

- Gosta de mexirica e de dobradinha;

- Usa as bermudas do namorado sem o menor constrangimento;

- Já namorou/namora um blogueiro/ex blogueiro…

- Tem um blog – vcs não sabiam que ter blog é brega? ÉÉÉÉÉ sim!! Hihihihihi…

Obs: Todas as características acima relacionadas pertencem à dona desta casa. Sim, a Tuka é brega e assume… Assuma você também!! rs…



25 de abril de 2003



Recebi um e-mail me perguntando sobre a autoria de um texto que estava publicado aqui na casa… Para os desinformados: Todo texto que está aqui postado e que não possui logo no final o nome do autor, foi escrito por mim… Eu acho anti-ético publicar textos escritos sem creditar a autoria devida…
Este aí abaixo é mais um texto meu. Obrigada àqueles que respeitam os escritores internautas que divulgam seu trabalho através de sites ou de míseros blogs – como eu… O livro logo chega…

Agora é tarde demais…

Estes dias uma pessoa me contou como descobriu tarde demais, que a mulher que sempre esteve a seu lado era realmente o grande amor de sua vida… E me contou com lágrimas nos olhos, porque sabia que nada mais poderia fazer para que aquilo mudasse e para que pudesse ficar com aquela pessoa que por tanto tempo o quis… Eu sempre temi o “tarde demais”… Sempre temi ter que ouvir de mim mesma que agora já não dá mais tempo para fazer o que já devia ter sido feito… Para dizer o que já deveria ter sido dito… E temi deixar passar o tempo certo para retornar o sorriso que recebi e o carinho que me foi dado… Ou de esquecer o momento preciso de retribuir um olhar amigo e de falar as coisas que alguém precisava ouvir em algum instante. Tive medo de não valorizar o que fizeram para me deixar feliz e de não saber perdoar alguém que me magoou um dia. Temi que um dia fosse tarde demais para que eu compreendesse coisas que um dia eu não soube entender…
“Tarde demais” são palavras que podem parecer significar coisas simples quando são ditas no meio de uma frase, em um momento de desabafo. Mas não são. Não são porque não significam apenas um atraso de alguém que acordou tarde demais para o trabalho ou para pegar o ônibus. São palavras complexas, agridem, machucam, fazem sofrer… Quem constata que é tarde demais para dizer que ama, sofre. Sofre quem não disse que amava e quem esperou este amor por tanto tempo – mas que agora sabe que já não é mais preciso… Quem decide que é tarde demais para confiar em uma pessoa sofre, porque já se decepcionou muitas vezes e agora está cansado… Quem entende que agora já não é mais hora de aceitar o perdão, sofre. E também sofre quem, por tanto tempo, esperou ser perdoado…
A vida quase sempre tem momentos exatos para que possamos entender que ainda é cedo para muitas coisas. No entanto ela também nos mostra quando deixamos passar a hora certa, nos faz perceber quando a chance já se foi. Nos ensina da maneira mais dolorosa que tivemos o amor que só soubemos valorizar tarde demais. Que quando quisemos dar a ajuda que alguém por tanto tempo esperou que déssemos, já não era mais preciso. Que aquele telefonema ao amigo, que nunca fizemos quando ele precisou, já não é mais necessário agora. Que o “euteamo” que não dissemos aos nossos pais enquanto eles eram vivos, por puro orgulho, agora não será mais ouvido…
Esse “tarde demais” amedronta… Ainda dá tempo de retribuir aquele sorriso, aquela ajuda, aquele olhar… Ainda não é tarde demais para muita coisa… Ainda é possível dizer que ama? Diga… Ainda dá tempo para valorizar o que tem a seu alcance? O faça… Ainda pode perdoar alguém? Perdoe… Por que o “tarde demais” nunca mais tem volta…


24 de abril de 2003



Já que os leitores desta casa debandaram sabe Deus pra onde, com exceção, da fiél e querida Mari (hihihi – tem que puxar o saco senão ela também some…) – desta vez não vou pedir licença para postar algo para uma pessoa muito especial pra mim… E outra, quem entra aqui é porque já é de casa e não vai estranhar nada – mas caso não goste é só não voltar mais ok?

Pra você, meu amor…
Eu sempre quis alguém como você pra mim… Sempre quis alguém que mesmo que me mimasse me dissesse que certas coisas não são do jeito que eu penso que são. Sempre quis alguém que me mostrasse coisas novas e ouvisse o que eu tenho a dizer. Sempre quis alguém que acrescentasse no que eu sei e que tivesse seus gostos e vontades próprias – apesar de querer que eu lhe mostre o que eu sei e o que gosto também. Eu sempre desejei uma pessoa com coragem a meu lado – alguém que mesmo que tivesse medo quisesse enfrentar tudo junto comigo. Sempre quis alguém que pelo simples fato de estar perto de mim me fizesse sentir protegida e segura. Sempre esperei encontrar alguém que não quisesse outra pessoa além de mim – por mais que apareçam outras pessoas. Sempre quis alguém com quem eu pudesse sair pra dançar ou ficar quietinha embaixo do cobertor – e qualquer coisa ser bom. Sempre quis alguém com quem eu brigasse e fizesse as pazes na mesma hora – porque arriscar um amor assim é burrice. Sempre quis alguém em quem eu pensasse quando ouvisse uma musiquinha romântica. Sempre quis alguém que me tocasse e fizesse com que meu corpo tremesse de desejo. Sempre quis alguém para fazer amor de verdade. Sempre quis alguém que correspondesse ao meu amor de uma maneira plena. Sempre quis alguém que retornasse o meu “euteamo” com um “também te amo demais, minha linda”. Sempre quis alguém que sofresse apenas por pensar em me perder. Sempre quis alguém que se emocionasse comigo ao ver uma peça de teatro ou ao ouvir uma música de amor… Sempre quis alguém que ficasse feliz por passear de mãos dadas e ir ao cinema ver um filminho bobo. Sempre quis alguém que me tratasse como se eu fosse a pessoa mais importante do mundo. Sempre quis alguém que fizesse minhas vontades e achasse bonitinho os meus mimos – mesmo que as vezes me dissesse: “não”. Sempre quis alguém em quem eu realmente acreditasse quando me prometesse alguma coisa. Sempre quis alguém a quem eu amasse a ponto de querer dormir e acordar a seu lado por todos os dias da minha vida. Sempre quis alguém que me ligasse para falar: “Estou com saudades” – mesmo que tivesse me visto duas horas antes. Sempre quis alguém que fosse a primeira pessoa em quem eu pensasse quando acontecesse algo importante. Sempre quis alguém que relembrasse do primeiro beijo que tivemos como se tivesse acontecido ontem – e se alegrasse ao lembrar. Sempre quis alguém que me ensinasse a comer de pauzinhos em restaurante japonês sem se importar com a bagunça que eu fizesse. Sempre quis alguém que gostasse do meu sorriso e o admirasse como se nunca tivesse visto outro mais bonito na vida. Sempre quis alguém que me deixasse conhecer suas inseguranças e a quem eu pudesse confiar as minhas. Sempre quis alguém em quem eu pudesse e quisesse ninar em meus braços para acalmar a correria do dia. Sempre quis alguém a quem eu pudesse amar sem medida: alguém como você, meu San…

Ps: Desculpa as besteiras no decorrer do percurso, ainda estou aprendendo a ser alguém melhor pra você. Te amo…



23 de abril de 2003

Luz, câmera, ação: Silêncio…


De novo o silêncio e me pergunto onde é que está todo aquele barulho que ainda a pouco eu conseguia ouvir… Quase que ouço as batidas do meu coração – e poucas vezes quase pude ouvi-las… Sensação estranha e incômoda até mesmo… As vezes acho o silêncio inútil, porque quando ele prevalece, quase sempre penso em coisas que não precisaria pensar – mesmo assim sei que ele é fundamental… Mesmo que eu me lembre das derrotas no caminho e sinto-me tola por não poder dominar estes pensamentos. Ao mesmo tempo escuto minha própria voz e falo com as paredes que são imparciais com o que digo. As paredes as vezes são as melhores companhias, eu sei muito bem disso. Naquele dia em que tanto precisei de alguém a meu lado para desabafar toda aquela angústia, foram as paredes que ouviram meus lamentos – agora sou fiel a elas.
Ontem eu me perguntei se o rumo em que tudo está se encaminhando me fará feliz – não obtive resposta… A pergunta não foi falada, não teve voz, não teve som… Ninguém ouviu, e mesmo que tivesse, ninguém poderia responder. Vou ter que pagar pra ver mais uma vez. De novo o silêncio me fará companhia. Mas isso já não me preocupa…
Minhas dúvidas, meus medos, meus remorsos, meus grandes amores eternos… Dúvidas sem respostas – não para sempre… Medos sendo esquecidos – cada dia mais… Remorsos sendo superados… Amores eternos que acabaram e outro amor eterno que aparece… A vida seguindo seus dias… O silêncio fazendo mais barulho que o som… Aqui dentro de mim ele grita e me obriga a perceber que tantas perguntas são desnecessárias… As respostas não serão dadas por outra pessoa além de mim mesma…


22 de abril de 2003

Ê laiá!!


Melhor companhia do mundo + Frozen do Outback + melhor companhia do mundo + parque de diversões + melhor companhia do mundo + cinema + melhor companhia do mundo + filminho em casa + melhor companhia do mundo + almoço em família + melhor companhia do mundo + declarações em mesa de boteco + melhor companhia do mundo + Loca + melhor companhia do mundo + caipirinha mágica + melhor companhia do mundo + músicas cantadas à dois + melhor companhia do mundo + passeios ao shopping + melhor companhia do mundo + festa surpresa + melhor companhia do mundo + cumplicidade extrema + melhor companhia do mundo + passeios de mãos dadas + melhor companhia do mundo + beijos e mimos + melhor companhia do mundo = Feriadão maravilhoso!! Só o que tenho a dizer…


16 de abril de 2003

Que o tempo faça ser possível sobreviver sem aquilo que não podemos ter…


Eu li esta frase em algum lugar e fiquei com ela martelando em minha cabeça. Como estas palavras são reais… Quantas vezes nos pegamos pensando em como seríamos felizes se um dia tívessemos decidido ir a ficar… Se ainda estivéssemos ao lado daquela pessoa que um dia deixamos passar por nós… Se tivéssemos nos dado uma outra chance… Se naquele dia a escolha tivesse sido outra… As coisas e as pessoas que se foram e não poderemos ter novamente em nossa vidas – talvez a felicidade plena só chegue àquelas pessoas que conseguem compreender isso…
Lembrei que quando eu era criança tinha milhares de sonhos daqueles impossíveis – que toda criança tem, sonhos tolos… O tempo passou e aprendi que não adianta sonhar com aquilo que sabemos que não podemos ter. Isso dói. E dói quando perdemos algo que tínhamos e a partir daí somos obrigados a nos acostumar a viver sem. Como eu já escrevi aqui um dia: a felicidade que se perde é pior do que a felicidade que nunca tivemos… Mas me diga com sinceridade: quem é que prefere nunca ser feliz por medo de um dia perder esta felicidade? Eu não… A vida é mesmo feita de riscos e de inconstâncias. Viva toda a inconstância…


15 de abril de 2003

Mais uma de amor


Por Martha Medeiros

Que algumas pessoas não acreditem que o homem esteve mesmo na lua, dá até pra entender, mas tem gente que não acredita em amor, e isso é imperdoável. Podemos não acreditar no que nossos olhos vêem, mas não podemos desacreditar no que sentimos. Você já ficou com a boca seca diante de uma pessoa? Já teve receio de ela estar ouvindo as batidas do seu coração? Bem, isso tudo não é prova de amor, apenas de ansiedade. Amor é outra coisa.

Amor é quando você acha que a pessoa com quem você se relacionava era egoísta, possessiva e infantilóide e isso não reduz em nada a sua saudade, não impede que a coisa que você mais gostaria neste instante é de estar tocando os cabelos daquela egoísta, possessiva e infantilóide.
Amor é quando você não compreende direito algumas coisas, mesmo tendo o QI mais elevado da turma, mesmo dominando o pensamento de Sócrates, Plutão e Nietzche. Perguntas simples ficam sem resposta, como por exemplo: como é que eu, sendo tão boa gente, tão honesto e com um coração tão grande, não consigo fazê-la perceber que ela seria a pessoa mais feliz do mundo ao meu lado?
Amor é quando você passa dias sem ver quem você ama, depois passam-se meses, e aí você conhece outra pessoa e passam-se décadas, e você já nem lembra mais do passado, e um dia qualquer de um ano qualquer você se olha no espelho e pensa: como é que eu consegui enganar a mim mesmo durante todo esse tempo?
Amor é quando você sente que seria capaz de amarrar o cadarço de um tênis com uma única mão ou de fazer a chuva parar só com a força do pensamento caso a pessoa que você ama lhe mandasse um sim deste tamanho.
Amor é quando você sabe tintim por tintim as razões que impedem o seu relacionamento de dar certo, é quando você tem certeza de que seriam muito infelizes juntos, é quando você não tem a menor esperança de um milagre acontecer, e essa sensatez toda não impede de fazê-lo chorar escondido quando ouve uma música careta que lembra os seus 14 anos, quando você acreditava em milagres.
Tudo isso pode parecer uma grande dor, mas é uma grande dádiva, porque a existência do amor está toda hora sendo lembrada. Dor é quando a gente está numa relação tão fácil, tão automática, tão prática e funcional que a gente até esquece que também é amor.


14 de abril de 2003

Final de semana


Eu fui…
Cinema (Carandiru)+Mercado Mundo Mix+Teatro (Interior)

Eu vi…
Bloguentos nerds queridos…

De novo…
Chorei+Fiquei triste+me contive+fiquei feliz…

Agora…
Não vou mais insistir+vou torcer de longe+vou tentar de novo+vou seguir…



11 de abril de 2003

Tinha que ser assim


Nada me deixa mais irritada do que ouvir diante de situações em que as pessoas não obtém o resultado que esperavam, as seguintes palavras: “Não deu certo porque tinha que ser assim”. Estranho, mas ninguém consegue responder quando a frase é rebatida com a pergunta: “Mas por que tinha que ser assim?” Claro que não tem resposta… E não tem resposta porque esta frase nada mais é do que uma maneira conformista e até mesmo covarde de se encarar as coisas, de se enfrentar as dificuldades e aquilo que deu errado em nossas vidas. “Tinha que ser, não era mesmo para eu ter conseguido aquele emprego”. Esta é a maneira mais fácil de não se admitir que você não se esforçou o bastante. Ou ainda, uma maneira simples para disfarçar sua própria decepção por não ter conseguido o que esperava.
“O namoro acabou porque era mesmo pra ser assim”… Aliás, o amor que acaba é sempre um cenário propício para várias outras frases que possuem o mesmo intuito, o de consolar. Frase as quais também repudio todas. “Daqui a pouco vc vai rir disso tudo”, “O tempo tudo cura”, “Ela não era mesmo pra você”… O real significado disso: Não, você não vai rir disso tudo um dia, mas vai superar sim. O tempo vai passar mas você sempre se lembrará daquilo que te fez sofrer, mesmo que não doa mais, você vai lembrar. E se ela não era pra você foi porque um dia ela não quis mais ser (pq vc ainda se lembra do quanto a quis), e você pode ter outro amor agora.
Mas realmente, apesar de todas as outras formas de “alívio imediato” que uma simples frase pode tentar proporcionar, a “tinha que ser assim” sempre ganha um espaço especial nos casos de amores que se acabam. Sempre está quase que em néon pronta para entrar em cena quando alguém está sofrendo, quando alguém se desespera. Um amor não acaba simplesmente “porque tinha que ser assim” – me desculpem aquelas pessoas que acreditam nisso, mas vou ter contrariá-las agora. Um amor acaba porque no meio do caminho alguém desistiu ou não lutou mais um pouquinho que fosse merecido. Acaba porque alguém em algum momento esqueceu que por aquela pessoa valeria à pena nunca mais olhar para mais ninguém nesta vida. Acaba porque uma mágoa foi maior do que tudo o que foi vivido de bom. Acaba porque o orgulho superou o brilho no olhar. Acaba porque o desentendimento foi maior do que o fazer as pazes. Acaba por coisas que parecem ter sido tão tolas que até hoje você não entende. Mas nunca, em hipótese alguma, acaba simplesmente porque assim é que era para ser. Até mesmo porque nunca ninguém poderá saber, que se tivesse havido apenas mais uma tentativa naquele dia em que se dizia que o amor havia acabado, agora o cenário poderia ser outro. Poderia ser o de duas pessoas juntas, se amando e felizes – mas não porque tinha que ser assim, mas porque tiveram a coragem de tentar mais uma vez apenas…

Ps: A casa agradece a assessoria involuntária de pauta


Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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