Arquivo de março de 2003
29 de março de 2003
21 de março de 2003
Beijos!
20 de março de 2003
18 de março de 2003
*** *** ***
Eles pensam que são os donos do mundo… Como isso me irrita!
14 de março de 2003
Coisas de casais: As contradições do amor, ou “ai como essa sua mania enche o saco”
A diz: Por que você me ama?
B diz: Eu te amo por milhares de coisas.
A diz: Que tipo de coisas?
B diz: Ah! Um monte!
A diz: Me fala uma…
B diz: Tá bom… Uma das coisas que me faz te amar é que você fala olhando nos olhos. Eu adoro, acho lindo, significa sinceridade…
A diz: É mesmo? E o que mais?
B diz: Hum… Gosto da sua personalidade. Você não desiste fácil quando quer alguma coisa, é persistente…
A diz: Sou é? E o que você não gosta em mim?
B diz: Ah meu amor… Eu gosto de tudo em você!
A diz: Gosta nada! Tem que haver uma coisa que você não goste. Fala!
B diz: Nada mesmo amor, é sério…
A diz: Você não quer dizer pq acha que vou ficar triste… Pode falar, eu não vou me chatear… Diz!
B diz: Não tem nada mesmo, estou falando a verdade…
A diz: Mentira! Duvido, duvido, duvido!!
B diz: Argh! Se você tivesse noção de como eu odeio essa sua mania de me olhar desse jeito e ficar insistindo!! Que coisa…
11 de março de 2003
10 de março de 2003
8 de março de 2003
6 de março de 2003
… coisas que você não precisa saber sobre a Bahia mas que eu vou contar assim mesmo:
Essa história de que “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” é baléla… Caetano é suspeito pq ele é da terra, e também por que ele nunca vai atrás e sim em cima, assim é fácil e então não conta. Eu fui atrás do trio elétrico e teve uma hora que encheu o saco. De verdade, eu não aguentei por muito tempo aquele povo todo cantando a “Dança do boneco louco” (ou algo parecido) e a terrível “Eguinha pocotó” que chegou na Bahia também… Tá bom, confesso que dancei a “Dança da manivela”, “Ragatanga”, “Já sei namorar” e até o “Cachorrinho”… Lamentável? Que nada… Me diverti e de quebra arrumei assunto para um post.
Baiano é mesmo baiano… Sem preconceitos hein!! Se você quer usar a sua blusa de florzinhas nova que você acha que não combina com absolutamente nada, na Bahia você pode desencanar! Corra até a sua mala e pegue a sua sainha xadrez básica ou a sua calça de bolinhas e vista com a tal blusa. Ninguém vai achar esquisito e você ainda corre o risco de fazer um sucesso “lascado”… Uma pena que eu não tinha levado a meu short de listrinhas para usar com minha blusinha de carinhas risonhas verde limão… Fica para a próxima…
Chicken the little bird??? Sim caros leitores, a Bahia é um lugar repleto de turistas das mais diversas nacionalidades, isso vocês já sabiam… O que vocês não sabiam é que no cardápio da Bahia, frango à passarinho é traduzido como “chicken the little bird”. Pois é – eu fiquei pelo menos meia hora lendo o menu e me deliciando com as traduções dos petiscos e pratos do boteco do tio Belarmino… Eu tinha que ter roubado e trazido como lembrança…
Se o mundo acabar em barranco o baiano quer sim é morrer encostado. E eu que achava que esse papo de baiano ser preguiçoso (ops! Retificando: sossegado – preguiçoso não!) era lenda… Lenda nada! Baiano é tranquilo mesmo, é se você quer que um deles seja seu amigo, só o convide para fazer alguma coisa depois que o sol se pôr. Antes disso é lascado de quente e não vai dar pra prosear e muito menos pra pegar no pesado – ôxe…
Baiano não nasce, baiano estréia!! Isso é verdade! Êta povinho que sabe dançar sô! Eu me encantei com criancinhas que mal sabiam andar e já estavam dançando as coreografias das musicas – muito fofas!! Quase encarnei a dona Vilma raptora do Pedrinho e voltei pra casa mãe de um neguinho daqueles. Pena que não consegui bolar nenhuma história convincente para uma gestação de quinze dias.

Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.
Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.
Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.
Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!




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